Medicamento usado para controle de hipertensão pode causar câncer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta terça-feira (4) um alerta para o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo do medicamento hidroclorotiazida, utilizado para tratamento da hipertensão arterial e para controle de edemas. “A descoberta foi realizada por meio de estudos epidemiológicos que demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa … Leia Mais


Síndrome de Angelman exige cuidados desde a infância

Segundo estudos, a Síndrome de Angelman está presente em uma de cada 12 mil crianças que nascem. Isso mostra que sua incidência é considerável, mesmo sendo muito pouco falada. Provocado por uma mutação genética, o distúrbio exige cuidados, pois causa sérias anomalias neurológicas desde a infância. De acordo com o neurologista infantil Dr. Clay Brites, … Leia Mais




Férias escolares é o momento para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes


Férias escolares, viagens, família reunida e festas de fim de ano. Além de todas essas comemorações e momentos de lazer, é importante aproveitar o período para cuidar da saúde também. Certas atividades, como participar de eventos e ir a locais com muita gente, podem aumentar a disseminação de doenças infecciosas.1 Por isso, é importante que os pais reservem um tempo durante as férias para colocar em dia o cartão de vacinação das crianças.2

Mesmo que a família não esteja com viagem programada, é importante que as crianças e adolescentes estejam com as vacinas recomendadas em dia para reduzir chances de contrair e disseminar doenças.1,4 “O cartão de vacinação é um documento importante e deve ser mantido atualizado. Durante o período de férias há um aumento do fluxo de viajantes pelo mundo, o que pode acarretar em introdução ou reintrodução de doenças que já se encontravam sob controle no Brasil. Um exemplo disso é a entrada do vírus do sarampo, que tem produzido centenas de casos na região norte do país. Para evitar transtornos, a carteira de vacinação deve ser verificada e atualizada com antecedência, pois alguns países exigem vacinas específicas”, afirma o Dr. Jessé Alves, gerente médico de vacinas da GSK.

A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas.3,4 Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano e é responsável pela erradicação de doenças.As vacinas reduzem o risco de infecção, estimulando as defesas naturais do corpo, ajudando-o a desenvolver a imunidade à doença.3

O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas recomendadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).4,5

Já a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização das crianças e jovens. 6,7,15

Uma das doenças graves que pode ser prevenida por vacinação é a meningite meningocócica. Trata-se de uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito.9 Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).9,10

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença.10,11 Outras formas de prevenção são evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.11

Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo sorogrupo B e a vacina contra os sorogrupos A, C e W e Y.6,7,10 A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.6,13

A vacina para prevenção da doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y é indicada para crianças a partir dos 2 meses de idade, adolescentes e adultos, também disponível apenas na rede privada.6,12 Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.5,6

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança e cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria, mas não desenvolvem a doença.9,14 Apesar disso, podem transmitir a outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias.9

Por isso, a vacinação é um recurso importante para a prevenção das doenças infecciosas em crianças, adolescentes e adultos.5,11

 

Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico.

 

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

 

Referências:

1 – CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION.Travel Smart: Get Vaccinated. Disponível em: <https://www.cdc.gov/features/vaccines-travel/index.html>. Acesso em: 24 de out. 2018.

2 – BRASIL. Governo do Brasil. Aproveite as férias para atualizar o cartão de vacinação. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/noticias/saude/2018/01/aproveite-as-ferias-para-atualizar-o-cartao-de-vacinacao>. Acesso em: 24 de out. 2018.

3 – CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Protect your baby with immunization. 2018. Disponível em: <https://www.cdc.gov/features/infantimmunization/index.html>. Acesso em: 03 out. 2018.

4 – BRASIL. Ministério da Saúde. A vacinação ainda é a melhor forma de prevenir doenças. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52650-a-vacinacao-ainda-e-a-melhor-forma-de-prevenir-contra-doencas>. Acesso em: 03 out. 2018.

