‘Língua Peluda’, uma estranha doença que assusta

Língua peluda é um problema relacionada a uma deficiência no sistema imunológico mais do que qualquer outra coisa. Tanto que algumas pessoas com AIDS (em fase terminal) podem apresentar este problema. Língua peluda, nada mais é que detritos, bactérias ou outros microrganismos que se acumulam nas papilas alongadas, causando a descoloração negra. Resíduos de café, … Leia Mais



Ovo: uma fonte de proteína, vitaminas e minerais

A proteína é um macro nutriente e dentre suas inúmeras funções, é fundamental para manter a qualidade e quantidade de massa muscular ao longo da vida. Assim, é comum os esportistas e atletas consumirem proteínas pós treino com o objetivo de ganhar massa muscular. Também é muito importante na alimentação com o avançar da idade, … Leia Mais


Perigos da asma na gravidez

A gravidez é um momento especial na vida da mulher e nenhum outro pode se comparar a ele. Na gestação, a mulher requer todos os cuidados especiais, para que tudo transcorra bem para ela e para o bebê. Esse, é apenas um conceito generalizado. Os cuidados devem ser redobrados se houver algum histórico médico que … Leia Mais


Campanhas de vacinação devem ser impositivas e punir as omissões

*Luiz Carlos Borges da Silveira


As notícias sobre campanhas de vacinação e seus resultados revelam sistematicamente que as metas não vêm sendo atingidas. Esse fato gera natural preocupação na saúde pública devido ao recrudescimento de doenças existentes e reaparecimento de outras que pareciam erradicadas. Além disso, há o surgimento de doenças novas que igualmente merecem atenção em termos preventivos. Até alguns tipos de gripes têm registrados casos fatais, segundo recentes informações. Dados oficiais revelam baixa cobertura nas regiões; no Sudeste, que apresenta o melhor desempenho registrado, não mais do que 77% do público-alvo foram cobertos.

Sem dúvida, há uma espécie de conspiração contra a mobilização pela saúde pública. Inacreditavelmente, há pessoas e grupos com ideias anti-vacinação que pelas redes sociais disseminam conceitos estapafúrdios que vão de crenças religiosas a posições ideológicas. Esses grupos criam mitos e boatos, como sobre a imunização contra a gripe, de que a vacina faz com que a pessoa fique gripada, quando na verdade ela previne infecções e pode salvar muitas vidas. Esta realidade tem feito que os médicos se mostrem vigilantes e dediquem mais tempo para o convencimento sobre a importância da imunização preventiva.

A vacinação é o meio de enfrentar o problema e isso depende de campanhas sociais, chamamento e efetivas ações. Se as campanhas não estão produzindo os resultados esperados devem ser revistas e reestudadas para se saber onde estão as falhas. Ultimamente, foram deflagradas campanhas contra poliomielite, sarampo, febre amarela, dengue, influenza, entre outras, com baixo nível de imunização, o que é preocupante. No final da semana passada ocorreu o chamado dia D de vacinação contra sarampo e poliomielite. O Ministério da Saúde informou que a cobertura ficou em torno de 40% do público-alvo e a mobilização foi estendida até o final do mês.

Essa dificuldade de resposta positiva não é problema atual, mas deve ser enfrentado com criatividade e rigor. Quando assumi o Ministério da Saúde, em 1987, ainda havia casos de poliomielite, principalmente no Nordeste. A população se mostrava refratária ao chamamento para comparecer aos postos de saúde. Foi necessário desenvolver uma campanha maciça, até o Exército colaborou indo às casas para vacinar a população e as metas foram cumpridas. Mas era preciso estimular a vacinação em todo o país. Então, o Ministério promoveu concurso nacional para criar um ícone, um personagem que influenciasse principalmente crianças. Surgiu a figura do “Zé Gotinha”, até hoje mantida, mas ultimamente muito pouco utilizada. Na época, o Brasil se tornou modelo em vacinação e a pólio foi erradicada. Em dezembro de 1987 assinei a portaria criando a figura do “Zé Gotinha”.

Atualmente a poliomielite é ameaça constante e somente pode ser barrada com imunização. De acordo com dados oficiais há risco de retorno da doença e que mais de 300 cidades estão abaixo da meta preconizada para vacinação, o que levará à formação de bolsões de pessoas não vacinadas, possibilitando, assim, a reintrodução do poli vírus e do sarampo.

O Ministério da Saúde reconhece que há dificuldade em cumprir as metas e foi feito novo alerta para a gravidade da situação. Na sequência, campanhas foram realizadas sem modificação do quadro.

