O Homem cristão: Conflitos e Fé

Papa Francisco aborda temas pertinentes em nossa sociedade com uma análise dentro da oração do Pai-nosso. Ele aponta as falhas que até cristãos cometem, pois todos estão sujeitos a errar e pecar, independentemente de sua fé




Se tirar o bolor, posso comer o resto do alimento?


Lei de Murphy: quanto mais fome você tem mais embolorado estará o seu pão. A maioria das pessoas apenas tira o pedaço mofado e come o restante. Se você é do time que apenas tira o verdinho fora, saiba que por dentro, o pão ainda está bolorento.

De acordo com o Brasil Post, apenas retirar a parte que aparenta mofada, eliminando os esporos do fungo, não elimina suas raízes. Chamadas de hifas, elas não se enterrando profundamente no alimento e é lá que a micotoxinas são produzidas. E, acredite, você não vai querer comer micotoxinas.

 

Ver o bolor, na verdade, significa que ele já está tão enraizado, que já se tornou até aparente. “Quando conseguimos ver estes microrganismos a olho nu, isto significa que há uma imensa quantidade deles nos alimentos”, diz o biólogo Marco Antonio Marques, em um informativo da Fiocruz.

Nem todos os fungos fazem mal, e na verdade, a maior parte deles é inofensivo. Eles são usados para fazer cerveja, queijos, pães de fermentação natural. O problema é que não há como saber se aquele tipo exato de fungo que está no último pedaço de pão é prejudicial ou não. Ainda de acordo com o Brasil Post, existem fortes indícios de que a aflatoxina, substância produzida por fungos em amendoins e outras oleaginosas, é altamente cancerígena.

Portanto, da próxima vez que o seu pão estiver com bolor, trate de jogá-lo fora.

Noticiasaominuto


Jovem adquire infecção e fica paraplégica após colocar piercing no nariz


Uma jovem brasiliense de 21 anos adquiriu uma infecção após colocar um piercing no nariz e acabou ficando paraplégica. Layane Dias relatou a revista Ana Maria que colocou o piercing em junho de 2018 e cerca de um mês depois é que os problemas começaram a aparecer.

Segundo Layane, um caroço vermelho apareceu no nariz e ela achou que fosse uma espinha, alguns dias depois o caroço sumiu e ela começou a sentir dor nas costas que só pioravam com o passar do tempo. A jovem contou ainda que foi algumas vezes a um posto de saúde, tomou injeções para dor, mas o efeito dos medicamentos não durava muito tempo e ela voltava a sentir dores.

A brasiliense acabou internada para fazer exames que pudessem explicar o que estava acontecendo com ela. O exame de sangue indicou infecção e uma ressonância mostrou pus na medula espinhal da jovem. Layane foi submetida a um processo cirúrgico de emergência mas acabou perdendo os movimentos das pernas.

De acordo com o infectologista Felipe Tuon, professor do Adjunto de Infectologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), casos como o de Layane são raros, mas podem acontecer por uma série de fatores, como as condições de higiene do estúdio onde ocorreu a perfuração e o próprio organismo da pessoa.

“Muito provavelmente ela já possuía uma grande quantidade dessas bactérias no nariz e, ao furar o local, elas encontraram uma forma de chegar até a corrente sanguínea e se proliferarem”, explicou o médico.

BN


Mais Médicos: Formados no exterior podem se inscrever na próxima semana


Os médicos brasileiros formados no exterior, mas sem registro no país, poderão se inscrever para as vagas em aberto do programa Mais Médicos nos dias 13 e 14 de fevereiro. Os candidatos devem indicar em quais municípios desejam realizar o atendimento à população.

No dia 13, o Ministério da Saúde irá divulgar os municípios com vagas remanescentes em aberto. Nos dois dias seguintes, os médicos que obtiveram diplomas no exterior, mas não têm registro no Brasil, escolherão a cidade de sua preferência entre as que disponibilizaram vagas.

No dia 19, será divulgada a lista dos inscritos, das vagas ocupadas e dos municípios contemplados. De acordo com o Ministério da Saúde, os profissionais sem registro vão passar por um “módulo de acolhimento”, onde serão oferecidas aulas e haverá avaliação pela equipe do programa, com aplicação de exames e outras formas de verificação da condição de atuação dos inscritos.

De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado em 15 de janeiro, há aproximadamente 1,5 mil vagas em aberto.

BN


Programa Partiu Estágio oferece vagas na Setre


O programa Partiu Estágio, do Governo do Estado, está com inscrições abertas até o dia 24 de fevereiro. Das 2.325 novas vagas oferecidas, 97 são para atuar na Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em Salvador, nas seguintes áreas: Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Arquivologia, Psicologia, Ciências Econômicas, Direito, Educação Física, Pedagogia, Secretariado Executivo, Serviço Social e Web Design.

As inscrições são realizadas através do site www.programaestagio.saeb.ba.gov.br e são destinadas a estudantes de graduação presencial de universidades baianas, que tenham concluído, no mínimo, a metade do curso. Os selecionados receberão bolsa e auxílio transporte e cumprirão carga horária de 20h semanais.

Têm prioridade estudantes portadores de deficiência, aqueles que estão cadastrados no CadÚnico dos programas sociais do Governo Federal e os que cursaram todo o Ensino Médio na rede pública ou como bolsista na rede privada.

O edital com todas as informações está disponível no site do programa. Há oportunidade para 109 cursos diferentes, em 62 órgãos estaduais de 49 municípios do estado.

 

Ascom Setre

 

 


Carnaval exige cuidado redobrado com ISTs


As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) estão entre os problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Além disso, nos últimos anos, os casos de sífilis, HIV, clamídia, HPV, entre outros, têm aumentado no Brasil.  Na Bahia, por exemplo, segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado, em 2018, foram notificados 4.460 (37,8%) casos de sífilis em homens e 7.350 (62,2%) em mulheres e, de acordo com dados preliminares, foram registradas 2322 novas ocorrências de HIV. 