5 – BRASIL. Ministério da Saúde. Vacinação: calendário nacional de vacinação. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/vacinacao/calendario-vacinacao>. Acesso em: 03 out. 2018.

6 – SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2018/2019 [atualizado até 26/08/2018]. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf>. Acesso em: 03 out. 2018.

7 – SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2018. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/21273e-DocCient-Calendario_Vacinacao_2018-final2.pdf>. Acesso em: 03 out. 2018.

8 – SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. SBP e CFM alertam a população e os médicos para a necessidade de estar com o calendário de vacinação em dia. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/sbp-e-cfm-alertam-a-populacao-e-os-medicos-para-a-necessidade-da-estar-com-o-calendario-de-vacinacao-em-dia/>. Acesso em: 03 out. 2018.

9 – WORLD HEALTH ORGANIZATION. Meningococcal Meningitis. Disponível em: <www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/meningococcal-meningitis>. Acesso em: 03 out. 2018.

10 – SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Doença meningocócica (DM). Disponível em: <https://familia.sbim.org.br/doencas/88-doenca-meningococica-dm>. Acesso em: 03 out. 2018.

11 – BRASIL. Ministério da Saúde. Meningite: causa, sintomas, prevenção e tratamento, 2018. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/meningites>. Acesso em: 30 out. 2018.

12 – MENVEO [vacina meningocócica ACWY (conjugada)]. Bula da vacina.

13 – BEXSERO [vacina adsorvida meningocócica B (recombinante)]. Bula do produto.

14 – ERVATI, M.M. et al. Fatores de risco para a doença meningocócica. Revista Científica da FMC, 3(2): 19-23, 2008.

15 – SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação do adolescente: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) – 2018/2019 (atualizado até 29/08/2018). Disponível em: <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adolescente.pdf>. Acesso em:  30 out. 2018.


O chá verde aumenta a sua capacidade intelectual e diminui risco de doenças, diz estudo


Foto: ThinkSTock/Getty Images (/)

Você já ouviu falar por aqui que o chá verde é um grande aliado da dieta, certo? Mas a antiga bebida, que já é usada há séculos na medicina chinesa, tem chamado a atenção dos cientistas.  O chá e seus extratos possuem grande potencial para diminuir o risco de várias doenças e males como: câncer, pressão arterial, colesterol e até mesmo a doença de Alzheimer.

 

Além disso, estudos recentes ainda descobriram que um composto em particular do chá verde, conhecido como EGCG, pode melhorar o funcionamento de uma determinada parte do corpo: o cérebro. Em 2014, uma equipe da Universidade de Basel, na Suíça, deu extratos de chá verde a 12 voluntários saudáveis e fotografou seus cérebros para acompanhar as mudanças na conectividade em certas regiões.

 

Foi dado, aos participantes, bebida com extratos equivalentes a uma ou duas xícaras de chá verde. Depois de quatro doses semanais, a equipe detectou maior conectividade nas regiões do cérebro associadas à memória. Desde a publicação dessa pesquisa, o interesse pelo assunto tem crescido no meio dos pesquisadores.

 

Agora, os estudiosos querem se aprofundar nos benefícios que a erva pode trazer aos sintomas de certas doenças neurológicas e distúrbios psiquiátricos.


Conhece a Síndrome de Williams?

Apesar de não ter cura, neurologista infantil esclarece que médicos podem ajudar esses pacientes a ter uma melhor qualidade de vida.


Apesar de ainda ser pouco conhecida, a Síndrome de Williams tem particularidades que são facilmente notadas. Por exemplo, as crianças que sofrem disso apresentam características faciais típicas, como lábios grossos, olhos relativamente grandes, nariz pequeno, ponte do nariz mais aprofundada.

Segundo o neurologista infantil Dr. Clay Brites, do Instituto NeuroSaber, a síndrome se caracteriza como uma falha ou uma desordem no cromossomo 7. “É importante notar que afeta crianças de ambos os sexos e que pode levar a problemas de desenvolvimento e de comportamento, como o TDAH e Autismo.”