Tenho notado que as campanhas acabam prorrogadas, por não alcançarem as metas previstas, há casos em que até sobram vacinas em alguns municípios. Parece que há desinteresse da população, das famílias, e as doenças vão se alastrando. Entendo que se campanhas educativas e de conscientização não estão surtindo efeito desejado, que sejam obrigatórias. Há que se buscar formas e meios para isso e estabelecer punição de pais e responsáveis que se mostrarem desinteressados ou omissos, algo como suspensão de benefícios sociais ou mesmo multa pecuniária. Não será nenhuma arbitrariedade, pois se trata de saúde pública, do bem-estar da população.

Para outras situações que colocam em risco especialmente crianças, como em educação e questões sociais, há instrumentos legais para chamar à responsabilidade e até punições previstas. Por que não adotar salvaguardas semelhantes quando se refere à saúde física? Somente a possibilidade de punição já seria suficiente para inibir eventuais omissões de responsáveis.

Não é admissível que doença que se supunha erradicada reapareça e que as endêmicas sigam a crescer, fazendo vítimas, causando preocupação e a passividade continue.

Os riscos são evidentes. A possibilidade de algumas doenças graves que já haviam sido eliminadas no Brasil voltarem a atingir a população é uma realidade preocupante. Diante da ameaça do retorno do sarampo e da poliomielite, que podem ser prevenidas a partir da vacinação, os dados de cobertura vacinal no País se mostram abaixo da meta. É evidente a importância de manter a vacinação em dia para evitar essas doenças e suas sequelas.

Enfermidade não é apenas quadro patológico que afeta a população, contamina também a produção laboral e onera o sistema de saúde pública. A vacina é a melhor forma para evitar o retorno de doenças eliminadas e para atacar as que estão assediando a população. É na saúde que mais vale a máxima de que é melhor prevenir do que remediar. Imunização vacinal é o caminho preventivo – todavia, com seriedade, responsabilidade e se necessário com rígida obrigatoriedade.

*Luiz Carlos Borges da Silveira é médico. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal.  Como ministro foi o criador do “Zé Gotinha”.


Câncer mata 32 pessoas por dia na Bahia.


O câncer lidera o número de causas de mortes na Bahia. Por dia, em todo estado, cerca de 32 pessoas tornam-se vítima fatais da doença, de acordo com dados do Ministério da Saúde referente ao ano de 2016.

 

Para se ter uma ideia do crescimento da doença, em 2011, o câncer nem aparecia como principal causa de mortes no estado.

 

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a partir do DataSus, a neoplasia maligna ocupa o topo do ranking de mortalidade na Bahia, tendo vitimado 11.697 pessoas em 2016 – média de 32 por dia.

 

Ainda segundo a pasta, deste total 6.261 foram homens e 5.436 mulheres. Já quanto à faixa etária da população, cerca de 45% das vítimas eram idosos entre 60 e 79 anos.

 

Dicas para prevenção:

Cigarro – É  imprescindível não fumar para evitar as neoplasias malignas dos tipos de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe e esôfago.

Corpo e mente – Cuidados com alimentação, peso e a prática de exercícios são fundamentais para manter a saúde funcionando em bom estado.

Álcool – Outra questão que deve ser observada é evitar o consumo de álcool. Em qualquer quantidade, o álcool contribui para o risco de desenvolver câncer, e lembra que combinar bebidas alcoólicas com o tabaco aumenta a possibilidade do surgimento da doença.

Exames – Para as mulheres, o Instituto destaca que, entre 25 e 64 anos, deve ser feito o exame preventivo ginecológico a cada três anos.

Homens – Já para os homens, principalmente com mais de 50 anos e com sintomas de problemas na próstata, como dificuldade para urinar, jato urinário fraco ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, devem procurar um médico para investigar o problema.

