Executiva Estadual do PMDB debate diretrizes do partido para 2014

A reunião da Executiva Estadual do PMDB baiano, que aconteceu na sede do partido, na manhã desta segunda-feira, debateu as diretrizes da sigla para as eleições 2014. O encontro, presidido pelo dirigente da legenda, Geddel Vieira Lima, traçou estratégias que envolvem jovens, mulheres, candidatos e atração de novas lideranças na capital e interior do Estado. … Leia Mais


Wagner articula aliança do PSC com Dilma

O governador Jaques Wagner trabalha para trazer mais um aliado para o governo de Dilma Rousseff. Após costurar os acertos com o PR e o PTB, o petista articula com o PSC, do polêmico deputado Marco Feliciano, segundo reportagem do A Tarde. Legenda já tida como parceira do PT no plano estadual, o PSC lançou há praticamente um mês … Leia Mais



Otto aponta avanços do carlismo e Jonas Paulo rebate: ‘Foi um atraso’

O vice-governador Otto Alencar (PSD) e o presidente estadual do PT, Jonas Paulo, trocam farpas na base aliada após as declarações do governador Jaques Wagner que indicou abertura de diálogo ao democrata ACM Neto em 2014. O petista afirmou que “pensamento estreito e monolítico” teria o carlismo, que foi derrotado pela sigla em 2006, e … Leia Mais



Wagner admite ‘trabalhar’ pelo apoio de ACM Neto ao PT: ‘Eu não vou brincar com eleição’


JACQUES WAGNER 5Satisfeito com a postura aberta do prefeito de Salvador, ACM Neto, para dialogar com o PT sobre um eventual apoio em 2014, o governador Jaques Wagner conversou sobre as próximas eleições e a possibilidade de racha dentro da base do governo estadual. “Em política, você nunca tranca a porta”, declarou o gestor, ao afirmar que, “seguramente”, se empenharia para garantir o apoio do prefeito à reeleição da presidente Dilma Rousseff. “Se depender de algum esforço meu para que ele venha apoiar a Dilma e até apoiar eventualmente o nosso candidato aqui no Estado, ou pelo menos a Dilma a nível federal, não tenha dúvida de que eu vou trabalhar. Eu não vou brincar com eleição”, explicou. Sem citar suas preferências para a sucessão estadual na Bahia, o Wagner negou que a senadora Lídice da Mata seja seu Plano A e despistou quando perguntado sobre o nome de Rui Costa, apesar de confirmar a sua candidatura a deputado federal e a do vice-governador, Otto Alencar, ao Senado. “O plano A está na minha cabeça e eu não revelo para ninguém, senão estraga tudo”, argumentou. “Não dá para encaixar em três vagas dez, oito ou sete pretensões. Alguém terá que entender que é possível ceder. E eu sou um cara que não fica com medo da sombra”, completou. Sobre 2018, o gestor adiantou que não colocará seu nome para as eleições presidenciais e não descartou a ideia de apoiar Eduardo Campos (PSB). “O PT, depois de 16 anos sentado na cadeira da Presidência da República, tem que arejar e ver a possibilidade de ter nomes dentro dos partidos da coligação”, declarou. Wagner falou ainda sobre os prazos para o metrô da capital, ao considerar como legado de sua gestão as intervenções em mobilidade urbana. “Não tem mais nenhum obstáculo. Eu acho que no começo do segundo semestre a gente já vai ver essa obra”, vislumbrou.

BN


PMDB ameaça dar apoio a Campos em 6 Estados


EDUARDO CAMPOS - GESTICULANDOO estremecimento da relação entre PT e PMDB no Congresso reflete e contamina a formação de palanques estaduais que darão sustentação ao projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Apesar da entrada do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e da própria petista na costura de alianças regionais para 2014, peemedebistas resistem a se aliar ao PT em Estados estratégicos e ameaçam se coligar com o PSB, do governador de Pernambuco Eduardo Campos, provável candidato à Presidência. Em Estados onde a situação azedou, o PMDB já usa a aproximação com Campos como uma forma de emparedar o PT. O discurso em favor do pernambucano passou a funcionar como ferramenta de pressão contra os petistas, com um único objetivo: obter condições mais favoráveis de negociação nos Estados. Segundo informações da Agência Estado, o principal foco de insatisfação com o PT começou no Congresso. Ficou evidente durante a aprovação da MP dos Portos na Câmara e, depois, na apresentação do pedido de abertura da CPI da Petrobras. Deputados reclamam da articulação política da presidente e defendem, nos bastidores, a candidatura de Campos. “Ele será o novo presidente da República. Há um grande desgaste com o PT”, declarou um parlamentar do PMDB. Na eleição presidencial de 2010, o PMDB também ameaçou se rebelar. A diferença é que, agora, há uma alternativa ao PT dentro do campo governista, com Campos, o que garante aos peemedebistas uma tentativa de amenizar a cisão: o apoio não é para o PSDB, da oposição, mas para um partido aliado à própria Dilma.


