Planserv reforça importância do combate à sífilis

A partir deste ano, o terceiro sábado de outubro de cada ano será a data de celebração do Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita. O objetivo é enfatizar a importância do diagnóstico e do tratamento adequados da sífilis como doença sexualmente transmissível (DST) e especialmente na gestante, durante o pré-natal. Para isso, a … Leia Mais


Gagueira tratada na infância tem cura

Segundo o Instituto Brasileiro de Fluência, a gagueira afeta 10 milhões de pessoas no Brasil, um número maior que a população da cidade do Rio de Janeiro. No próximo dia 22 de outubro é Dia Internacional de Atenção à Gagueira. A data foi criada para aumentar a conscientização a respeito desta condição e reforçar a … Leia Mais


Dia Mundial de Combate ao AVC: entenda o que é e como identificar a doença

Especialista explica quais as consequências e qual o procedimento de emergência ideal. Em 29 de Outubro é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC). A data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2006, em parceria com a Federação Mundial de Neurologia, tem como objetivo alertar a população sobre os … Leia Mais


10 alimentos bons para o sistema imunológico

Existem alguns alimentos que, além de nutrirem, reforçam o sistema imunológico, previnem doenças. No entanto, eles devem ser consumidos com regularidade e proporções controladas – já que a diferença entre o remédio e o veneno, como dizia aquele velho ditado, é a quantidade. Conheça alguns deles e suas indicações para manter sempre uma dieta equilibrada … Leia Mais


Enquanto idosa passa mal em banco de hospital, enfermeiro usa computador

Profissional foi afastado das funções. Caso aconteceu em Itabuna. Uma idosa de 78 anos, identificada por Creuza Maria da Silva Faustino, passou mal dentro de um hospital do município de Itabuna, no sul da Bahia, enquanto isso um funcionário do local usava o computados como se nada estivesse acontecendo. Um vídeo compartilhado nas redes sociais … Leia Mais


Câncer de mama: é possível prevenir


Muita gente pergunta se é possível prevenir o câncer de mama. A Fundação do Câncer mostra que sim: o desenvolvimento de até 13 tipos tumores está relacionado a comportamento. Neste Outubro Rosa, a instituição reforça que, com a adoção de medidas simples no dia a dia, é possível reduzir a incidência do câncer de mama, o mais comum entre as mulheres, depois do não melanoma.

No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama responde por cerca de 25% dos novos casos registrados anualmente da doença. Pesquisa divulgada pelo Inca para o biênio 2016-2017 estimou a ocorrência de 57.960 mil casos novos no país em 2016.

 

Apesar de os números serem grandiosos, o câncer de mama é um tumor curável, em até 98% dos casos, se detectado na fase inicial, reduzindo significativamente a necessidade da mastectomia (retirada dos seios), tão temida pelas mulheres.

A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres entre 40 e 69 anos, ou antes dessa faixa etária caso haja histórico familiar de câncer de mama ou a indicação de um profissional de saúde a partir de um exame clínico.

 “Somente o exame de mamografia pode mudar a curva da doença. Uma das barreiras para a detecção precoce do câncer de mama é o medo. Por isso, as campanhas de conscientização são importantíssimas para que as mulheres não demorem a procurar orientação médica para realização do exame”, afirma o mastologista e diretor do Hospital Fundação do Câncer, Carlos Frederico Lima.

 

Confira algumas dicas importantes da Fundação do Câncer:

Procure um profissional de saúde e mantenha os exames atualizados

Especialmente na fase inicial – quando o nódulo tem tamanho muito reduzido e, consequentemente, a chance de cura é maior – é imprescindível a realização da mamografia para detecção da doença.

O autoexame é uma maneira importante de a mulher conhecer o próprio corpo e perceber possíveis alterações, mas, muitas vezes, o tumor não consegue ser percebido apenas pelo toque. Por isso, a premissa básica é: faça acompanhamento regular com um profissional de saúde, que irá avaliar clinicamente a paciente e fazer as prescrições de acordo com o seu perfil e necessidades.