O especialista explica que a Síndrome de Williams ganhou notoriedade após ser descrita pelos médicos J. C. P. Williams, em 1961; e A. J. Beuren, em 1962. “Por isso que em alguns lugares a síndrome recebe o nome de Williams-Beuren”.

De acordo com o neurologista infantil, os sintomas são os mais variados possíveis, mas, se bem conhecidos, podem ajudar até no diagnóstico precoce. Os pequenos com Williams-Beuren têm estatura aquém para a idade, os dentes são espaçados, o peito é escavado e possui uma deformidade que dá aspecto de tórax mais fundo.

Brites explica que eles também têm hipotonia que é baixo tônus muscular; baixo peso ao nascer, baixo timbre de voz, atrasos no desenvolvimento motor e espacial, alterações de linguagem e problemas renais entre outros. “Outra característica marcante: são extremamente sociáveis e hiperativos o que chama muito a atenção de observadores atentos”.

– O acompanhamento médico é importante e essencial em tudo aquilo que pode comprometer a vida da criança, independente do caso apresentado – reforça.

Em relação aos danos causados por Williams-Beuren, Brites diz que os profissionais especializados conseguem dar todo o aparato para uma melhor qualidade de vida ao paciente que sofre dessa síndrome. “Além disso, eles estão preparados para lidar com possíveis complicações provenientes da síndrome, como problemas no desenvolvimento cognitivo, motor e comportamental”.

– Ressaltando que não há cura nem tratamento específico. No entanto, o médico conta com a ajuda de profissionais de outras áreas, como a psiquiatria e a psicologia. Outras especialidades que podem fazer parte do acompanhamento são neurologia, angiologia, nefrologia, cardiologia, otorrinolaringologia, pediatria, entre outros – reforça.

Sobre o especialista

Um dos idealizadores do Instituto NeuroSaber (www.neurosaber.com.br), Dr. Clay Brites é neurologista infantil,  tem título de especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria e doutor em Ciências Médicas pela UNICAMP.

NeuroSaber

O projeto nasceu da necessidade de auxiliar familiares, professores, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, médicos e demais interessados na compreensão sobre transtornos de aprendizagem e comportamento. A iniciativa tem como objetivo compartilhar informações valiosas para impactar as áreas da saúde e educação, além de unir especialistas do Brasil e do exterior.


Família é muito importante na prevenção e controle do diabetes


Quando a família recebe o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1(DM!) – representa 10% do total de casos da doença – que atinge crianças e adultos jovens – a primeira reação dos pais, principalmente os que têm menos acesso à informação, é comprar produtos diet (bem mais caros) chegando até a sacrificar a alimentação dos outros filhos

Mas no Cedeba, onde as crianças e adolescentes atendidos pelo Setor Infanto-Juvenil contam com uma Brinquedoteca e orientações da pedagoga, as famílias conhecem o caminho da alimentação saudável. De forma lúdica, com jogos, os pequenos pacientes aprendem desde cedo a contar carboidratos. O trabalho vai mais além ao mostrar aos pais a importância da alimentação de qualidade. Os que vêm da zona rural, tendo à disposição alimentos saudáveis em abundância aprendem a importância de optar por alimentos naturais.

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA

A família também tem um papel muito importante na prevenção nos casos de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), afirma a diretora do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, (Cedeba), Reine Chaves Fonseca, ao destacar a relevância do tema deste ano da Campanha do Dia Mundial do Diabetes – 14 de novembro: “Família e Diabetes”.Organizada pela International Diabetes Federation (IDF), a campanha faz parte do calendário da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Como as doenças crônicas não tem cura, mas tem controle, como é o exemplo do diabetes, a família tem papel muito importante para as necessárias mudanças de estilo de vida, principalmente a adoção da prática de exercícios físicos e alimentação saudável”, pontua a diretora do Cedeba.

