Crianças podem desenvolver TOC

De Luciana Brites* O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é um transtorno de ansiedade que faz o cérebro ficar focado em alguns medos ou obsessões. Quem tem TOC acredita que algo ruim pode acontecer caso esses ritos não sejam feitos. Alguns hábitos comuns são lavar as mãos várias vezes e checar se a porta está fechada. … Leia Mais


DST pouco conhecida e resistente, se alastra e alarma médicos

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus. A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o … Leia Mais


Anvisa aprova medicamento para tratar todos os genótipos do vírus da hepatite C

A Anvisa acaba de publicar a aprovação de Epclusa® (sofosbuvir 400mg/velpatasvir 100mg), medicamento da Gilead Sciences para tratamento pangenotípico (genótipos 1 ao 6) e panfibrótico do vírus da hepatite C em adultos. Epclusa® oferece taxas de cura de 98% em apenas 12 semanas de tratamento para todos os perfis de pacientes. “A aprovação do Epclusa® … Leia Mais


Como driblar as armadilhas do inverno sem colocar a dieta em risco

Sempre quando cai um pouco mais a temperatura, nosso organismo tende a buscar alimentos mais calóricos e gordurosos e, se não tomarmos cuidado, corremos o risco de exagerar e ganhar alguns quilinhos extras. “No inverno não há muita transpiração, e a “necessidade” de hidratação é menor em relação ao calor, por isso reduzimos o consumo de água, … Leia Mais


O crescimento da biomedicina no Brasil e no Mundo: 4 desenvolvimentos científicos históricos


O termo biomedicina significa o estudo da saúde através da biologia. Dessa maneira, as diferentes partes do corpo são estudadas com um viés biológico, garantindo o estudo de curas ou de melhorias para os mais diferentes tipos de doenças.

Além disso, este campo de estudo leva em consideração também os fatores históricos e culturais, trazendo padrões e tendências como referências para explicar as mudanças no corpo, tanto positivamente, como também, negativamente.

A biomedicina é um campo do conhecimento mais moderno, no Brasil, o seu estudo foi implementado na década de 60, já em outros países como Os Estados Unidos, Inglaterra e Austrália, muito antes, trazendo várias descobertas inovadoras e andando lado a lado tanto com a medicina como com a biologia.

Os estudiosos dessa área trabalham principalmente como docentes e também como pesquisadores dentro das áreas da biologia e da medicina. Devido a isso, esse é o segmento responsável por grande parte das descobertas científicas que mudaram e mudam a trajetória da vida na terra. Abaixo selecionamos alguns desses desenvolvimentos científicos históricos:

  1. Estudo do genoma do cancer

Nem todos os canceres são iguais, dessa forma, quando os genomas dos tumores são estudos é possível ver qual é o melhor tratamento para ele, dessa forma, a pessoa tem maiores chances de sobreviver com um tratamento mais assertivo e eficaz.

  1. Utilização das células-mães

Foi graças ao descobrimento das células-mães que diversas doenças estão sendo tratadas em todo o mundo. Elas podem ser aplicadas toda a vez que as células de algum Sistema são afetadas, regenerando-o.

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  1. Desenvolvimento do transplante de órgãos

O desenvolvimento do transplante de órgãos foi um dos maiores avanços na medicina, já que permite salvar milhões de vidas em todo o mundo. Essas cirurgias estão cada vez mais avançadas, e hoje é possível realizar transplante até mesmo de um rosto ou de um órgão genital masculino, por exemplo.

  1. Utilização da impressora 3D

A impressora 3D também tem sido utilizada na medicina principalmente nos implantes. Com a impressora é possível criar peças perfeitas e totalmente específicas para cada paciente. A utilização dessa tecnologia ainda é proibida no Brasil, por exemplo, mas já está sendo aplicada nos países citados acima.

