Mitos e verdades das alergias respiratórias

As doenças alérgicas são bastante comuns acometendo cerca de 30% da população mundial1. Ou seja, se você não é alérgico, é muito provável que alguém muito próximo a você tem ou já teve alguma crise. Pensando nisso, gostaria de sugerir a lista abaixo com 6 mitos comentados pela Dra. Mariana Sasse, gerente médica da GSK, … Leia Mais



Ubaíra: câmara aprova pactuação com policlínica de Santo Antônio de Jesus

Nesta segunda-feira dia 07 de maio de 2018 o plenário da Câmara de vereadores do município de Ubaíra aprovou abertura de crédito suplementar no valor de 23.000,00 (vinte e três mil reais) mensais para custear o referido pacto. Em contrapartida o município terá direito a 150 atendimentos especializados/mês,  que inclui desde Raio-X até procedimentos mais complexos como … Leia Mais




Endometriose na adolescência: como diagnosticar?


A puberdade nem sempre é um período tranquilo na vida das adolescentes. As mudanças hormonais promovem o amadurecimento dos órgãos sexuais para as meninas, levando à primeira menstruação. Além do sangramento mensal e da acne a adolescente pode começar a ter cólicas, que, apesar de considerada pela maioria das mulheres como algo normal, pode ser um sinal da endometriose, doença que afeta até 7 milhões de brasileiras, conforme estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dor pélvica inclusive durante a relação sexual pode indicar  a endometriose.

 

Por ouvir de suas mães, amigas e inclusive dos médicos que ter cólica e desconfortos durante o período menstrual é natural, as jovens pode levar em torno de 7 anos para diagnosticar a doença. E o que é mais preocupante: quando os sintomas de cólica começam na adolescência esta demora para o diagnóstico pode durar 11 a 12 anos. Para a terapeuta ocupacional, Marília Gabriela Marques, foram mais ou menos 11 anos e 8 ginecologistas até o diagnóstico correto. “Na minha adolescência sempre tive cólicas e sempre ouvia das pessoas que era normal, que quando eu casasse ou tivesse filhos, passaria”, conta. “Muita gente me dizia inclusive que era frescura”.

LEIA TAMBÉM: Adenomiose: parece endometriose, mas não é

O especialista Dr. Maurício Simões Abrão, professor associado do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo Setor de Endometriose do Hospital das Clínicas, explica que o útero da mulher é revestido internamente por uma espécie de película chamada endométrio que, quando a mulher engravida, é responsável receber o óvulo fecundado.

 

Durante o período menstrual, o endométrio é renovado e descama, sendo eliminado do corpo em forma de menstruação. “A paciente com endometriose apresenta endométrio implantado fora do útero, ou seja, podendo infiltrar outras estruturas, como por exemplo, os ovários e os ligamentos ao redor do útero. Em casos graves, o endométrio pode aderir inclusive a outros órgãos, como a bexiga e o intestino”, reforça. O que causa a dor extrema característica da endometriose é que, assim como o endométrio, estes implantes também se inflamam durante o período menstrual, podendo causar dores e até infertilidade. A relação de normalidade entre o período menstrual e as cólicas pode ser indicada como um motivo para 53% das brasileiras desconhecerem a doença, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE), em parceria com a Bayer. No entanto, é necessário estar atenta a sinais importantes da endometriose que se manifestam já na adolescência:

• Dores incapacitantes e persistentes durante todo o período menstrual e fora dele;

• Dor pélvica inclusive durante a relação sexual;

• Dificuldade e dor para evacuar.

• Dores para urinar durante a menstruação

Ao identificar esses sinais, o mais indicado é procurar um ginecologista e solicitar a investigação do quadro. Exames como o ultrassom transvaginal e de abdômen podem auxiliar no diagnóstico precoce e definição do tratamento ideal. “Quanto antes for detectada e tratada, melhor o controle sobre a endometriose, embora não tenha cura, a rapidez no diagnóstico evita as complicações da doença e inclusive que a paciente passe por tratamentos mais agressivos, além de preservar a fertilidade”, ressalta o especialista.

