Beber vinho pode fazer bem para os dentes

A gente já falou por aqui:  beber vinho pode deixar sua vida mais feliz (mesmo com aquele papo de que “tomar uma taça por dia faz bem ao coração” não sendo verdade). Agora, um novo estudo está indicando mais um benefício da bebida: o vinho pode fazer bem aos dentes. A afirmação vem de uma pesquisa feita pela American Chemical Society … Leia Mais


Fontes para o Dia Mundial do Combate ao Câncer

O Câncer é a segunda causa de morte no mundo e segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), 600 mil brasileiros receberam diagnóstico da patologia entre 2016 e 2017. Com base nesse cenário, algumas medidas de prevenção podem ser adotadas para evitar o surgimento de tumores. Não Fumar: É fundamental para a prevenção do câncer. … Leia Mais


A importância da higienização das mãos durante o carnaval

Se a água não rolar, o álcool gel pode ajudar! Surtos de infecção de Hepatite A, doenças gastrointestinais, gripe e outras viroses respiratórias costumam ocorrer durante o carnaval. Higienizar corretamente as mãos reduz as chances de transmissão.


Abortos recorrentes podem estar ligados a miomas

15% das gestantes podem passar por abortos. Poucos eventos ligados à gravidez causam tanto desamparo e impotência do que saber que você vai se tornar mãe para, em seguida, sofrer um aborto espontâneo. Surpreendentemente, a perda do bebê nos primeiros meses de vida é algo comum: 15% das futuras mamães poderão passar por isso. No entanto, … Leia Mais


28 macacos já foram achados mortos em Salvador, somente em 2017

Três macacos mortos foram recolhidos nesta quinta-feira (25) por agentes da Guarda Civil Municipal nos bairros Castelo Branco e Ondina.   Desde o início de janeiro foram encontrados 28 macacos mortos ou feridos em Salvador. No ano anterior, a GCM só encontrou quatro animais nesta circunstância. Os animais foram levados para realizar exames e constatar … Leia Mais


Mioma, quais os cuidados, alertas e mentiras sobre a doença?


Aumento de cólicas menstruais, maior volume abdominal, acréscimo de frequência urinária e do fluxo menstrual e dores na hora da relação sexual podem ser sintomas relacionados ao mioma, tumor benigno que cresce nas musculaturas do útero.

“O mioma atinge, na maioria das vezes, as mulheres que estão em idade reprodutiva, mas que nunca tiveram filhos. Ele se desenvolve dos 18 aos 55 anos”, explica o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli.

Para evitar as dúvidas, o médico responde perguntas relacionadas ao tema:

1- Por que os miomas aparecem?

Não existe uma explicação óbvia para explicar o porquê que os miomas aparecem. É provável que algumas modificações hormonais, genéticas e vasculares influenciem em seu surgimento. No entanto, não é possível comprovar isso por enquanto.

2- A maioria das mulheres desenvolve mioma?

Pelo menos 80% delas, sim. Mas, dentro dessa porcentagem, nem todos os quadros são graves.

3- O mioma pode chegar a se transformar em um câncer?

Não. O mioma é um tipo de tumor benigno, e não existe possibilidade, nem comprovação, de avançar para um estado maligno.

4- O mioma pode crescer caso não seja tratado?

Sim. O mioma, além de crescer, pode comprometer o bom funcionamento de outros órgãos como intestino e bexiga, além de causar anemia, por exemplo.

5- E depois do tratamento, o mioma continua crescendo?

É sempre importante fazer um acompanhamento médico, já que muitas pessoas tem o quadro do mioma regredido. No entanto, muitas vezes, como não continuam o tratamento, o mioma pode crescer até quatro vezes mais do que era, e numa velocidade muito rápida. É nessa hora que o problema pode se agravar.

6- Mioma pode causar infertilidade?

Depende do local em que se instala. Alguns miomas podem causar aborto espontâneo. Em muitos casos não é necessário fazer nenhum tratamento porque o mioma é minúsculo e não atrapalha, e nem desencadeia sintomas.

Dr. Domingos Mantelli

Ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e possui residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro“Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.


Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal é o exame indicado para diagnosticar a endometriose


Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que cerca de 180 milhões de mulheres no mundo sofrem de endometriose. No Brasil, a doença afeta de 10% a 15% das mulheres em fase reprodutiva, ou seja, em torno de 7 milhões de pessoas. Segundo a Sociedade Brasileira de Endometriose, o diagnóstico tardio representa uma das maiores dificuldades no manejo clínico da doença, podendo levar de sete a 11 anos entre o início dos sintomas e sua descoberta.