Vale ressaltar que todos esses avanços na medicina são graças às novas tecnologias, entre elas a nanotecnologia, a qual trouxe ferramentas boas os suficientes para estudar células em níveis muito menores do que um microscópio normal consegue alcançar. Além disso, os profissionais da área que são dedicados e apaixonados pelas descobertas científicas. Todos esses avanços vêm moldando a humanidade e trazendo mais soluções para os diversos tipos de problemas de saúde que podem surgir. A Biomedicina é essencial para que a cada dia que passa, o homem aprenda mais sobre si mesmo, e principalmente como prevenir o surgimento de doenças e como ter uma vida com mais qualidade de vida e de bem-estar.


Estudo mostra que endometriose aumenta risco de parto prematuro


Segundo pesquisa realizada pelo ginecologista Dr. Edvaldo Cavalcante em parceria com o Gapendi (Grupo de Apoio às Portadoras de Endometriose e Infertilidade), 55% das mulheres com endometriose também foram diagnosticadas com infertilidade.

Mas, além da dificuldade para engravidar, a endometriose pode também aumentar o risco de um parto prematuro, assim como de que o bebê nasça pequeno para a idade gestacional (PIG), com peso igual ou menor que 2,5 kg.

Essas afirmações são fruto de uma meta-análise, publicada Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica (1), que avaliou 21 estudos com 2.517.516 mulheres que preencheram os critérios de inclusão da pesquisa. Os resultados mostraram que as mulheres com endometriose tinham uma probabilidade de parto prematuro aumentada em 1,47 e de bebês pequenos de 1,26 quando comparadas a mulheres sem o diagnóstico.

O estudo também avaliou as mulheres com adenomiose e para esse público os números foram ainda maiores: 3,09 para o parto prematuro e 3,23 para bebês pequenos quando comparadas a mulheres saudáveis.

Portanto, a conclusão do estudo foi que mulheres com endometriose ou adenomiose apresentam risco aumentado tanto para um parto prematuro, quanto de ter um bebê pequeno para a idade gestacional (PIG). Assim, a recomendação é que o acompanhamento pré-natal neste grupo seja ainda mais rígido e feito com maior frequência do que em mulheres sem esses diagnósticos.

Endometriose x Adenomiose

Apesar do nome parecido e de semelhanças nos sintomas e consequências das doenças, são patologias diferentes. “A endometriose se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina, ou seja, do lado de fora do útero. Pode atingir ovários, trompas, bexiga, intestino, etc. Já a adenomiose se caracteriza pela invasão de células endometriais no miométrio, a camada muscular do útero’, explica Dr. Edvaldo.

Fatores de risco

Sabe-se que grande parte das mulheres com endometriose e adenomiose, que são diagnosticadas com infertilidade, recorrem à reprodução assistida para engravidar, como a inseminação artificial e/ou a fertilização in vitro (FIV). “E sabe-se que essas técnicas aumentam a probabilidade de nascimentos múltiplos, com risco maior de parto prematuro e de bebês menores”, comenta o médico.

Mas, no estudo, os pesquisadores fizeram uma subanálise para avaliar o risco de parto prematuro em partos únicos. Os resultados mostraram que mesmo em partos únicos, o risco do parto prematuro persistiu.

Outro estudo (2), também uma meta-análise, mostrou que a endometriose aumenta o risco de parto prematuro, independente se a mulher engravidou naturalmente ou por meio da reprodução assistida.

Para o médico, os estudos são importantes para reforçar a necessidade de fazer um pré-natal ainda mais rigoroso nas mulheres com ambos os diagnósticos.

“Entretanto, graças aos avanços na medicina fetal e neonatal, os riscos da prematuridade e do bebê ser menor do que o esperado para idade gestacional podem ser avaliados e tratados para prevenir ou minimizar as condições que podem acontecer”, diz o médico. O segredo, portanto, é cuidar bem da gravidez e seguir as recomendações médicas para ter uma gravidez e um parto tranquilos.


Pesquisa indica surgimento de ‘vacina promissora’ para tratar câncer no cérebro


Kat Charles, com seu filho Jacob e o marido, Jason; em 2014, ela foi informada de que teria apenas mais três meses de vida – Foto: Brain Tumour Charity / BBCBrasil.com

Um novo tratamento para um tipo de câncer no cérebro está em desenvolvimento e pode representar um grande avanço no combate à doença, apontam os resultados iniciais de um estudo realizado no Reino Unido, no Canadá e na Alemanha.

