Doença pulmonar obstrutiva crônica deverá ser 3ª principal causa de morte em 2020 O tema vai ser discutido no Thinklung!

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) caracteriza-se por sinais e sintomas respiratórios associados à obstrução crônica das vias aéreas inferiores, geralmente em decorrência de exposição inalatória prolongada a material particulado ou gases irritantes. A doença vai ser discutida no Thinklung – Conversas, Casos e Reflexões, que vai ser realizado entre os dias 7 e 9 … Leia Mais


Dormir pouco aumenta o risco de câncer e outras doenças

Dormir menos de seis horas diárias pode aumentar o risco de cancêr, doenças cardiovasculares, AVC (acidente vascular cerebral), e pode mesmo levar à morte precoce. Estes são os resultados de um novo estudo, publicado esta quarta-feira na revista cientifica Journal of the American Heart Association, que analisou o impacto do sono e doenças cardiovasculares e cerebrovasculares … Leia Mais



Parasita identificado em Sergipe deixa Bahia em alerta


Um parasita identificado no estado de Sergipe, já infectou mais de 100 pessoas e começa a preocupar os baianos, a ponto de deixar as unidades de saúde em atenção.

(Foto: Divulgação)

Informações obtidas pelo jornal Correio, indicam que a primeira vez que o micro-organismo foi identificado em laboratório, foi a 10 anos.

A doença afeta o baço, fígado e alterações na pele semelhantes a leishmaniose, nos casos graves apresenta sangramento.

O jornal apontam também que três universidades brasileiras estudam o parasita.

Roque Pacheco Almeida, pesquisador da Universidade Federal de Sergipe (UFS), alerta que a proximidade com a Bahia, pode fazer com que a doença se dissemine por aqui.

Segundo a SESAB – Secretaria de Saúde do Estado da Bahia nenhum caso foi registrado no momento no estado.

Em 2011 um homem morreu com o parasita, ele recebeu tratamento para Calazar, porém a doença seguiu evoluindo com piora resultado em morte, na época a pele dele apresentava diversos parasitas.


Novos tipos de aparelhos ortodônticos surgem como opção para corrigir imperfeições


Depois da tendência com as lentes de contato dentárias, outros métodos foram surgindo   como indicações para estética dos dentes. 

Hoje a ortodontia é uma importante aliada para quem possui, imperfeições nos maxilares, dentes posicionados inadequadamente, com formatos e tamanhos irregulares.  

Contudo, o cuidado com os dentes é um hábito diário, que começa desde a infância ensinando os pequenos, na adolescência e assim em diante.

Com a falta de cuidados ou insatisfações com seu sorriso, as pessoas estão cada vez mais buscando tratamentos para correções dentárias, entre eles, o aparelho ortodôntico fixo, sendo o mais procurado.  

OS BENEFÍCIOS DO APARELHO ORTODÔNTICO 

Os benefícios trazidos pelo uso dos aparelhos dentários incluem um sorriso alinhado e harmonioso. Além disso, aspectos relacionados à saúde também entram na lista dos efeitos desse tipo de intervenção. 

Um deles é ajuda com a mastigação, onde os dentes inferiores e superiores quando ficam desalinhados podem causar dificuldades no processo de moer o alimento. 

No quesito respiração e fala, o aparelho dentário pode corrigir a posição dos maxilares facilitando a abertura da boca e melhorando a dicção das palavras. 

Outro fator importante que deve ser observado é que ao optar por um aparelho você previne o desgaste gradual dos dentes e lesões nas gengivas. 

QUAIS TIPOS DE APARELHOS DENTÁRIOS EXISTEM 

Com os diversos benefícios do aparelho dentários, surgiram modelos para vários tipos de gostos e também de bolsos. 

No entanto, os mais populares são os aparelhos fixos, que se comprometem a corrigir o alinhamento do sorriso e reparações fundamentais que dificultam o dia a dia. 

  • Aparelho fixo metálico: é um dos modelos mais antigos para retificação dos dentes. Sendo sua principal função o alinhamento da mordida e endireitamento dos dentes. Os materiais usados neste estilo de aparelho são os bráquetes, borrachinhas coloridas, fio ortodôntico e bandas capazes de reorganizar o sorriso do paciente. 
  • Aparelho fixo estético: Esse modelo é bem discreto, seus bráquetes não possuem coloração e podem ser encontrados em três tipos de materiais: policarbonato, safira e porcelana. Cada um destes elementos apresentam a mesma função, porém, confeccionados com substâncias que podem ser melhores que as outras. 
  • Aparelho fixo autoligado: Neste modelo você não encontrará as famosas borrachinhas coloridas, somente os bráquetes em tamanho menores que o modelo metálico. A ideia é que ele seja preso ao fio de metal, mas que não necessite de nenhuma peça a mais para prender o bráquete. 
  • Aparelho lingual: Semelhante aos aparelhos invisíveis, a função desse aparelho é alinhar o sorriso e corrigir imperfeições. Sendo assim, ele é anexado atrás do dente, em contato com a língua.  