Pratique atividade física

A prática de atividade física diminui em cerca de 1/3 os riscos de desenvolver câncer de mama. Pratique 30 minutos de exercício aeróbico, pelo menos três vezes na semana, ou de acordo com as suas necessidades. Procure um profissional da área para pedir orientação na escolha da atividade física e acompanhamento para ter uma prática mais adequada.

Controle a alimentação

Uma dieta equilibrada evita o sobrepeso e melhora a qualidade de vida. Alimentos industrializados, enlatados e conservados contêm agentes cancerígenos na composição e devem ser evitados. É o caso das carnes processadas, defumadas, curadas ou salgadas (carne de sol, charque e peixes salgados) e embutidos, como salsicha, linguiça, mortadela e salame.  Dê prioridade aos vegetais e coma pelo menos cinco porções ao dia de frutas, legumes e verduras. São alimentos ricos em vitaminas essenciais, sais minerais e fibras, além de substâncias antioxidantes que protegem contra a maioria dos tipos de câncer.

Não fume

O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, que levam a uma série de doenças, entre elas, o câncer.  O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – 4,9 milhões pessoas (mais de 10 mil por dia) morrem todos os anos em decorrência do cigarro – e estima-se que 30% de todos os casos de câncer são devido ao tabagismo. Por isso, não fume e proteja-se da fumaça do cigarro. Deixar de fumar é uma das decisões mais importantes na vida de um fumante e para quem convive com quem fuma. Sempre vale a pena!

Não consuma álcool

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o alcoolismo causa entre 2% e 4% das mortes por câncer, sendo um dos fatores de risco para o desenvolvimento de diversos tumores, incluindo o de mama, principalmente se o uso for combinado com o tabaco. Além do câncer, o consumo de álcool está associado a mais de 200 tipos de doenças, entre cardiovasculares, mentais e hepáticas. Reduzir a frequência do consumo pode diminuir as chances de desenvolver a doença, mas a escolha mais saudável é não beber ou evitar ao máximo a ingestão de bebidas alcóolicas.

Sobre a Fundação do Câncer:

A Fundação do Câncer é uma instituição privada e sem fins lucrativos que, há mais de 25 anos, realiza ações estratégicas para o controle do câncer no Brasil por meio de programas e projetos em promoção da saúde, prevenção, diagnóstico precoce, educação e pesquisa. Tem atuação direta na assistência com o Hospital Fundação do Câncer, no Rio de Janeiro, que foi projetado para ser um centro de referência em oncologia no país. A unidade oferece atendimento humanizado e tecnologia de ponta, com estrutura de serviços disponível em um só lugar.

Na área de educação, a Fundação é responsável pelo desenvolvimento do Programa Nacional de Formação em Radioterapia, em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e o Instituto Nacional de Câncer (Inca), contemplado no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), do Ministério da Saúde.

A instituição também tem parceria com o Inca no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) e no projeto de expansão da Rede Brasileira de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (Rede BrasilCord), e com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no Programa de Oncobiologia.​

Mais informações pelo site www.cancer.org.br


Especialista destaca os benefícios da reconstrução mamária


Muito se fala sobre a prevenção do câncer de mama, mas é preciso falar também na autoestima da mulher depois da cirurgia da remoção da mama.

A reconstrução mamária é uma cirurgia plástica reparadora, que pode ser realizada após a retirada parcial ou total da mama em decorrência do tratamento contra o câncer.

“A maioria das mulheres que passam pela mastectomia tem indicação para a reconstrução. Algumas enxergam a cirurgia como uma oportunidade única de recomeçar e de se sentir bem com o corpo”, disse Paulo Hypacio, especialista em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos médicos responsáveis pelas reconstruções mamárias no Hospital do Câncer de Pernambuco e no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco.