Para a Dra. Luciana Pardini Chamié, especialista em diagnóstico por imagem da pelve feminina e diretora da Chamié Imagem da Mulher, centro de diagnóstico especializado em imagem da mulher, por intermédio de um diagnóstico correto e precoce, o tratamento pode fazer a diferença na qualidade de vida de quem tem a doença. “A ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal é o exame de primeira linha recomendado para investigar a doença, com ele é possível a identificação das lesões ocasionadas pela endometriose nos diversos sítios comprometidos. O preparo intestinal contribui para aumentar a acurácia do método. Por isso, é de extrema importância para detectar a doença e determinar as estruturas comprometidas, além do grau de infiltração”, comenta.

O exame permite a identificação precisa dos focos de endometriose em regiões como ovários, bexiga, no espaço entre o útero e a bexiga, na região atrás do colo uterino (local mais frequente da doença), no intestino grosso (retossigmóide), na vagina, e em outros segmentos intestinais presentes na pelve tais como ceco, alças de intestino delgado e apêndice.  Quando há comprometimento do intestino pela endometriose, esta ultrassonografia é superior aos demais métodos (tomografia computadorizada, ressonância magnética e colonoscopia) para a identificação de múltiplos focos.

Além disso, possibilita a pesquisa de aderências entre as estruturas comprometidas. A incorporação da tecnologia 3D aos exames possibilita a obtenção de imagens em diferentes planos anatômicos, facilitando a compreensão dos achados e auxiliando na programação pré-operatória.

Dra. Luciana Pardini Chamié

Doutora em Radiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), conta com mais de 15 anos de experiência acadêmica e profissional em diagnóstico por imagem. É referência mundial em diagnóstico por imagem da endometriose. A médica conta com especialização em Tomografia Computadorizada do Abdome e Ressonância Magnética do Abdome pelo Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pela Associação Médica Brasileira (AMB); sócia titular do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR); sócia titular da Sociedade Paulista de Radiologia (SPR); membro da Radiological Society of North America (RSNA), da Radiological Society for Reproductive Medicine (ASRM); e revisora de artigos e periódicos do Internacional Journal of Gynecology and Obstetrics.


Exposição prolongada ao sol pode antecipar catarata, alerta oftalmologista


Na estação mais quente do ano, a exposição prolongada ao sol pode antecipar o surgimento de catarata, que normalmente ocorre com o envelhecimento. De acordo com os especialistas, no verão, as pessoas procuram se proteger dos raios solares, mas acabam esquecendo de cuidar dos olhos. Muitos estudos mostram que os raios Ultra Violetas (UV) podem aumentar o risco de catarata e de outras doenças oculares.

Para o oftalmologista do HVISÃO, membro da Associação Americana (ASCRS) e Europeia (ESCRS) de Catarata e Cirurgia Refrativa e da Sociedade Brasileira de Catarata e Refrativa (BRASCRS), Francisco Lobato, a catarata é a doença ocular que reduz a eficiência e transparência do cristalino. “Fica atrás da íris e da pupila, muda de forma, permitindo que as imagens recebidas se concentrem na retina, que fica na parede posterior do olho. Quando a catarata se forma, as imagens vão se tornando cada vez mais difíceis de serem distinguidas, o contraste e cores ficam comprometidos”, disse o especialista.

“A exposição prolongada ao sol favorece a precocidade do estresse oxidativo, reação química que pode ocorrer quando as células consomem oxigênio e outros nutrientes do organismo para produção de energia, sendo este, um dos principais contribuintes para o envelhecimento e para as doenças relacionadas à idade, incluindo a catarata”, explica Francisco Lobato.

Segundo o médico, as células do cristalino contêm água e proteínas e não possuem as organelas, tipicamente encontradas em outras células. “Quando a catarata se forma, as proteínas das células do cristalino mostram sinais de danos oxidativos. Elas espalham a luz, ao invés de transmiti-la. Assim, pode-se dizer que o estresse oxidativo é responsável por destruir as proteínas do cristalino, dando origem à catarata”, afirma o oftalmologista.

De acordo com o médico, o uso de óculos de qualidade, que de fato bloqueiem UVA e UVB (>98%) e chapéu são medidas preventivas importantes, nesta época do ano. Na alimentação, Lobato conta que consumir alimentos/suplementos ricos em antioxidantes (ômega-3, zeoxantina, transresveratrol, vitamina C e E, selênio, zinco, Carotenoides, cacau, açaí, etc), diminuem o estresse oxidativo.

O oftalmologista alerta que os cuidados com a visão não se restringem apenas à época do verão, principalmente para pessoas que moram em localidades onde a incidência de raios solares é presente quase o ano inteiro.