São vários modelos a serem escolhidos, todos com a mesma função de proporcionar um sorriso perfeito. 

COMO ESCOLHER O MELHOR MODELO 

Hoje ortodontia ocupa um importante lugar nas intervenções estéticas mais procuradas, onde a busca por uma autoestima também reflete em um sorriso bonito. 

Por esse motivo, o mercado odontológico apresenta diversas opções em aparelhos fixos, entre eles, os famosos aparelhos invisíveis. Esse tipo de aparelho é o queridinho do momento, por sua discrição e trazendo resultados incríveis para o paciente.  

Entretanto, antes de escolher o seu modelo ideal, faça uma avaliação com seu dentista e verifique o melhor aparelho ortodôntico para seu caso. 

Além disso, é preciso avaliar os custos, o modelo e tempo de uso necessário para que chegue ao resultado desejado.  


Especialista aponta o papel fundamental da nutrição na prevenção da diabetes


A Diabetes é uma doença metabólica crônica que tem atingido cada vez mais pessoas em todo o mundo, em especial no ocidente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas com diabetes vem crescendo principalmente devido aos maus hábitos alimentares e rotina sedentária. 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes e a taxa de incidência da doença cresceu 61,8% nos últimos dez anos em todo o mundo, tornando-se uma epidemia global.

Fotos de:  Reprodução / MF Press Global

Dr. Leone Gonçalves, nutricionista e preparador físico, revela que sem a devida atenção com a alimentação, qualquer pessoa está sujeita ao diabetes: “A nutrição e a prática de atividades físicas cruciais em seu papel de prevenção a diabetes. O fato é que qualquer pessoa pode sofrer de Diabetes, no entanto a exposição a fatores de risco aumenta a probabilidade do seu aparecimento. Muitos tem deixado de ter uma alimentação saudável, optando pelo fast food, refrigerantes por alimentos industrializados, que estão cada vez mais açucarados e processados, e isto tem aumentado a incidência da diabetes, assim como sobrepeso e obesidade, que também são fatores de risco”.


Tipos de Diabetes

O especialista conta que existem tipos de diabetes:” A Diabetes tipo I, geralmente já diagnosticada desde a infância ou adolescência, está relacionada a uma insuficiência do pâncreas em produzir insulina, que é o hormônio que regula o aproveitamento do açúcar no organismo e consequentemente o nível de glicose na corrente sanguínea. Geralmente o diagnóstico é precoce, quer pelos sintomas, quer pelas análises de rotina. Já a Diabetes a tipo II, ocorre quando o organismo não consegue usar de forma adequada a insulina que produz. Assim, o nível de glicose no sangue se mantém sempre elevado. Este tipo de diabetes é desenvolvida na vida adulta e sempre por conta da má alimentação”.

Sendo a má alimentação a responsável pelo aparecimento da Diabetes tipo II, o Dr. Leone recomenda alguns cuidados quanto a alimentação: “Para prevenir o aparecimento da Diabetes tipo II, que costumam estar associada a pessoas com sobrepeso, o ideal é uma dieta de emagrecimento. Portanto, além de evitarem açúcares, também devem evitar alimentos gordurosos que promovem alterações nos níveis de colesterol e triglicérides”.

Segundo o nutricionista, prevenir o diabetes ou controlá-lo é importante para evitar também outras complicações severas: “entre as complicações que podem surgir como consequência do diabetes estão a retinopatia, doença renal, amputações, infartos e derrames, que ainda são frequentes embora dados de mortalidade tenham apresentado discreta queda”

A Alimentação como aliada no combate ao Diabetes

Alguns hábitos alimentares podem ajudar no controle da glicemia e consequentemente previnem picos glicêmicos: “sempre recomendo aos meus pacientes que, além de ingerir alimentos naturais e o menos açucarados possíveis, que façam várias refeições diárias para minimizar os picos glicêmicos (alta taxa de glicose no sangue ou baixa taxa), ajudando o organismo a fazer uma melhor gestão da produção de insulina”.