Desde 2013, pela Lei 12.802/2013, a paciente tem o direito de realizar o procedimento por meio do SUS. A cirurgia plástica reparadora da mama pode ser realizada logo em seguida à retirada do câncer, quando houver condições médicas. “Caso a paciente não possa realizar a reconstrução imediatamente após a cirurgia, a paciente deverá ser encaminhada para acompanhamento clínico para ser feita meses depois”, ressaltou Paulo Hypacio.

A reconstrução da mama pode ser conseguida através de técnicas de cirurgia plástica que envolvem prótese mamária, expansor de tecidos, tecidos, músculos e peles do abdômen ou músculo das costas com implante mamário. A reconstrução mamária busca restaurar a mama considerando a forma, a aparência e o tamanho após a mastectomia.

De acordo com o médico, os resultados estéticos são bastante satisfatórios e as mulheres que se submetem à reconstrução sentem-se muito melhor do que as que não a fazem.

“A reconstrução mamária é um procedimento que é emocionalmente gratificante para a mulher que perdeu a mama devido ao câncer. O método melhora radicalmente sua autoestima, autoconfiança e qualidade de vida”, destacou Paulo Hypacio.


Sífilis na Bahia, só em 2017 já são mais de 5 mil casos até setembro


Em 2016, foram mais de 10 mil casos de sífilis registados no estado.

Os casos de sífilis na Bahia seguem altos, mas a expectativa é que o número de novos casos, fiquem abaixo do ano anterior, somente em 2017, a SESAB – Secretária da Saúde da Bahia, já registrou 5.345 casos até setembro, e cinco mortes. Desse total, 795 são casos congênitos, 1.222 em gestantes, 1. 510 em homens e 1.818 em mulheres. No ano passado, foram diagnosticados 10.872 casos da doença em todo o estado, com 13 mortes.

Apesar de ter cura, todos os dias a doença faz novas vítimas no país. Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, a cada ano são 12 milhões de novos casos em todo o mundo.

A Sífilis é uma doença sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum e pode ser transferida também da mãe para o feto, por transfusão de sangue ou por contato direto com sangue contaminado. A infecção é tratada geralmente com penicilina.

A doença se manifesta de quatro forma diferentes: primária, secundária, terciária e na forma congênita.

O aconselhável é que o tratamento seja iniciado assim que a doença seja diagnosticada. O SUS – Sistema Único de Saúde oferece testes rápidos e tratamento gratuito.  Saiba mais sobre a sífilis aqui

Em todo o mundo, a doença na gestação é responsável por 29%  das mortes perinatal, 11% de óbitos neonatais e 26% de natimortos

Quando não tratada a sífilis afeta: olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso.

 


Transtornos mentais em mulheres com câncer de mama precisam de acompanhamento profissional


Em torno de 60% das pacientes da doença apresentam sintomas depressivos e 50% podem desenvolver quadros de ansiedade.

A grande incidência de transtornos mentais em pacientes com câncer de mama é uma questão que precisa ser observada e estar incluída no tratamento da doença. Em mais de 60% dos casos da patologia, as pacientes podem apresentar sintomas depressivos e depressão em frequência superior a 40%.

A detecção e o tratamento da depressão, nesta população, são de fundamental importância, pois sintomas depressivos podem interferir de maneira significativa no tratamento da condição clínica do câncer.

A doença envolve questões como a sexualidade, autoestima e a possível perda da mama. Todos esses fatores podem contribuir para um quadro depressivo na mulher, como destaca Fabiana Nery, médica psiquiatra da Clínica Holiste.

“A depressão pode afetar negativamente o prognóstico do paciente ao gerar aumento da dor, do desejo de morrer e acentuar o prejuízo funcional global. Os critérios diagnósticos para depressão incluem sintomas que frequentemente são encontrados em pacientes com câncer, tais como inapetência, perda de peso, insônia, perda de interesse e energia. Essa semelhança normalmente leva a não valorização desses sintomas como parte de uma síndrome depressiva, dificultando seu diagnóstico em portadores de câncer”, enfatiza.