Pesquisa que mostra favoritismo de ACM Neto para o governo em 2014 preocupa o PT


ACM NETO & WAGNERO governo do Estado está de posse uma pesquisa de uso interno que o incomoda demais e que pode ser um dos motivos pelos quais, nos bastidores políticos, bolsões petistas estão fazendo de tudo para sabotar eventuais relações republicanas que o governador Jaques Wagner mantenha com o prefeito ACM Neto.

Disparado à frente nas intenções de voto pata governador em 2014, com 36%, Neto (DEM) é seguido pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), com 9%. O primeiro petista da turma é o senador Walter Pinheiro (6%), com o vice-governador Otto Alencar (PSD) nas proximidades (5%).

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), foi lembrado com 3,5%. Os demais, nesta ordem, estão de 2% para baixo: deputado Marcelo Nilo (PDT), ex-prefeito Luiz Caetano (PT), secretário Rui Costa (PT), ex-prefeito João Gualberto (PSDB) e secretário José Sérgio Gabrielli (PT).

Prefeito está garimpando na periferia  – É possível, na visão dos especialistas, que o prefeito, com pouco mais de três meses no cargo, tenha índices tão favoráveis pelo recall da campanha de 2012. Mas uma influência considerável, pelo menos na capital, certamente é do estilo de trabalho que vem mantendo desde a posse.

O prefeito faz uma audaciosa investida sobre a população, com um programa de visitas a bairros populares que ocupam as manhãs das terças, quartas e sábados, acompanhado, num veículo tipo van, dos principais secretários, para rápido atendimento de reclamações. Preocupados, adversários dizem que “ele não desceu do palanque”.

O negócio é bem organizado: em cada bairro, são visitados um posto de saúde, uma escola, um local para possível praça e um ponto crítico. Problemas de limpeza, esgoto e pavimentação são encaminhados de imediato, assim como outros, mais simples, como a mudança de um ponto de ônibus.

Uma vez por mês, num sábado, o prefeito circula sozinho, sem os auxiliares, para checar cumprimento de prazos e metas dos serviços programados. De 15 em 15 dias, numa segunda-feira, há uma reunião do secretariado para avaliação e cobrança da execução.

Cumprindo um compromisso que exibiu em toda a campanha, Neto sai dos gabinetes para as ruas numa frequência que, mesmo com a máquina de uma Prefeitura enfraquecida, é capaz de produzir resultados imediatos, engrossando o patrimônio que trouxe da eleição.

Fonte: Jornal da Midia


Tiririca volta atrás e decide continuar na vida política


TIRIRICA - CABELO PINTADOO palhaço e deputado federal Tiririca (PR) voltou atrás na decisão de abandonar a política. Para não perder o candidato que recebeu mais de 1,3 milhão de votos em São Paulo, o PR decidiu “agradar” o filiado e adotou a causa circense como bandeira do partido. “O mandato (do deputado Tiririca) frustrou o que ele gostaria de fazer na vida pública. Dissemos que o partido precisava dele, e passamos a encampar a defesa da cultura popular como uma bandeira do PR”. Tiririca disse que o apelo popular também pesou na sua decisão de continuar político. “Foi muito difícil. Recebi vários telefonemas, as pessoas me paravam na rua e pediam que eu não saísse. No começo fiquei decepcionado, não sabia como era a mecânica disso aqui. Mas estou firme, estou feliz e estou com vontade. Se estou fazendo um trabalho legal, por que parar?”, questionou o deputado.

César Borges nega ‘falta de tinta’ em caneta ministerial


CÉSAR BORGES - 4O ministro dos Transportes, César Borges, negou nesta segunda-feira (27) que tenha feito queixas sobre uma possível falta de tinta em sua caneta, à frente da pasta. Segundo a coluna Holofote, da Revista Veja, assinada pelo jornalista Otávio Cabral, em uma conversa com um amigo na última semana, Borges teria reclamado da dificuldade de agendar uma audiência com a presidente Dilma Rousseff (PT) e da demora da Casa Civil em autorizar a contratação de novos assessores. De acordo com a publicação, a equipe do gabinete é quase a mesma da época do ex-ministro Paulo Sérgio Passos, seu antecessor. “O ministro dos Transportes, César Borges, esclarece que não procede a informação de que teria reclamado de falta de poder no cargo. Nunca solicitou audiência com a presidenta Dilma Rousseff. Quanto à contratação de assessores, não há dificuldade com a Casa Civil, uma vez que ainda avalia a necessidade de substituições na Pasta. Por fim, nunca cogitou ser candidato a deputado federal”, informou a sua assessoria, em nota enviada à imprensa.