Pacientes que sofrem desse câncer – chamado “glioblastoma” – não costumam viver por muito tempo depois da cirurgia para a retirada do tumor. A média é de cerca de 15 a 17 meses de sobrevida.

Algumas das pessoas que passaram pelo novo tratamento, no entanto, viveram duas vezes mais do que essa média, segundo os pesquisadores.

O tratamento padrão para glioblastoma, o mais agressivo dos tumores cerebrais em adultos, envolve a remoção do tumor, seguida de radioterapia e quimioterapia.

A nova técnica, por sua vez, usaria as células do sistema imunológico do próprio corpo para atacar o câncer.

Ela consiste na coleta de células dendríticas (glóbulos brancos) dos pacientes e na sua combinação com uma amostra de seus tumores. Assim, quando essa vacina é injetada no paciente, seu sistema imunológico conseguiria reconhecer o câncer e atacá-lo.

A pesquisa está ainda em fase inicial e envolveu 331 pacientes, sendo que 232 deles receberam a vacina da imunoterapia, chamada DCVax, enquanto o resto recebeu placebo e o restante dos cuidados normais.

Os resultados preliminares dos 11 anos em que o estudo tem sido realizado mostram que os pacientes envolvidos no teste viveram mais de 23 meses depois da cirurgia para retirada do tumor, em média – e 100 deles chegaram a sobreviver 40,5 meses na época da análise.

A pesquisa, divulgada na publicação científica Journal of Translational Medicine, ainda não está concluída. Sendo assim, ainda não há o detalhamento sobre quem recebeu a vacina e quem recebeu o placebo.

Mas houve quem sobreviveu por mais de sete anos após a cirurgia, segundo os pesquisadores.

Para a instituição de caridade britânica “Brain Tumor Charity”, dedicada aos pacientes com esse tipo de câncer, os primeiros resultados da pesquisa já se mostram “promissores”.

Efeitos

Kat Charles recebeu a notícia em 2014 de que ela teria apenas mais três meses de vida – os médicos britânicos não viram mais alternativas para tratar seu diagnóstico de tumor cerebral.

“Eles me disseram que não havia mais o que fazer”, afirmou ela, que tem 36 anos hoje.

Depois de ter passado por todos os tratamentos recomendados para esses casos e de ter até mesmo feito parte de testes para outro tipo de medicamento, ela e o marido, Jason, arrecadaram dinheiro para pagar pela técnica DCVax na rede particular.

Ela recebeu o tratamento, e seus últimos exames não mostram nenhum rastro do tumor.

“O DCVax fez tudo o que me disseram que seria impossível”, disse o marido de Kat. “Se não fosse por esse tratamento, eu não teria mais a minha mulher e mãe dos meus filhos aqui.”

A paciente, que vive no interior da Inglaterra, ainda toma injeções da vacina regularmente.

“Eu pego um trem até Londres, levo uma injeção em cada braço e já fico livre para ir para casa. Não me dá nenhum efeito colateral, é maravilhoso”, contou.

‘Grande avanço’

Keyoumars Ashkan, professor de neurocirurgia do King’s College Hospital, em Londres, um dos responsáveis pela pesquisa na Europa, disse que os resultados deram “uma nova esperança aos pacientes e médicos que lutam contra essa terrível doença”.

“Apesar de ainda não termos uma conclusão final, que precisa esperar os últimos dados do estudo ficarem disponíveis, o que já foi publicado hoje evidencia um grande avanço no tratamento de pacientes com glioblastoma”, pontuou.

“Otimismo cauteloso é bem-vindo nessa área em que, por tanto tempo, a doença e o sofrimento sempre estiveram em vantagem”, ponderou.

David Jenkinson, CEO da Brain Tumor Charity do Reino Unido, também se mostrou empolgado com os resultados.

“Essa pesquisa parece ser bem promissora para pacientes que têm tido tão pouca esperança em seus diagnósticos nas últimas décadas. Nós precisamos de mais análises sobre os testes e mais pesquisas na área para verificar qual papel a imunoterapia pode ter no combate ao câncer cerebral”, finalizou.