 

Dr. Abrão salienta ainda que no Brasil foram desenvolvidas formas de se fazer o diagnóstico da doença por Ultrassom com preparo intestinal, que tem sido muito útil para a definição do tratamento a ser realizado. Marília relembra o longo caminho que percorreu antes de saber que tinha uma doença: “antes mesmo do diagnóstico, já tive que lidar com os efeitos da endometriose. Passei por 5 cirurgias e tive as duas trompas retiradas, passei 5 anos afastada do meu trabalho e da minha vida. Se eu tivesse a informação que eu tenho hoje, com certeza tudo teria sido diferente”. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, a doença pode afetar 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva, ou seja, dos 12 aos 50 anos. (Noticias ao Minuto)


Hospital Clélia Rebouças de Mutuípe volta a ser alvo de denúncia

Unidade é acusada de demitir funcionários e não pagar direitos.


Novas denúncias encaminhadas nesta quarta-feira, 2, indicam que o Hospital Clélia Chaves Rebouças – HCCR em Mutuípe fez uma série de demissões e os servidores afastados alegam o não pagamento de salário em atraso, a rescisão, bem como outros direitos trabalhistas, a exemplo do FGTS. Uma funcionária, que trabalhou por vários anos, se disse decepcionada por nem mesmo conseguir entrar na unidade hospitalar, depois que foi afastada.
 
O HCCR é administrado pela Associação de Proteção a Maternidade e a Infância de Mutuípe – APMIM, e se mantem com uma pactuação junto a SESAB – Secretaria de Saúde do Governo do Estado da Bahia.
 
Ainda segundo as informações do grupo de funcionários demitidos, 11 no total, foi de se estranhar que novos profissionais já tenham sido contratados para substituí-los uma vez que a alegação da diretoria do Hospital, para as demissões, era o corte de verbas feito pela Secretaria de Saúde do Estado.
 
Em agosto e novembro do ano passado, os vencimentos salariais, de acordo com denúncias de servidores, chegaram a acumular até três meses de atraso.
 
A reportagem do b1 tentou contato com o hospital, e um dos diretores informou que a D. Célia, a presidente da Associação de Proteção a Maternidade e à Infância de Mutuípe, disse que atenderia à reportagem somente nesta quarta-feira, 3. As informações são do b1.

Dente siso inflamado?


O dente siso é com certeza o maior causador de reclamações de pacientes adolescentes / jovens. Ele começa a aparecer (ou as vezes nem aparece) na boca entre os 15 – 17 anos. Na maioria dos casos ele nasce em uma posição inadequada (inclinado ou totalmente na horizontal..) e causa grande desconforto. Esse posicionamento inadequado acaba por dificultar a sua correta higienização. E assim como em muitos casos ele não “nasce completamente” fica sobre ele um “capuz gengival” (foto 1) que acumula restos de alimentos e consequentemente muitas bactérias. Outra reclamação frequente por exemplo é a de morder a bochecha. A posição do dente acaba por fazer com que a bochecha acabe sendo traumatizada dessa forma gerando ulceras (aftas) e muita dor. Não há duvidas de que nesses casos a solução é arrancar (extrair) o dente siso.

LEIA TAMBÉM: Mega-Sena pode pagar R$ 20 milhões nesta quarta

PERICORONARITE RELACIONADA AO SISO

Quando ocorre uma inflamação e até infecção dessa gengiva damos o nome de pericoronarite.

Os sintomas são principalmente:

Dor;
Dificuldade em mastigar no local;
Dificuldade em abrir a boca (trismo);
Mal hálito;
Sangramento;
Dor de cabeça;
Dor de ouvido;

SOLUÇÃO CASEIRA ATÉ PROCURAR O DENTISTA?
É recomendado que você procure imediatamente seu dentista de confiança para que seja realizado um procedimento para tratar a pericoronarite e após isso proceder a extração do dente. Assim o dentista irá lavar (irrigar) o local com solução fisiológica para retirar toda a placa bacteriana acumulada na região. Se existir a presença de pus (sinal de infecção) antibióticos devem ser prescritos. Se você não puder imediatamente procurar um dentista procure tomar um analgésico ou anti-inflamatório e aplicar com ajuda de um cotonete soluções de clorexidina a 0,12% ou água oxigenada em 10 volumes. Dessa forma é importante ressaltar portanto que se estes sintomas aliviarem e você não extrair o dente siso o problema retornará. Por isso procure seu dentista para um exame radiográfico adequado e programar a extração do seu dente. (Odontoblogia)


Beber café pode ser saudável e a ciência explica por que

Café diminui o risco de cirrose, Alzheimer ou Parkinson e ajuda o sistema cardiovascular.