Alerta – Toda pessoa com suspeita de um câncer deve ser avaliado por um médico, sem ser, necessariamente, um oncologista no primeiro momento para facilitar o diagnóstico precoce.Onde buscar ajuda:Feira de Santana –  Hospital Dom Pedro de Alcântara – 75 3604-5500; Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana (Unacon com serviços de Radioterapia e Hematologia) – 75 3221-6734 – Ilhéus –  Hospital São José Maternidade Santa Helena – 73 3234-5750; Santa Casa de Misericórdia (Unacon) – 73 3634-3225 – Itabuna – Hospital Calixto Midlej Filho (Unacon com serviço de Radioterapia) – 73 3214-9100; Hospital Manoel Novaes – 73 3214-4300-   Juazeiro – Hospital Regional de Juazeiro (Unacon) – 74 3614-8350 – Salvador – Centro Estadual de Oncologia – Cican (Unacon) – 71 3116-5481; Hospital Aristides Maltez/Liga Bahiana Contra o Câncer (Cacon com serviço de Oncologia Pediátrica) – 71 3357-6800; Hospital Geral Roberto Santos/SES (Unacon com Serviço de Radioterapia) – 71 3117-7500; Hospital Martagão Gesteira/Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (Unacon exclusivo de Oncologia Pediátrica) – 71 3032-3700; Hospital Professor Edgard Santos/Hospital Universitário MEC-Universidade Federal da Bahia/Fapex (Unacon com serviço de Hematologia)  – 71 3283-8194; Hospital São Rafael/Fundação Monte Tabor (Unacon com serviço de Radioterapia) – 71 3409-8000; Hospital Santa Isabel/Santa Casa de Misericórdia da Bahia (Unacon com serviços de Radioterapia e Hematologia) – 71 2203-8444; Hospital Santo Antônio/Obras Sociais Irmã Dulce (Unacon) – 71 3310-1100 – Teixeira de Freitas – Hospital Municipal de Teixeira de Freitas/Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas (Unacon) – 73 3291-8519 – Vitória da Conquista – Conquista Assistência Médica Ltda/OncoMed Rad – 77 3423-1111; Hospital Geral de Vitória da Conquista – 77 3427-4606
*Com informações do Correio


Ministério define grupo para atuar na prevenção ao câncer no trabalho

Diversas substâncias comuns em alguns ambientes ocupacionais são consideradas carcinogênicas aos seres humanos


Um Grupo de Estudo Tripartite (GET), formado no âmbito do Ministério do Trabalho, deve apresentar até o fim deste ano propostas sobre medidas e procedimentos de prevenção à exposição de trabalhadores a agentes cancerígenos. O GET foi constituído pela Portaria nº 741, publicada no último dia 31 de julho no Diário Oficial da União, e será composto de até seis membros efetivos, representando o governo, empregadores e trabalhadores. O câncer ocupacional representa de 2% a 4% dos casos da doença, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

A estimativa do Inca para o Brasil, no biênio 2018-2019, é de 600 mil novos casos de câncer, para cada ano. Ou seja, até 48 mil casos podem ser motivados pela exposição a agentes cancerígenos no ambiente de trabalho, nos dois anos. Os tipos mais comuns são o câncer de pulmão, os mesoteliomas (que começam nas células dos revestimentos internos, especialmente no tórax ou abdome), de pele, de bexiga e leucemias.

O auditor-fiscal do Trabalho e coordenador-geral de Normatização e Programas da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho, Elton Machado Barbosa Costa, lembra que existem cancerígenos com os quais a população tem contato diariamente, como a poluição do ar, mas o esforço do GET está concentrado nos ambientes de trabalho, onde a inspeção do trabalho tem condições de atuar.

Carcinogênicos – Das substâncias ou misturas consideradas carcinogênicas para os humanos pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), várias são comuns nos ambientes de trabalho, desde indústrias até salões de beleza, ou mesmo em lavouras no meio rural. Um exemplo é a sílica, utilizada na produção de vidros e porcelanas, que pode causar câncer de pulmão. Outro é o amianto ou asbesto, comum na indústria têxtil e de fibrocimento. Utilizado na produção de telhas, caixas d’água e tubulações, entre outros, o asbesto pode causar fibrose pulmonar, tumor maligno da pleura e câncer de pulmão.

Também estão presentes na rotina das fábricas e indústrias substâncias como o cromo hexavalente, utilizado na fabricação de baterias, soldas e pigmentos, que aumenta o risco de câncer de pulmão e das fossas nasais; e o benzeno, um solvente derivado do petróleo que pode provocar leucemia mieloide.

A lista inclui também metais pesados como o níquel e cromo, a radiação ionizante e alguns agrotóxicos, além de produtos que parecem inofensivos, como poeiras madeira, de couro e de cereais. Os efeitos podem ser ainda piores, quando o trabalhador estiver sujeito à poluição ambiental ou tiver uma dieta rica em gorduras trans, além de consumo exagerado de álcool, agentes biológicos e tabagismo.

Agenda intensa – Elton Costa explica que o GET avaliará a situação brasileira e de outros países e discutirá qual a melhor forma de abordar o problema – se é necessário editar novas normas técnicas, lançar campanhas de orientação e conscientização, ou outras medidas. Os encontros presenciais serão bimestrais, mas os membros do grupo permanecerão em contato diariamente. “O objetivo é ter uma agenda de trabalho mais intensa, para entregar um resultado desses estudos até o final do ano”, relata.

Os membros do governo no GET são representantes do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho (DSST) da SIT; da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro); do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador DSAST) do Ministério da Saúde; da Secretaria de Previdência Social (SPREV) do Ministério da Fazenda; e do Departamento de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos (DQAR) do Ministério do Meio Ambiente.

