Epidemia de HIV cresce ‘em ritmo alarmante’ na Europa, alerta OMS

Números de casos de HIV tem crescido alarmadamente. O número de novos diagnósticos de HIV na Europa está crescendo “em um ritmo alarmante”, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (28).   Em 2016, foi registrado o índice mais elevado desde que os registros foram iniciados: 160 mil pessoas contraíram o vírus nos … Leia Mais



Ovários Policísticos e Síndrome dos Ovários Policísticos são a mesma coisa?

Ginecologista Domingos Mantelli aponta as diferenças das doenças. Os nomes são parecidos, mas os distúrbios são diferentes e requerem tratamentos distintos, além de possuírem sintomas díspares. Pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) têm o ovário policístico, mas nem todo o ovário policístico tem a síndrome. Isso muitas vezes causa confusão entre as mulheres. Segundo … Leia Mais


Arritmias cardíacas podem ser identificadas por meio do autoexame dos pulsos

Pouca gente sabe que o autoexame dos pulsos permite que qualquer pessoa identifique arritmias cardíacas que não costumam apresentar sintomas. Caracterizado como uma alteração da frequência ou do ritmo dos batimentos cardíacos, o problema pode passar despercebido e, se não tratado a tempo, pode ser fatal. De acordo com a Cardiologista da Clínica ADS, Adriana … Leia Mais


Conheça 15 sintomas do câncer de pâncreas

Câncer de pâncreas é um dos mais difíceis de ser descoberto. Desde que o apresentador Marcelo Rezende da Record TV, descobriu ter câncer de pâncreas, o qual inclusive lhe tirou a vida, os brasileiros ficaram assuntados com a doença e passaram a ter maior interesse pelo tipo específico. O câncer de pâncreas é um dos mais difíceis de ser … Leia Mais


Redução de gordura corporal é tema de conferência


Evento faz parte do Congresso Multidisciplinar de Saúde, realizado entre 9 e 11 de novembro. 

As visões de diferentes áreas da Saúde estarão integradas, durante conferências no IV Congresso Multidisciplinar de Saúde, com o debate de assuntos como a redução da gordura corporal sob a ótica da Nutrição, Fisioterapia e Educação Física. O evento, que ocorre entre os dias 9 e 11 de novembro, contará com exposições de especialistas e profissionais com uma ampla abordagem da problemática.

No começo do segundo dia do Congresso Multidisciplinar, a conferencista Deilys Gonzalez Vazquez apresenta uma abordagem nutricional para o debate sobre o assunto. Com sua exposição sobre “As estratégias da nutrição para redução de gordura corporal”, a especialista em Fisiologia do Exercício e em Nutrição Clínica e Estética abre a programação do dia.

Logo em seguida, o doutor Jones Agnes trabalha a temática sob um viés fisioterapêutico com uma conferência sobre “Alta tecnologia na redução de gordura corporal”. “Com um tema central que norteia todos os congressos, é possível haver a integração entre os cursos, permitindo que o congressista tanto acompanhe as novidades da sua profissão quanto possa interagir com alunos e profissionais de todas as áreas”, incentiva a coordenadora acadêmica de Saúde, Nara Porto.

Para finalizar o momento de conferências da manhã, o mestre Rafael Perrier explora o item com a apresentação “As contribuições da educação física para redução de gordura corporal”. Em seguida, os três conferencistas participam da mesa-redonda para debater o tema sob a presidência da professora Gilcélia Lino.

Congresso de Saúde

Com a temática Longevidade e Qualidade de Vida, o IV Congresso Multidisciplinar de Saúde reúne estudantes, profissionais, especialistas e acadêmicos de Odontologia, Fisioterapia, Nutrição, Educação Física, Biomedicina, Farmácia e Enfermagem. Cada área de Saúde terá eventos simultâneos com realização de palestras, minicursos e mesas-redondas.


É preciso romper o silêncio sobre o vaginismo, afirma especialista internacional


Pilar Pons está no Brasil para o lançamento do livro em que relata seus 25  anos de experiência na recuperação de mulheres com vaginismo por meio da fisioterapia pélvica

Muitos são os mitos a respeito da sexualidade feminina, incluindo um tema muito pouco abordado: o vaginismo, que segundo estimativas pode atingir cerca de 5% das mulheres. Mas, para especialistas, como a fisioterapeuta espanhola Pilar Pons, esse número pode ser bem maior, já que a maioria das mulheres sofre calada por anos a fio. 