O que é o glioblastoma?

– É o tipo mais comum de tumor cerebral que começa no cérebro

– É a forma mais agressiva de tumor cerebral em adultos e costuma apresentar bastante resistência aos tratamentos

– Acredita-se que a variedade de células em um glioblastoma é um dos motivos pelos quais é tão difícil combatê-lo, porque os remédios atuais não conseguem ser efetivos contra todos os tipos de células no tumor

– Como acontece com a maioria dos tumores, a causa do glioblastoma não é conhecida. Terra.


Índice de obesidade no Brasil cresceu 60% nos últimos 10 anos

Acompanhamento multidisciplinar faz a diferença no tratamento de controle de peso.


No Brasil, dados do Ministério da Saúde revelam que nos últimos 10 anos, a taxa de obesidade aumentou 60% e a de sobrepeso 26%. Em pesquisas recentes, também foi possível observar que estar acima do peso pode aumentar o risco de desenvolver diversos tipos de câncer, além do Diabetes Mellitus.

Reprodução: corredoresanonimos.pt

“A obesidade é uma das doenças mais estudadas hoje em dia, pois é um problema mundial que está piorando a cada dia, não somente por afetar a qualidade de vida de modo geral, mas por contribuir com diversos outros problemas de saúde, entre eles o Diabetes Mellitus, doença que traz muitas complicações e de difícil controle medicamentoso”, afirma Ivan Sandoval de Vasconcellos, cirurgião bariátrico da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

A cirurgia bariátrica é um dos métodos utilizados para o controle de peso e, consequentemente, de outras doenças relacionadas. A técnica consiste em realizar um procedimento cirúrgico sobre o estômago ou intestino, visando restringir a quantidade de alimento ingerido, reduzindo sua absorção sem comprometer o equilíbrio do organismo e, assim, melhorar o metabolismo e gerar saciedade precoce (sensação mais rápida de estar satisfeito com o alimento ingerido).

Existem vários tipos de cirurgia e todas as técnicas são, atualmente, realizadas por mini-incisões, por onde finas longas pinças e micro câmera passam. Com o comando do cirurgião (diretamente ou por meio de um robô), o procedimento é feito na cavidade abdominal sem necessidade de grandes cortes, método denominado como videolaparoscopia.

Em todos os casos, é realizada a redução do estômago, por grampeamento (aparelhos modernos que permitem cortar e suturar o estômago ou intestino com rapidez e precisão). O que pode mudar é a realização do desvio intestinal, a qual traz vantagens (maior emagrecimento e melhora de doenças associadas à obesidade) e desvantagens (menor absorção de alguns nutrientes necessitando reposição vitamínica mais intensa, além de maior ocorrência de aderências, dumping ou hipoglicemia).

No entanto, para passar pelo procedimento, é necessário estar dentro de critérios estabelecidos pelas entidades científicas, gestoras e reguladoras, a nível nacional e mundial (CFM, ANVISA, Sociedades Médicas Clínicas e Cirúrgicas). Entre os critérios, o paciente precisa estar há mais de dois anos com obesidade em níveis considerados críticos, que, portanto, pode trazer riscos para a saúde. Estes níveis correspondem a acima do grau II (índice de massa corpórea 35 a 40 kg/m2), na presença de outras doenças associadas à obesidade, ou simplesmente acima de grau III (índice de massa corpórea superior a 40 kg/m2).

Em todos os casos, o especialista afirma que é obrigatório já existir tentativa de tratamento clínico antes de se decidir por cirurgia.

“As pessoas que desejam mudar a qualidade de vida, podem contar com espaços como o Centro de Obesidade da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que oferece informação e acompanhamento multidisciplinar, contando também com suporte nutricional e psicológico, para conduzir todo o processo de emagrecimento. O espaço foi pensado para atender os pacientes e seus familiares de forma segura e prática em um só lugar, pois possui equipe treinada e integrada, alinhado com a tendência mundial no tratamento da obesidade”, diz o especialista.