Para aqueles que tem diabetes tipo I e precisam manter os níveis de glicose sob controle, o Dr. Leone aponta que as restrições alimentares não são tão severas como muitos pressupõem, mas que é fundamental manter-se sempre em estado de atenção: “No doente diabético, o controle da glicemia é fundamental para prevenir episódios de hiperglicemia e de hipoglicemia, por isso ele precisa de carboidratos integrais, como o amido da batata, do arroz e do feijão, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, por isso liberam glicose em pequenas quantidades. A única restrição é para a ingestão de açúcares que são rapidamente absorvidos pelo organismo”.

O Dr. Leone aponta ainda que existem alguns alimentos que podem ser utilizados para melhorar o quadro de diabetes: “em geral alimentos ricos em fibras e proteínas (inhame, aipim, leguminosas, verduras, legumes, frutas, ovos e iogurtes naturais) e frutas com cascas, pois apresentam mais fibras. Todos estes ajudam a impedir a oscilação de taxas de glicose no sangue, que faz muito mal ao paciente”.


Sintomas de câncer que as pessoas ignoram

Câncer dar sinais muito antes de ser identificado,


O site Women’s Health reuniu em reportagem dez sintomas que podem indicar que uma pessoa está com câncer. Assim como esses sinais podem indicar apenas uma febre ou até mesmo uma gripe, especialistas alertam para alguns “sinais vermelhos” para você ficar atento:

1. Tosse persistente ou rouquidão
Não há o que se preocupar com uma tosse, porém uma tosse persistente ouacompanhada de sangue é definitivamente motivo de preocupação. “A maioria dastosses não são câncer”, diz Therese Bartholomew Bevers, professora e diretora do Cancer Prevention Center at the MD Anderson Cancer Center.
Mas, certamente, uma tosse persistente precisa ser avaliada para ver se ela pode ser câncer de pulmão.O seu médico deve fazer uma radiografia no tórax ou tomografia computadorizada paradescartar o câncer como uma possibilidade.

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2. Mudanças persistentes no intestino
Quando seus movimentos intestinais não são tão fáceis como já foram ou suas fezesparece maior do que o normal ou um pouco deformada, esse poderia ser um sinal de câncer de cólon, diz Bartholomew Bevers. “Pode ser um sinal de que há uma massaimpedindo o trânsito das fezes“, diz ela. Esse é um sintoma que uma pessoa deve ir ao médico e agendar uma colonoscopia para ver se há de fato uma massa.”

3. Atenção na urina
“Se
sangue na urina, isso pode ser um indicativo de câncer de bexiga ou nos rins, mas mais comumente esse é um sinal de uma infecção urinária“, diz BartholomewBevers. Verifique a existência de uma infecção em primeiro lugar, em seguida,busque outras opções de tratamento.

 4. Dor persistente e inexplicável
“Dor não é necessariamente um sinal de câncer, mas a dor persistente deve ser verificada”, diz Bartholomew Bevers. “Se você tem dores de cabeça persistentes, por exemplo, é provável que não tenha câncer, mas ainda assim você deve ser analisado.A dor persistente no peito pode ser um sinal de câncer de pulmão. E a dor em seu abdômen poderia ser câncer de ovário.

5. Perda de peso inexplicada
Como adultos, nós nos esforçamos muito para perder peso“, diz BartholomewBevers. Mas se o seu peso está caindo muito, sem qualquer esforço de sua parte,essa é uma grande preocupação e pode ser indicativo de um problema médico sério“. Um desses problemas, diz ela, poderia ser uma doença maligna ou um tumor.

6. Mudança na aparência de pintas
“Uma pinta não é necessariamente um sinal de câncer, mas se você notar alguma mudança na aparência de suas pintas você deve falar com seu dermatologista, que irá fazer um exame para detectar câncer de pele”, diz Bartholomew Bevers.

7. Uma ferida que não cicatriza
Se você tiver uma ferida que não cicatriza há três semanas, você deve ir ao seumédico. “O ferimento já deveria ter cicatrizado após esse período“, diz BartholomewBevers, “e é aconselhável que você faça um exame para checar”. Essa ferida pode ser um sinal de carcinoma.

8. Sangramento inesperado
Sangramento vaginal fora do seu ciclo normal pode ser um sinal precoce de câncer cervical. Já o sangramento no reto pode indicar câncer de cólon, diz BartholomewBevers.

