Funcionários do Hospital de Mutuípe seguem com salários atrasados

Vencimentos de novembro e dezembro ainda não foram pagos. Os salários dos funcionários do Hospital e Maternidade Clélia Chaves Rebouças em Mutuípe seguem atrasados, aos oito dias de janeiro, os que trabalham no local não receberam vencimentos de novembro e dezembro de 2017. Denunciado pelo Mídia Bahia, em 21 de dezembro, o 13° salário foi … Leia Mais


O que é um aneurisma cerebral?

Especialista do Hospital 9 de Julho tira dúvidas comuns dos pacientes sobre a doença que atinge o cérebro e pode matar em questão de segundos.  Uma doença assintomática que pode ser fatal, assim se caracteriza o aneurisma cerebral, uma dilatação dos vasos sanguíneos que atinge dois em cada 100 brasileiros. O Dr. André Bianco, neurocirurgião … Leia Mais


Alergia ao calor: entenda o problema e os possíveis tratamentos

A alergia ao calor manifesta-se basicamente com alterações de pele que aparecem sob a forma de urticária (placas pelo corpo com vermelhidão e coceira intensa). A urticária ao calor é um tipo de urticária física. Pode estar associada a outros tipos de urticária física como urticária ao frio e solar. A urticária ao calor é uma das apresentações mais … Leia Mais



Especialistas listam as melhores posições sexuais para engravidar

Existem melhores posições sexuais para quem deseja engravidar? Segundo um estudo da Clínica Beau Soleil, na França, a reposta é sim. No entanto, o excesso de preocupação pode atrapalhar o processo, independente da posição escolhida. O estudo Pesquisadores dos departamentos de radiologia e urologia da clínica francesa se juntaram para analisar, a partir de exames de imagem … Leia Mais


Epidemia de HIV cresce ‘em ritmo alarmante’ na Europa, alerta OMS


Números de casos de HIV tem crescido alarmadamente.

O número de novos diagnósticos de HIV na Europa está crescendo “em um ritmo alarmante”, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (28).

 

Em 2016, foi registrado o índice mais elevado desde que os registros foram iniciados: 160 mil pessoas contraíram o vírus nos 53 países do continente.

 

Deste total, cerca de 80% dos casos aconteceram no leste europeu, segundo informações do jornal O Globo. “Este é o número mais alto de casos registrados em um ano.

 

Se esta tendência persistir, não conseguiremos atingir a meta de acabar com a epidemia de HIV até 2030”, ressaltou a diretora regional da OMS, Zsuzsanna Jakab, em um comunicado.

 

Para a organização, os dados são particularmente preocupantes porque muitos pacientes já portavam a infecção vários anos antes do diagnóstico, o que leva à hipótese de transmissões para outras pessoas.


Alopecia Areta atinge barbas, sobrancelhas, bigode, cílios e até pelos do corpo


A alopecia areata é uma doença inflamatória associada a alteração no sistema imunológico. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o problema afeta de 1 a 2% da população, podendo acometer ambos os sexos.

Quando nos referimos à doença, a maioria das pessoas a relaciona à queda dos fios ou às falhas no cabelo. No entanto, ao contrário do que se pensa, o distúrbio acomete não só o couro cabeludo, mas também outras partes como sobrancelhas, barba, bigode, cílios e pelos do corpo. Há casos em que todos os pelos do corpo caem e a pessoa fica completamente sem pelos (Alopecia Universal).

De acordo com a dermatologista, Dra Cíntia Guedes Mendonça, a doença não tem uma causa definida, mas geralmente é associada ao estresse e à genética. Entre os sintomas, sensação de queimação ou coceira, além da região  ficar com aspecto liso, arredondado e com coloração rosácea.

Para o Dr. Thiago Bianco, médico referência em implante capilar, a perda brusca dos cabelos pode ser assustadora, mas é possível reverter a queda e corrigir as falhas no couro cabeludo por meio de corticoides por via oral ou injetáveis. “Após poucos meses o paciente já pode notar o crescimento de novos fios, porém existem casos de recidivas, vai depender da reação de cada organismo”, conclui.

“A alopecia não tem cura por ser autoimune. O ideal é controlar os efeitos com os tratamentos recomendados pelo médico, já que a doença pode surgir uma única vez ou repetidas vezes”, adverte a dermatologista.

 Dra. Cíntia Guedes Mendonça

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (SP), Dra Cíntia Mendonça possui título de especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e certificação de medicina estética pelo Instituto Brasileiro de Ensino (ISBRAE). Pós-graduada em dermatologia pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, fez residência médica em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital Municipal Maternidade “Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva” (Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Nova Cachoerinha).

 

Dr. Thiago Bianco

Considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo, Dr. Thiago Bianco está apto para falar sobre qualquer assunto ligado à queda de cabelo (causa e tratamento) para homens e mulheres. Graduado em Medicina em 2006, especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha.

 


Ovários Policísticos e Síndrome dos Ovários Policísticos são a mesma coisa?


Ginecologista Domingos Mantelli aponta as diferenças das doenças.

Os nomes são parecidos, mas os distúrbios são diferentes e requerem tratamentos distintos, além de possuírem sintomas díspares. Pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) têm o ovário policístico, mas nem todo o ovário policístico tem a síndrome. Isso muitas vezes causa confusão entre as mulheres.

Segundo o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, a SOP é uma síndrome plurimetabólica e muito complexa cujas características são aumento dos hormônios androgênicos (hormônios masculinos), pré-diabetes, surgimento de pelos, acne, oleosidade na pele, quedas de cabelo, falta de ovulação e falhas menstruais. “Por ser mais complexa, o tratamento da SOP também precisa ser acompanhado por outros profissionais como endocrinologista, dermatologista e, algumas vezes, psicólogo”, adverte o médico.