Informações sobre alimentação saudável serão reforçadas nas ações educativas que o Cedeba realizará no Dia Mundial do Diabetes (quarta-feira), por meio da equipe de Nutrição na Estação “Alimentação Saudável no Contexto Familiar e em comunidade”. Serão apresentadas refeições com réplicas de alimentos, compondo sugestão de cardápio saudável para o diabético e sua família. A proposta é reforçar o conhecimento sobre refeições saudáveis que devem ser seguidas por diabéticos e não-diabéticos.

A orientação nutricional do Cedeba segue as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS): alimentos in natura ou minimamente processados devem ser a base de uma alimentação balanceada, saborosa e culturalmente apropriada.


Ardor ao urinar? Saiba como se prevenir contra a infecção urinária


infecção urinária é a doença mais comum do trato urinário e atinge cerca de 80% das mulheres brasileiras. Alguns motivos nos levam a sermos sorteadas nessa loteria indesejada: para começar, o fato de a uretra (o canal por onde sai a urina) feminina ser bem mais curta que a masculina – são 5 cm do nosso lado e 22 cm do lado deles – e ficar mais próxima do ânus. “As bactérias que causam a infecção percorrem, nas mulheres, um caminho mais curto para chegar à bexiga”, afirma o urologista Elimilson Brandão, da Hapvida Saúde.

A bactéria em questão é a Escherichia coli, importante para a digestão, mas perigosa para o trato urinário. Quando a infecção ocorre, os sintomas são dor no baixo ventre, ardor ao urinar, maior frequência urinária e, em alguns casos, sangue na urina. Em casos graves, em que a infecção chega aos rins, adicionam-se a estes sinais as dores nas costas, febres e calafrios.

O diagnóstico é fechado por meio de exames clínicos de urina e o tratamento receitado é com antibióticos.

© Tharakorn

Por que há mais casos de infecção urinária no calor?

No verão, o problema se intensifica. Isso porque há uma tendência à desidratação, já que a reposição da água perdida no suor e na respiração muitas vezes não é suficiente, o que nos faz ir menos ao banheiro. “O menor número de micções ao longo do dia favorece a permanência das bactérias”, explica Cristina Rocha, médica da SBN – Sociedade Brasileira de Nefrologia.

Pois é: quanto mais fizermos xixi, menos risco de termos infecção urinária, já que as bactérias podem até aproveitar o caminho curto da nossa uretra para entrar, mas acabam sendo expelidas pela urina.

Como se prevenir contra a infecção urinária?

Diante disso, os especialistas dão dicas de ouro para tornar o trato urinário inóspito para as bactérias e, assim, evitar a infecção urinária:

– Beba água suficiente para provocar de seis a oito micções distribuídas uniformemente ao longo do dia

– Evite segurar o xixi; deu vontade de ir ao banheiro, vá na mesma hora

– Só use papel higiênico seco para se limpar depois de urinar; evite lenços umedecidos, já que a ideia é deixar a região sequinha, uma vez que bactérias gostam de ambientes úmidos e quentes

– Limpe-se com água e sabonete depois de evacuar, para evitar a permanência das bactérias na região

– Coloque o intestino para funcionar com regularidade, pois longos períodos de constipação possibilitam a proliferação das bactérias que ficam nas fezes ressecadas posicionadas na ampola retal; se não souber como fazer isso, consulte um médico nutrólogo

– Higienize-se depois das relações sexuais

– Se possível, faça xixi depois de cada relação sexual

– Faça sexo com camisinha

– Use calcinhas de algodão, que permitem que a pele respire e não criam o tal ambiente quente e úmido de que as bactérias gostam

– Não fique com biquíni ou maiô molhado no corpo

– Troque os absorventes menstruais no máximo a cada quatro horas

Ao notar os sintomas, procure um médico

Se não for tratada em seu estágio inicial, a infecção urinária pode afetar os rins, o que é perigosíssimo – há o risco de quadros graves de infecção generalizada, além da formação de cicatrizes nos rins que levam à gradativa redução da capacidade renal de filtragem do sangue.

O médico a ser procurado no pronto-socorro ou em uma consulta é o urologista ou o nefrologista. Fonte: MdeMulher.