De modo geral, a cirurgia traz grande melhora, em alguns casos, até mesmo de resolução de algumas doenças causadas ou agravadas pela obesidade. No entanto, o cirurgião esclarece que é necessário o controle da alimentação após o processo. “É fundamental entender que a cirurgia é uma ajuda, ou seja, não é uma solução definitiva, pois caso o paciente não melhore a alimentação e pratique atividade física, o tratamento pode falhar e, com o passar do tempo, ocorre o reganho de peso com retorno da obesidade”, finaliza.

 

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 5 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor e a Acreditação Internacional Canadense. A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.


Com que frequência devemos ir ao médico?

Especialista alerta sobre os cuidados com a saúde para diferentes perfis


Todo mundo deveria saber que, quando apresentamos sintomas desagradáveis ou incapacitantes, um médico deve ser consultado, já que só ele é capaz de dar um diagnóstico e tratamento exatos. O simples ato de ir ao médico quando surge um sintoma pode prevenir e ainda curar doenças.

Segundo a Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, a grande maioria da população não tem o costume de cuidar da saúde. “As pessoas têm o hábito de se automedicar ou procurar uma solução rápida para o problema com familiares, vizinhos e até no Google. O que acontece, é que isso pode acarretar um problema sério posteriormente”, explica.

Ainda segundo o especialista, check ups são muito importantes, mas poucos são os que mantêm este hábito. Tal acompanhamento é necessário para avaliar como está o funcionamento do corpo do paciente e, em caso de enfermidades, tratá-las. “Algumas doenças são insidiosas e só vêm apresentar sintomas relevantes quando já estão em estágio avançado. O costume de consultar um médico não apenas quando se está doente faz muito bem pra saúde e pra uma boa qualidade de vida.”, acrescenta.

Mas afinal de contas, você sabe com que frequência deve ir ao médico? Uma vez por ano ou duas? Todo mês ou um mês sim, outro não? A verdade é que cada idade exige uma “frequência” diferente de idas ao médico. Confira algumas dicas do Dr. Aier para diferentes perfis:

Crianças: Após a saída do hospital, caso esteja tudo bem com o recém-nascido, a primeira visita deve acontecer entre no 15º dia de vida. Passado esse período, as consultas devem ser feitas aos: 2, 4, 6, 9 e 12 meses no 1º ano de vida. No 2º ano, o pediatra deve ser consultado para o acompanhamento do bebê aos 15, 18, 21 e 24 meses. A partir daí, é necessário que se verifique o peso e a estatura a cada 6 meses até o 5º ano de vida e depois anualmente entre 6 e 18 anos. Obviamente, se o paciente apresentar alguma doença de base ou quaisquer alterações ao longo deste acompanhamento, essa periodicidade pode sofrer alterações.

Grávidas: Elas devem procurar o médico assim que tiverem o diagnóstico de gravidez ou mesmo na suspeita de, para iniciar o acompanhamento da gestação. Até o sexto mês, as visitas ao obstetra devem ser mensais. Depois disso, podem ocorrer de 15 em 15 dias, de acordo com o decorrer da gestação. Caso a gestante venha a sentir algo diferente, deve procurar imediatamente o médico.

Adultos: Devem realizar um check up com todos os exames necessários uma vez ao ano, caso não possuam nenhum problema já diagnosticado de saúde. Exames de audição e visão devem ser feitos a partir dos 40 anos, ou antes, caso existam queixas pertinentes. Os exames específicos, ginecológicos e urológicos, por exemplo, como mamografias, ultrassonografias e consultas aos especialistas, devem ser realizadas na periodicidade recomendada por cada especialidade de acordo com as idades dos pacientes.

Idosos: Se estão saudáveis, podem seguir a mesma recomendação dos adultos e ir apenas uma vez por ano. Mas se apresentam alguma doença, devem ir ao médico com a frequência determinada por ele.

Para finalizar, o especialista recomenda que as idas ao médico se tornem um hábito, para evitar maiores problemas no futuro. “Não deixem que apenas a doença leve ao médico, um acompanhamento adequado previne inúmeros problemas, a sua saúde agradece”, completa.

Para conhecer todos os detalhes sobre o Docway, que está disponível para os sistemas Android e iOS, acesse o sitewww.docway.co.