Beber café tornou-se um hábito preferido para as pessoas quando enfrentam um dia de trabalho ou obrigações. A cafeína nos dá a energia que precisamos no começo do dia. No entanto, também foram atribuídos propriedades negativas que podem causar problemas de saúde , como hipertensão.

No entanto, vários estudos científicos mostraram que o consumo diário desta bebida (sempre em quantidades controladas, é claro) não é apenas inofensivo, mas também fornece certos benefícios para a nossa saúde.(Para ler artigos relacionados sobre saúde e bem estar acesse aqui.)

Diminui o risco de cirrose

Em um estudo realizado por cientistas do Instituto Mario Negri, na Itália , descobriu-se que o consumo de café pode reduzir os riscos de desenvolver cirrose hepática em até 50%.

Reduz as chances de ter Alzheimer ou Parkinson

No Centro de Pesquisa de Doença de Alzheimer, com sede em Tampa, eles realizaram vários estudos que determinaram o impacto do consumo de café no desenvolvimento da doença de Alzheimer . Os resultados do estudo mostraram que beber três xícaras de café por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença em até 65%.

Por sua parte, a Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil concluiu que beber café regularmente pode funcionar como uma solução preventiva para a doença de Parkinson , reduzindo o risco de desenvolver a doença em 20%.

Isso afeta positivamente o sistema cardiovascular

Outro equívoco generalizado sobre o café tem a ver com o seu impacto no sistema cardiovascular. E é isso, como evidenciado por vários estudos realizados por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard, da Universidade Nacional de Cingapura e do Brigham Women’s Hospital, mostrou que as pessoas que bebem 3-5 xícaras de café por dia têm três vezes menos probabilidade de sofrer de problemas cardíacos em comparação com aqueles que ingerem outros tipos de bebidas.


Ácido ou alcalino, pH da vagina pode determinar sexo do bebê

Ginecologista e obstetra Domingos Mantelli explica como funciona


Você sabia que as características internas do corpo da mulher podem favorecer um determinado tipo de espermatozoide? Segundo o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, um pH ácido é mais propício para a concepção de meninas, enquanto o pH alcalino favorece a de meninos. Isso também acontece devido à resistência dos espermatozoides que carregam o cromossomo X.

De acordo com Mantelli, no livro “Como escolher o sexo do seu bebê”, do Dr. Landrum Shettles, há um estudo sobre a possibilidade de escolher o sexo do bebê de forma natural. “Dr. Landrum dedicou anos de pesquisas científicas e chegou à conclusão que, se seguirem suas recomendações à risca, a chance, que é de 50%, pode subir para até 87%. As pesquisas são baseadas no peso dos espermatozoides que carregam o cromossomo X (que vai gerar uma menina) e Y (que vai gerar um menino). Os espermatozoides “Y” são menores, mais leves, mais rápidos, menos resistentes, preferem um pH alcalino e vivem em torno de 24h após a ejaculação. Já os “X” são maiores, mais pesados, mais lentos, mais resistentes, preferem um pH mais ácido e vivem em média de 48 a 72h após a ejaculação”, comenta Mantelli.

LEIA TAMBÉM: Novo implante vaginal pode ajudar na proteção de mulheres contra HIV

A conclusão é que podemos lançar mão de alguns métodos citados pelo médico para ajudar a realizar a escolha do casal, porém é preciso reforçar que essa é uma pesquisa baseada em probabilidades, e não conta com 100% de garantia. O médico recomenda que a mulher, antes de engravidar, tenha consultas ginecológicas, faça exames e deixe seu organismo pronto para uma futura concepção.

Domingos Mantelli

Ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA), com residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.