Para quebrar os mitos e romper o silêncio sobre o tema, Pilar está no Brasil divulgando o seu livro “O Silêncio Pélvico”,  que traz os seus 25 anos de experiência na fisioterapia pélvica voltada para o tratamento de mulheres com vaginismo.

No próximo dia 9 de novembro, Pilar estará, juntamente com as fundadoras do Instituto do Casal, Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, em um fórum gratuito para discutir o assunto.

O que é?
O vaginismo é a contração involuntária e permanente das paredes vaginais que impede ou dificulta qualquer tipo de penetração. “Essas mulheres não conseguem nem mesmo introduzir o próprio dedo em suas vaginas, nem se submeter a exames ginecológicos e, claro, não conseguem ter uma relação sexual com penetração”, explica Pilar.

O vaginismo atinge mulheres de todas as idades, desde adolescentes até mulheres que já passaram dos 50. Pode aparecer no pós-parto, na menopausa ou depois de cirurgias. A boa notícia é que, segundo Pilar, o vaginismo pode tratado por meio da fisioterapia pélvica.

Alguns médicos encaminham as mulheres para sexólogos ou psicólogos, já que o vaginismo é quase sempre atribuído a traumas emocionais, como estupros, abusos, educação repressora aversão ao sexo ou relação conflituosa com os pais. Porém, Pilar é categórica em afirmar que na grande maioria dos casos que ela atendeu, a fisioterapeuta pélvica foi crucial para a solução do problema.

Pilar foi pioneira no tratamento do vaginismo na Espanha “Recebo centenas de mulheres que estão há anos fazendo terapia para encontrar motivos para o seu vaginismo. O componente psicológico pode estar presente, é claro, mas é apenas uma parte. O vaginismo é uma contração muscular, assim sua solução não está só na mente, como também na própria vagina”, diz.

Vergonha e culpa
Para Pilar, as principais questões emocionais envolvidas no vaginismo são a vergonha e a culpa. “As mulheres, principalmente as heterossexuais, sentem vergonha e culpa por não conseguirem ter relações sexuais com penetração. Isso afeta a satisfação conjugal, impede a gravidez e impacta na qualidade de vida em geral”.

Como é feito o tratamento
Segundo Pilar, o processo de reabilitação, em geral, é rápido. “O tratamento, feito geralmente em 10 sessões, consiste na abertura da entrada da vagina com massagens manuais, depois com dilatadores e exercícios que a mulher deve fazer em casa. O acompanhamento emocional é importante, pois algumas mulheres chegam com crenças, medos e frustrações de tratamentos anteriores. Algumas têm dificuldade até de abrir as pernas para que eu as examine”.

O tratamento do vaginismo, porém, está longe de ser a solução de todos os problemas. “Pode causar revolta naquelas que percebem que a solução era simples e, com isso, perderam oportunidades como ser mãe ou ainda viver a sexualidade de uma maneira mais plena. Para outras, pode ser a abertura para um novo mundo de possibilidades, de se explorar, se masturbar e de vivenciar a sexualidade de forma mais saudável e satisfatória, portanto, pode ser um processo importante de empoderamento”, comenta Pilar.

Vagina saudável
Pilar recomenda ainda, que todas as mulheres, principalmente as que não têm uma vida sexual ativa, devem cuidar da saúde da vagina. “É preciso manter a vagina ocupada, usá-la, mesmo que seja com um massageador interno para manter a vagina aberta e se sentir mais confortável durante exames preventivos ou nos futuros relacionamentos afetivos, por exemplo.

Serviço:
Fórum sobre Vaginismo
Data: 09 de novembro de 2017
Horário: 18h30
Local: Sala Especial 92 – R. Dep. Lacerda Franco, 604
Pinheiros
Inscrições gratuitas – Vagas Limitadashttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeRDFTASVH3tlx4aSy1n-hno5h11PxBbgNsZG6SOYuw_Z7GYQ/viewform


Entenda porque os cursos de medicina trocaram cadáveres por modelos sintéticos e plataformas de simulação


Veja as sete razões que levaram as faculdades brasileiras a apostar em tecnologias alternativas para as aulas de anatomia

Cerca de 30 cursos de medicina e de veterinária no Brasil já seguem a tendência mundial de eliminar o sacrifício de animais e o uso de cadáveres em salas de aula. As instituições de ensino passaram a utilizar novas tecnologias nas aulas de anatomia, como modelos sintéticos realísticos e plataformas 3D de simulação anatômica.