Em meio a este cenário, A Dra. Carolina Lázari, assessora médica em infectologia do Grupo Fleury, detentora da Diagnoson a+ na Bahia, alerta para o cuidado redobrado durante o Carnaval, quando, em meio à folia dos blocos e ao consumo exagerado de bebidas alcoólicas, há quem acabe se descuidando da proteção durante a relação sexual.

Além do risco das ISTs, é importante lembrar que o beijo também pode ser uma porta de entrada para agentes de doenças infecciosas, como herpes, sífilis e mononucleose. “Por isso o cuidado na hora de beijar é fundamental”, alerta a médica, que esclarece, a seguir, as dúvidas mais comuns.

É possível contrair uma infecção sexualmente transmissível (IST) pelo beijo? Quais?

 

Sim. Sífilis e herpes simples do tipo 1.

 

Sífilis
A sífilis pode ser transmitida pelo beijo se a outra pessoa estiver infectada e com uma lesão ativa na boca. A forma mais comum de contágio, no entanto, é a sexual. Nesse caso, não é necessário que ocorra penetração ou ejaculação, o contato entre mucosas durante preliminares ou durante o sexo oral possibilitam a transmissão. A doença é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum e pode se manifestar em diferentes partes do corpo, de uma a duas semanas após o contágio.

 

Herpes

Mesmo que o parceiro do beijo não tenha feridas ou indício de herpes, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo. Depois do contágio, o vírus permanece no indivíduo por longos períodos, e pode se manifestar anos mais tarde, de maneira recorrente, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como pequenas bolhas na boca, no nariz ou até mesmo em outras partes do corpo.

 

Há risco de transmissão com a prática de sexo oral?

Sim. A sífilis pode ser transmitida via sexo oral, além do herpes simples e do HPV.

 

Herpes só passa quando um dos parceiros está com feridas?

 

Não. O vírus herpes simples pode ser transmitido mesmo na fase entre as crises, quando não há feridas. Por essa razão, o cuidado tem de ser contínuo, ainda que o paciente-fonte não tenha lesões aparentes naquele momento.

 

Sexo anal amplia o risco de contrair ISTs?

Sim, pode aumentar. Como nessas situações, habitualmente, a lubrificação é muito menor, o risco de transmissão aumenta. A utilização de lubrificantes artificiais não necessariamente reduz esse risco, devido ao tipo de mucosa que reveste o canal anal, mais suscetível à invasão por esses agentes infecciosos. O uso de preservativo é a única forma de garantir a proteção.

 

O uso de preservativo diminui em 100% o risco de contaminação dessas doenças?

Não, mas reduz substancialmente. A data de validade e as instruções de uso devem ser atentamente seguidas, para evitar que o preservativo se rompa ou que haja vazamentos. Seu uso deve ser fortemente estimulado, pois é um dos métodos mais efetivos para a prevenção da transmissão de todas as ISTs, inclusive do HIV.

 

Quais são os outros riscos que o beijo na boca pode oferecer?

Embora não seja classicamente considerada uma IST, é importante mencionar que a mononucleose, também conhecida como “doença do beijo”, é uma doença viral que tem uma característica curiosa: depois que a pessoa adquire essa infecção, nunca mais se livra completamente do vírus. Ele fica “morando” na garganta ou nas amígdalas do indivíduo que, periodicamente, o elimina na saliva. E caso você entre em contato com uma pessoa que o esteja eliminando, ainda que não tenha sintomas naquele momento, poderá adquirir a infecção, se ainda não a teve. Até mesmo uma criança pequena pode pegar a doença se entrar em contato com uma gotícula da saliva do adulto ou outra criança que esteja em fase de transmissão do vírus.

 

Quais são seus principais sintomas?

Adolescentes e adultos jovens, na faixa de 15 a 25 anos, costumam apresentar sintomas como febre, dor de garganta e aumento de linfonodos – popularmente conhecidos como gânglios ou ínguas – na região do pescoço. Podem aparecer também manchas vermelhas pelo corpo, além de aumento do fígado e do baço. Esses sintomas podem durar de duas a três semanas. É uma doença prolongada. Nos mais jovens, as manifestações são mais leves, enquanto nos mais velhos costumam ser mais intensas.

 

Como é o tratamento?

Os beijoqueiros devem ser cautelosos. Caso possuam feridas ou qualquer tipo de sangramento na boca é melhor não beijar ninguém ou, pelo menos, evitar beijar muitas pessoas durante o carnaval, até porque não existe um remédio específico para mononucleose. Portanto, são tratados apenas os sintomas. É indicado o repouso, porque o indivíduo sente fadiga e indisposição. O repouso é fundamental nos casos em que ocorre grande aumento do baço porque, em situações extremas, como, por exemplo, de uma batida, ele pode se romper. São casos raros, mas quando acontecem são muito graves, o que justifica a precaução.

 

É possível pegar Aids ou outras ISTs ao sentar em sanitários públicos, dividindo o mesmo copo ou abraçando?

Embora esse seja um dos maiores mitos da história das infecções sexualmente transmissíveis, não se transmite sífilis, gonorreia, clamídia ou ainda herpes simples pelo contato social corriqueiro. Entretanto, a sífilis, o herpes genital e o HPV podem ser adquiridos pelo contato sexual ainda que não seja completo. “Brincadeiras sexuais” que não envolvam o coito propriamente dito, mas que permitam o contato entre mucosas, ou mesmo a utilização de objetos e das mãos, podem carregar os agentes infecciosos de uma pessoa para outra, mesmo que de forma menos eficiente.