Pelos empregadores, foram nomeados representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Turismo e Serviços (CNC); Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Confederação Nacional do Transporte (CNT); Confederação Nacional da Indústria (CNI); e Confederação Nacional da Saúde (CNSaúde).

Os trabalhadores têm representantes da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB); Força Sindical (FS); União Geral dos Trabalhadores (UGT); Central Única dos Trabalhadores (CUT); e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).


É forte o elo entre herpes e Alzheimer, sugere estudo

Tratamento contra herpes seria um aliado no combate ao Alzheimer, diz estudo.


O Alzheimer, marcado principalmente por uma perda progressiva da memória, é uma doença angustiante. Mesmo com tantos avanços da medicina, não há um tratamento curativo e nem sua causa é conhecida direito. Mas pesquisadores britânicos sugerem que um dos possíveis vilões por trás dessa demência é um velho conhecido nosso: o vírus do herpes.

Dois professores das universidades de Manchester e Edimburgo, no Reino Unido, publicaram recentemente um comentário sobre três estudos taiwaneses no periódico Journal of Alzheimer’s Disease. Eles argumentaram que os trabalhos trazem fortes evidências de que há uma ligação entre essa infecção e o Alzheimer.

Entre os levantamentos orientais, um se destaca. Seus autores observaram, de 2001 a 2010, 8 362 indivíduos de 50 anos ou mais que manifestaram, no ano 2000, sintomas consideráveis da presença do vírus herpes simplex tipo 1 – bolhas na boca ou no corpo, por exemplo. E aqui cabe um pequeno anexo: boa parte da população mundial carrega esse agente infeccioso no corpo, mas muitos nunca apresentam sinais visíveis disso.

Voltando ao experimento, os cientistas compararam essa turma com um grupo de controle formado por 25 086 pessoas sem quaisquer evidências de infecção pelo vírus. Ao final da pesquisa, concluiu-se que o risco de desenvolver Alzheimer foi 2,5 vezes maior nos pacientes que sofreram pra valer com o herpes. Porém, entre esse pessoal especificamente, tal probabilidade era dez vezes menor se eles tivessem recebido drogas contra o vírus. Ou seja, o antiviral pode ter protegido esses indivíduos contra a demência.

Segundo a neurocientista Ruth Itzhaki – umas das professoras que comentou os estudos –, o vírus do herpes consegue se instalar no cérebro de idosos, quando eles são infectados. Aí, caso os mais velhos tenham um determinado fator genético, em algum momento de imunidade baixa o inimigo pode se reativar e, quem sabe, provocar uma bagunça nos neurônios capaz de desencadear o Alzheimer.

“Acreditamos que esses antivirais seguros e facilmente disponíveis podem ter um papel importante no combate à doença”, afirma a professora, em comunicado à imprensa.

Porém, é importante entender que o Alzheimer ainda é um desafio para os médicos. “O estudo é muito interessante, mas se trata de uma observação inicial, que deve ser aprofundada antes de tirarmos quaisquer conclusões”, pontua Rubens Gagliardi, presidente da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). “De qualquer jeito, precisamos estar atentos às possibilidades ventiladas pelas novas pesquisas”, encerra. MSN.

Mordidas de cães podem causar lesões graves nas pálpebras

15% dos ataques ocorrem na face e na maior parte dos casos vítimas são crianças


São Paulo, 24 de  julho de 2018 – Dizem por aí que os cães são os melhores amigos dos homens. E dados do Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística (IBGE) comprovam que os brasileiros são mesmo apaixonados pelos animais de estimação.

Pelo cadastro de PETs, são 53 milhões de cães e 22 milhões de gatos. Entretanto, embora a convivência com os bichinhos seja benéfica, pode trazer alguns riscos, como mordidas e ataques. De acordo com um levantamento da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, as crianças entre 5 e 9 anos são as principais vítimas de mordidas de cães. O segundo grupo mais afetado é o de crianças entre 0 e 4 anos.

Instinto animal
A convivência com os cães pode ser muito benéfica para a criança, porém é preciso lembrar que o cão é um ser irracional e pode agir por instinto quando se sentir ameaçado de alguma forma.

Crianças são curiosas por natureza e quanto mais novas, menor a noção do que pode ser interpretado pelo animal como um carinho ou como uma ameaça. Elas podem apertar, puxar as orelhas, o rabo, etc. Cada animal tem sua própria personalidade e, com isso, pode ser impossível prever a reação do cão frente ao tratamento dado pela criança, por mais dócil que o animal seja.  Veja mais aqui