Fornecidos com exclusividade pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional., os modelos sintéticos realísticos, chamados de Syndaver Human e Syndaver Canine, são utilizados para simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades nos cursos de formação médica e veterinária. São desenvolvidos com textura e densidade similar às estruturas anatômicas reais e contêm todos os sistemas e órgãos dos corpos humano e canino, permitindo a realização de dissecações, entubações e demais procedimentos.

Os modelos sintéticos integram o sistema multidisciplinar das instituições e são utilizados junto com a Plataforma 3D de simulações de anatomia, desenvolvida pela Csanmek. O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, que permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teria em um cadáver real.

Antes de ingressar na período de residência, os alunos de medicina e de veterinária têm apenas três opções para o treinamento de habilidades na área de anatomia: usar cadáveres, manusear modelos sintéticos e utilizar simuladores 3D. Entenda as diferenças.

Sobre a Csanmek (http://www.csanmek.com)
A CSANMEK é uma empresa brasileira que surgiu com a missão de ser referência em novas tecnologias de simulação, para auxiliar as técnicas educacionais no uso das metodologias ativas. Desenvolve ferramentas e projetos educacionais para suporte aos docentes e discentes, visando melhor qualificação para futuros profissionais das diversas áreas da saúde. Com dois anos no mercado, a empresa atua no desenvolvimento de soluções para atender as necessidades das instituições de ensino, trazendo sempre o que há de melhor no mercado mundial.


Uso de cotonete pode perfurar o tímpano


A boa notícia é que na maioria dos causas quando o tímpano é perfurado se recupera sozinho.

Limpar os ouvidos com cotonete já virou um hábito para grande parte da população brasileira, que vê a atitude como uma parte da higiene geral do corpo. São minutos gastos com o esfrega-esfrega do cotonete, tudo para não deixar nenhum resquício de cera nos canais externos do ouvido. O problema, que muita gente desconhece, é que esse pequeno hábito pode gerar diversos riscos para saúde dos ouvidos, podendo ocasionar lesões sérias, que necessitam de cirurgia para correção.

Entre os perigos que envolvem o uso das conhecidas hastes flexíveis estão infecções como otites externas e até mesmo lesões no tímpano. “A cera do ouvido é produzida por diversas glândulas especiais existentes no canal auditivo mais externo. O uso inadequado de cotonetes pode oferecer diversos problemas para saúde. Entre eles infecções, que podem variar, sendo leves ou graves e lesões membrana timpânica, que perfuram os tímpanos e necessitam de cirurgia para correção”, explica o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital Beneficência Portuguesa.

Acreditar que estamos retirando toda a cera dos ouvidos é uma grande ilusão. O otorrino explica que o máximo que conseguimos é empurrar a cera em direção aos tímpanos. “O que sai no cotonete é apenas o que está sendo expelido pelo nosso organismo, já que as orelhas possuem um mecanismo que traz a cera em direção ao orifício auditivo externo, quando ela não possui mais utilidade. O restante é empurrado para os tímpanos. Essa atitude estimula as glândulas ceruminosas que produzem uma maior quantidade de cera. Resumindo, quanto mais limpamos, mais cera nosso organismo produz”

Limpando corretamente

Nosso organismo é preparado para eliminar a cera em excesso e trabalha também com um processo de autolimpeza. “A cera que permanece no canal externo do ouvido, normalmente seca e vira uma espécie de pó, que é prontamente eliminada pelo organismo”, explica o médico.