Segundo a psicóloga Daniela Araujo, também da Clínica Holiste, lidar com as duas doenças não é uma tarefa fácil para a mulher, sobretudo porque envolve muitas questões psicológicas. “Passar por um câncer de mama é ter a imagem do próprio corpo modificada, portanto algo pode mudar definitivamente. Lidar com isto não é fácil, ainda mais para mulheres que são tocadas diretamente pelos aspectos femininos. Em minha prática, houve um caso de uma paciente não conseguir sair de casa, pois só de pensar que poderiam notar sua diferença estética, ela já sentia uma forte angústia”, comenta.

Além da depressão, 50% das mulheres acometidas pelo câncer de mama podem desenvolver o Transtorno de Ansiedade. Vários fatores podem desencadear o desenvolvimento destes quadros, como problemas físicos, a própria ação inflamatória do câncer e a questão adaptativa, de se acostumar com um diagnóstico novo e com o tratamento.

“Muitas vezes a própria medicação traz sintomas depressivos, a falta de suporte social, principalmente em mulheres mais jovens, tudo isso aumenta o risco de depressão no câncer de mama”, afirma Lívia Castelo Branco, médica psiquiátrica da Holiste.

Holiste nas redes sociais

www.facebook.com/holistepsiquiatria

www.twitter.com/holistebr

www.youtube.com/c/HolistePsiquiatria


Santo Antônio de Jesus registra 57 casos de AIDS em 2017 e 7 mortes no ano


Santo Antônio de Jesus no Recôncavo Baiano já registou em 2017, sete mortes por HIV/AIDS, em todo o estado já são 113.  49 em Salvador. Além de Itabuna e Una, os municípios com quantidade significativa de óbitos são Teixeira de Freitas (9), Santo Antônio de Jesus (7), Jequié (6), Serrinha (6), Juazeiro (5) e Irecê (3).

2.725 novos casos já foram registados esse ano segundo a SESAB – Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, em Salvador já foram notificados, 1.370, em Feira de Santana 226.

29 crianças também foram diagnosticadas com a doença na capital, sendo 53 em toda a Bahia.

Depois de Salvador, Feira de Santana e Itabuna, os municípios com maior quantidade de ocorrências são Eunápolis (97), Juazeiro (67), Santo Antônio de Jesus (57), Alagoinhas (56) e Porto Seguro (55), Jequié (54) e Teixeira de Freitas (43).

O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Assim pega:

  • Sexo vaginal sem camisinha;
  • Sexo anal sem camisinha;
  • Sexo oral sem camisinha;
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
  • Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Assim não pega:

  • Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
  • Masturbação a dois;
  • Beijo no rosto ou na boca;
  • Suor e lágrima;
  • Picada de inseto;
  • Aperto de mão ou abraço;
  • Sabonete/toalha/lençóis;
  • Talheres/copos;
  • Assento de ônibus;
  • Piscina;
  • Banheiro;
  • Doação de sangue;
  • Pelo ar.

Principais sintomas da AIDS

Os principais sintomas da AIDS, só se manifestam se a pessoa não realizar nenhum tratamento contra o vírus, surgindo cerca de 8 a 10 anos após a contaminação com o HIV ou em certas situações onde o sistema imunológico está fraco e debilitado. Assim, os sintomas podem ser:

  1. Febre persistente;
  2. Tosse seca prolongada e garganta arranhada;
  3. Suores noturnos;
  4. Inchaço dos gânglios linfáticos durante mais de 3 meses;
  5. Dor de cabeça e dificuldade de concentração;
  6. Dor nos músculos e nas articulações;
  7. Cansaço, fadiga e perda de energia;
  8. Rápida perda de peso;
  9. Candidíase oral ou genital que não passa;
  10. Diarreia por mais de 1 mês, náusea e vômitos;
  11. Manchas avermelhadas e pequenas bolinhas vermelhas ou feridas na pele.