9. Um caroço inexplicável
“Toda vez que você tem um caroço que é novo ou que está mudando, isso é algo que deve ser olhado pelo seu médico”, diz Bartholomew Bevers. Embora possa ser um um quisto benigno, o caroço também pode ser “um câncer que está no tecido. Um nódulo na mama é um sintoma muito comum de câncer de mama”, explica. Consulte o seu médico para obter mais informações.

10. Dificuldade persistente em engolir
Dois tipos de câncer podem estar por trás desse sintoma, incluindo pescoço e câncer de esôfago. “Pessoas que têm esses sintomas começam a modificar suas dietas, comem alimentos mais macios, sem pensar que poderia haver um problema mais sério”.  Atenção: Qualquer tipo de sintoma persistente deve ser levado ao médico. Catracalivre.


Cardio-oncologia previne e trata doenças cardiovasculares em pacientes com câncer

Tratamentos oncológicos podem prejudicar a coração, aumentando o risco de insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio e outros problemas.


Com o envelhecimento da população, segundo o Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares e o câncer se tornaram os responsáveis por cerca de 50% das mortes no Brasil. Essa mudança significativa no cenário epidemiológico ampliou os estudos sobre a relação entre esses dois diagnósticos, dando origem a cardio-oncologia, subespecialidade da cardiologia que visa acompanhar o paciente em tratamento oncológico para diagnosticar, tratar ou atuar na prevenção de eventos cardiovasculares.

Foto: Reprodução Blog do Prisco.

A Dra. Marina Bond, cardiologista especialista em cardio-oncologia da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que, além de compartilharem fatores de risco como obesidade, hipertensão, diabetes, entre outros, os tratamentos oncológicos podem também aumentar o risco de insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio e demais complicações.

De acordo com a especialista, tanto a quimioterapia como outros tratamentos (radioterapia, imunoterapia, endocrinoterapia) e até mesmo cirurgias oncológicas, podem afetar a saúde do coração. “Alguns medicamentos usados no tratamento contra o câncer de mama, linfomas e sarcomas podem causar insuficiência cardíaca”, frisa.

Marina Bond conta que doenças coronárias, valvulares, arritmias e complicações pericárdicas podem ocorrer de forma aguda, precoce ou tardia, mesmo anos após o término do tratamento oncológico.

Com o acompanhamento médico adequado, o paciente em tratamento oncológico recebe terapia específica para prevenir as complicações cardiovasculares, conseguindo, então, completar o tratamento contra o câncer com sucesso. “A cardio-oncologia não visa suspender a quimioterapia, mas sim permitir que o paciente complete o seu tratamento de forma segura, eficaz e com saúde cardiovascular”, esclarece.

Veja abaixo alguns exemplos de medicamentos que podem ser tóxicos ao coração:

– Antraciclinas como doxorrubicina: insuficiência cardíaca. Essa classe de medicamentos é usada para tratamento de câncer de mama, linfomas e sarcomas.

– Anticorpo monoclonal trastuzumabe: insuficiência cardíaca. O fármaco é utilizado para um tipo específico de tumor mamário.

– 5-Fluoruracila ou capecitabina: vasoespasmo coronariano e infarto agudo do miocárdio. São utilizados como tratamentos prévios e auxiliares para o câncer de cólon.

– Endocrinoterapia (tratamentos hormonais): piora do colesterol, ganho de peso e aumento de risco de diabetes, todos fatores de risco cardiovascular. São medicamentos indicados para o tratamento de câncer de próstata e de mama.

Além dos fatores de risco citados, o tabagismo, o diabetes e o sedentarismo também favorecem desenvolvimento de problemas cardíacos e de câncer. Por isso, a cardiologista do Hospital São Camilo aconselha bons hábitos de vida, como manter-se no peso ideal, parar de fumar, exercitar-se regularmente e gerenciar o estresse.

Rede de Hospitais São Camilo

A Rede de Hospitais São Camilo é composta por quatro hospitais modernos em São Paulo. Três ficam nos bairros da Pompeia, Santana e Ipiranga, capacitados para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Por sua vez, a Unidade Granja Viana é uma instituição Camiliana dedicada à assistência e saúde com atenção especial aos pacientes em cuidados continuados em reabilitação, crônicos ou paliativos. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são os principais pilares de atuação. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 736 leitos e um quadro clínico de mais de 6,8 mil médicos qualificados. As unidades possuem importantes acreditações internacionais, como a Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor e a Acreditação Internacional Canadense. A Rede de Hospitais São Camilo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.