Mas, se você acredita que não consegue esperar esse processo, não precisa entrar em pânico. De acordo com Marcelo Alfredo, existe um modo de eliminar a cera em excesso, sem oferecer mais riscos para saúde. “A melhor maneira de retirar a cera que está sendo expelida pelo organismo, sem prejudicar a saúde dos ouvidos, é utilizar uma toalha e fazer a limpeza logo após o banho. O correto é limpar somente até onde o dedo alcança. Assim, não empurramos a cera em direção aos tímpanos e tiramos todo o excesso”

Função

Mesmo retirando toda a cera dos ouvidos, sem empurrá-la para dentro (função quase impossível de acordo com o especialista), estaríamos colocando a saúde dos ouvidos em risco. “Pode não parecer, mas a cera produzida pelo nosso organismo é responsável por garantir proteção e deixar as infecções bem longe. A remoção da cera deixa o ouvido mais vulnerável às infecções, que podem resultar até mesmo em problemas de audição. Ela também é responsável por proteger a fina pele do canal auditivo, evitando algumas ameaças como: detritos, areia, água e microorganismos. E não deixando que eles cheguem até o tímpano”.

Cera em excesso

Em alguns casos a cera é produzida em excesso ou os canais auditivos são estreitos e tortuosos demais. Quando isso acontece o tímpano pode ser “tampado” causando dificuldade na audição. “Nessas situações a cera precisa ser retirada por um especialista. Existem modos de fazer isso, como lavagem ou aspirações, tudo com instrumentos especiais que não agridam os ouvidos. A importância de uma especialista para esses casos está no risco de perfuração do tímpano que pode acarretar em diversos problemas de audição”, alerta Marcelo Alfredo.


4 dicas para prevenção da Hepatite A


A Hepatite A é uma doença que continua com alta incidência no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo existindo vacina, dados da Organização Mundial da Saúde registram 1,4 milhão de novos casos da doença todos os anos mundialmente. É muito comum que não haja sintomas no início, e, quando os têm, são semelhantes ao de uma virose, como náuseas e vômitos, fraqueza, dor muscular, febre e dor de cabeça. O sintoma clássico da Hepatite A surge apenas após 1 semana: a icterícia, quando a pele e os olhos ganham uma pigmentação amarelada, a urina escurece e fezes adquirem uma cor muito clara. Por isso, o Consulta do Bem, site e aplicativo capaz de solucionar – de maneira rápida, eficiente e digital – os problemas de saúde das pessoas, selecionou quatro dicas essenciais para os brasileiros ficarem atentos e se prevenirem.

1. Beba somente água tratada ou fervida

Causada por um vírus, o HAV (“vírus da Hepatite A”), a Hepatite A é uma doença contagiosa cuja transmissão se dá pela ingestão de água contaminada com as fezes de pessoas doentes. Beber apenas água potável é essencial na prevenção da saúde.

2. Lave frutas e verduras em água corrente e tratada

Como se trata de uma doença contagiosa com transmissão pela via fecal-oral, alimentos contaminados podem transmitir o vírus. Por isso, é muito importante lavar bem legumes e verduras em água corrente e tratada antes de ingeri-los. Também é de bom tom evitar consumir alimentos crus com procedência desconhecida.

3. Lavar sempre as mãos com água e sabão antes das refeições e depois de ir ao banheiro

Manter a higiene é o ponto chave da prevenção contra a Hepatite A. Como é uma doença contagiosa e transmitida pelas fezes de pessoas doentes, lavar as mãos com sabão antes das refeições e depois de ir ao banheiro garante uma proteção a mais para o corpo.

4. Vacine-se

A vacinação é a melhor forma de prevenção contra a doença. A vacina é recomendada em crianças aos 12 e 18 meses de idade e pode ser aplicada em adultos a qualquer momento. “A prevenção contra a Hepatite A é fundamental. Além de manter a higiene e evitar alimentos crus, a vacina ainda tem o papel principal contra a doença”, explica Marcus Vinicius Gimenes, CEO do Consulta do Bem.

Diagnóstico e tratamento

Para quem suspeita da doença, o diagnóstico é simples: feito por meio de um exame de sangue. Na análise, são considerados dois anticorpos contra o vírus VHA no sangue: o IgM e IgG. O resultado pode variar entre 3 quadros diferentes: Com alta possibilidade de cura, o tratamento da doença é baseado em repouso absoluto, hidratação e boa alimentação. Além disso, é essencial abolir totalmente o consumo de álcool durante o período. (Notícias ao Minuto)