Já os Ovários Policísticos são pequenos cistos no ovário que provocam um desequilíbrio hormonal e levam a falhas na menstruação ou ovulação e, em alguns casos, dores agudas. Por esta razão, o ginecologista recomenda muita atenção aos sintomas e a procura de um especialista para a realização de exames.

“É necessário ter uma alimentação balanceada, evitar o consumo excessivo de álcool e de café, reduzir o estresse, e ter atividades físicas frequentes, além de consultas regulares ao ginecologista”, conclui Mantelli.

Dr. Domingos Mantelli

Ginecologista e obstetra com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e pós-graduado em residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.


Arritmias cardíacas podem ser identificadas por meio do autoexame dos pulsos


Pouca gente sabe que o autoexame dos pulsos permite que qualquer pessoa identifique arritmias cardíacas que não costumam apresentar sintomas. Caracterizado como uma alteração da frequência ou do ritmo dos batimentos cardíacos, o problema pode passar despercebido e, se não tratado a tempo, pode ser fatal.
De acordo com a Cardiologista da Clínica ADS, Adriana Taboada, “não dá para abrir mão da avaliação feita por um especialista por meio de avaliação clínica e exames complementares, mas o autoexame dos pulsos é uma ferramenta adicional que auxilia na detecção das arritmias no intervalo entre as consultas médicas regulares”, defende.
Ela explica que qualquer pessoa pode fazer este exame: jovens, idosos, homens e mulheres, pois “as arritmias cardíacas podem ocorrer em qualquer idade, inclusive em quem não tem aparentemente nenhuma doença cardíaca ou fator de risco para doenças do coração”, frisa.
As arritmias cardíacas podem ser intermitentes e, quando surgem, podem ter curta duração ou podem se sustentar por períodos mais prolongados. Dessa forma, um autoexame dos pulsos normal em determinado momento não exclui que, em outros momentos, o paciente tenha arritmia. Por isso, “o autoexame deve ser feito com relativa frequência. Não precisa ser todos os dias, mas uma vez por semana ou pelo menos uma vez por mês vale a pena verificar os batimentos”, orienta Taboada.
Como fazer – O paciente deve posicionar os seus três dedos médios sobre seu pulso radial no antebraço (o pulso radial pode ser encontrado traçando-se uma linha imaginária em continuação ao polegar). Aplicando uma pressão suave nos dedos, o paciente conseguirá sentir suas pulsações. Deve-se contar quantas pulsações são sentidas em um intervalo de tempo de 15 segundos e o resultado deve ser multiplicado por 4. Esta é a frequência cardíaca naquele momento.
Desta forma, se a pessoa sente 20 pulsações em um intervalo de 15 segundos, por exemplo, deve multiplicar o resultado por 4 (20×4) para encontrar o valor de 80 batimentos por minuto (bpm). O valor normal da frequência cardíaca em repouso é de 50 a 100 bpm. Frequências abaixo ou acima destes valores não necessariamente indicam a presença de problemas cardíacos, mas servem de alerta para que o paciente procure um cardiologista para investigação.
Outro aspecto que deve ser observado, além da frequência cardíaca, é a regularidade dos batimentos. Qualquer alteração na cadência dos batimentos, acelerações e desacelerações súbitas ou a presença de pausas nas pulsações também são evidências da presença de arritmias.Se a partir do autoexame dos pulsos, a pessoa desconfiar que o ritmo cardíaco não estánormal, o melhor a fazer é agendar uma consulta com um médico cardiologista, pois somente este especialista pode fazer o diagnóstico preciso e definir o melhor tratamento.
Vale destacar que as consultas de rotina devem ser realizadas anualmente, mesmo para pacientes assintomáticos. A realização de exames específicos é determinada pelo médico assistente, de acordo com os fatores de risco e as necessidades de cada paciente.

Conheça 15 sintomas do câncer de pâncreas


Câncer de pâncreas é um dos mais difíceis de ser descoberto.

Desde que o apresentador Marcelo Rezende da Record TV, descobriu ter câncer de pâncreas, o qual inclusive lhe tirou a vida, os brasileiros ficaram assuntados com a doença e passaram a ter maior interesse pelo tipo específico. O câncer de pâncreas é um dos mais difíceis de ser descoberto e na maioria dos casos quando é identificado já esta em estado avançado.

O câncer de pâncreas é um dos mais mortais em todo o mundo, uma pessoa em cada dez com a doença não sobrevive mais que cinco anos. E geralmente quando os sintomas aparecem, são identificados como outra doença pois se assemelham a outras patologias.

Dor de barriga por exemplo, pode ser indícios do câncer de pâncreas. Dores no estômago, nas costas, perda de peso inesperada e injustificável, indigestão, intestino desregulado, perda de apetite, pele com tom amarelado principalmente na região dos olhos, dificuldades para engolir, gripe e resfriado e diabetes.  No caso da perda de peso, muita das vezes, o problema é atribuído a tireoide, quando na verdade pode ser a presença do câncer. Além dos dez sintomas apresentados, outros também são característicos, entre eles: Urina escura, Fezes esbranquiçadas ou com gordura, Coceira na pele, Náuseas frequentes e vômitos e Formação de coágulos de sangue ou sangramentos.

Em fase inicial o câncer de pâncreas geralmente não apresenta sintomas.

Alguns dos sintomas apresentados acima pode indicar outras doenças, mas se a presença deles tem sido constante é aconselhável procurar ajuda médica. Inicialmente um clínico geral, poderá avaliar o caso, sendo necessário o próprio poderá solicitar a procura de um gastroenterologista ou endocrinologista.

A causa exata do aparecimento da doença ainda é desconhecido, mas acredita-se em falha genética ou de forma hereditária.