O tratamento de catarata é cirúrgico. Com 30 anos de experiência em cirurgias de catarata, Francisco Lobato conta que durante o procedimento, retira-se o cristalino e implanta-se uma lente intraocular (LIO) com grau especificamente calculado. Atualmente, existe um método mais moderno, no qual utiliza-se um aparelho de laser (FLACS = Femtosecond assisted cataract surgery) para a realização de algumas etapas da cirurgia, com o objetivo de dar mais precisão, previsibilidade e reprodutibilidade à cirurgia de catarata, finalizou Lobato. Rômulo França


Transplante de Medula Óssea em crianças exige cuidados especiais


Especialista esclarece as principais dúvidas sobre o procedimento voltado para a área pediátrica.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Os tumores mais frequentes nesta faixa etária são as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo, tendo entre um dos principais avanços da medicina nesta área o transplante de medula óssea. Ainda, segundo o INCA, hoje, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

Segundo Roseane Gouveia, oncologista pediátrica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, as principais diferenças no transplante de medula óssea em criança estão relacionadas aos tipos de doenças que levam os pacientes ao TMO e às complicações. “Os critérios para diagnosticar algumas complicações podem diferir em relação ao adulto. É importante ressaltar que a criança não é “um adulto pequeno”. É um organismo em desenvolvimento, que tem um sistema imunológico (dependendo da idade) que está em processo de amadurecimento. Por conta destas particularidades, é muito importante contar com oncologistas e/ou hematologistas pediátricos que tenham conhecimento na área”.

Ainda segundo a especialista, a maioria das pessoas continua relacionando o transplante de medula óssea somente ao câncer, quando na verdade essa é uma técnica que pode ajudar no tratamento de diversas patologias. “Dentre as principais doenças que levam uma criança ao TMO, podemos dividir entre as doenças malignas e as doenças não malignas. Dentre as doenças malignas temos: leucemias linfóides agudas, leucemias mielóides agudas, alguns tumores malignos do sistema nervoso central, neuroblastomas, linfomas não Hodgkin, linfomas de Hodgkin, síndrome mielodisplasica, entre outras. Com relação às doenças não malignas temos: aplasia de medula óssea, imunodeficiências, a anemia de Fanconi e entre outras”.

Os Centros de Transplante de Medula Óssea (TMO) da Rede de Hospitais São Camilo estão localizados nas Unidades Pompeia e Santana, sendo o da Pompeia um dos 29 centros de referência no país autorizados pelo Ministério da Saúde a realizar todos os tipos de transplantes. O espaço realizou seu primeiro procedimento em 1998 e, nos últimos quatro anos, foram mais de 500 transplantes de medula óssea.

“Em abril de 2015 o serviço de TMO passou a contar com uma estrutura dedicada a oncopediatria e desde então temos realizado aproximadamente 10 transplantes por ano. Os transplantes de medula óssea pediátricos são realizados dentro da unidade de terapia intensiva pediátrica, que possui três leitos bem equipados com hepafiltro. Além desta boa estrutura física, as crianças são monitoradas 24h por uma equipe de enfermagem e intensivistas pediátricos capacitados para atendê-los imediatamente em caso de intercorrências, trazendo conforto e segurança para as crianças e seus pais”, explica Roseane.

A área de TMO conta, ainda, com o apoio de um serviço de hemoterapia – certificado pela AABB (American Association of Blood Bank) – para o fornecimento de sangue, plaquetas, hemácias, plasma e células-tronco aos pacientes em tratamento quimioterápico e transplantados. Para garantir a segurança da transfusão, a Unidade utiliza uma tecnologia que confere e sincroniza as informações do paciente, teste sanguíneo e a bolsa de sangue que será transfundida.

Oncologia Pediátrica – A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo conta com o serviço de Oncopediatria, nas Unidades Pompeia e Santana, oferecendo aos pequenos pacientes um atendimento multiprofissional especializado em pediatria, seguro, de qualidade e com foco na humanização em um espaço totalmente adequado às necessidades das crianças.

O serviço oferece desde exames de diagnóstico até a infusão de quimioterapia e transplante de medula óssea a crianças e adolescentes com câncer. A equipe da Oncopediatria é composta de oncologistas pediátricos e profissionais multidisciplinares especializados no cuidado integral das crianças, como nutricionistas, cirurgiões pediátricos e psicólogos, que dão suporte aos pacientes e familiares. Entre os diferenciais do serviço, estão os exames laboratoriais, imunohistoquímica, genética e biologia molecular, ultrassom, tomografia e ressonância nuclear magnética.

 

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 3,7 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, a Acreditação Internacional Canadense e a da ONA (Organização Nacional de Acreditação). A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.

 


Nova sede da clínica ISA Mais é inaugurada em Mutuípe


Novas especialidades serão disponibilizadas. 

Foi inaugurada nesta sexta-feira (12), as novas instalações da clínica ISA Mais em Mutuípe, localizada ao lado do hospital, o espaço proporciona maior conforto, sem contar na excelente localização.

Com a inauguração da ISA Mais, novas especialidades passarão a ser disponibilizadas no município, proporcionando ainda mais comodidade a população.

Empresários, políticos e amigos prestigiaram a cerimônia de inauguração comandada pelo proprietário Sandoval Andrade e Dr. Patrícia.

A ISA Mais prioriza sempre a sua saúde e bem estar.