Wagner admite que greves influenciaram nas eleições de Salvador

O governador Jaques Wagner (PT) afirmou, em entrevista ao jornal A Tarde, que as greves da Polícia Militar e dos professores tiveram influência no resultado da eleições em Salvador, embora, na avaliação dele, o PT tenha saído vitorioso na urnas na Bahia. “Tivemos problemas com as nossas bases? Tivemos, com as greves. Algumas pessoas insatisfeitas … Leia Mais


Investigação sobre empresa de filho de Lula é arquivada

Depois de sete anos sem avançar nas investigações, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal arquivaram o inquérito sobre possível tráfico de influência de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula. Em 2004, no segundo ano do governo do pai, Lulinha recebeu R$ 5 milhões da operadora de … Leia Mais


Cid Gomes defende PSB para vice de chapa encabeçada por Dilma em 2014

O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), voltou a defender nesta sexta-feira (9) que o seu partido dispute a eleição de 2014 com o candidato a vice na chapa da presidente Dilma Rousseff. De acordo com Cid, o PMDB, atual ocupante da vice-presidência, deveria ficar à frente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, … Leia Mais


Geddel mostra empenho para os momentos iniciais da gestão de Neto

O vice-presidente da Caixa e um dos líderes do PMDB, Geddel Vieira Lima, analisou em entrevista para a Tudo FM os problemas que o prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM), pode encontrar pela frente ao assumir a gestão. O primeiro deles seria a redução do índice de inadimplência a qual passa a capital baiana. … Leia Mais


Quero ser governadora da Bahia, afirmou Moema Gramacho

A prefeita Moema Gramacho (PT), da cidade de Lauro de Freiras, Região Metropolitana de Salvador (RMS), surpreendeu os eleitores na manhã desta quarta-feira (7). Durante entrevista concedida ao Programa do Bocão, na Rádio Sociedade, a petista derrotada nas urnas nas eleições deste ano confidenciou ao apresentador Zé Eduardo o desejo de ser candidata ao Governo do … Leia Mais


Governador deve fazer valer parceria com presidente Dilma, provoca Imbassahy


O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) diz que em lugar de se queixar da redução na receita pela queda do ICMS na energia elétrica o governador Jaques Wagner deveria procurar a presidente Dilma Rousseff para fazer valer a tão propalada parceria, pedindo compensações. Segundo o governador, a queda do ICMS deverá provocar uma perda de R$ 270 milhões para o Estado, no próximo ano. “Agora, que existe uma perspectiva real de redução das contas da energia, atendendo aos anseios da população, o governador reclama. Ele precisa entender que parceria boa é aquela que traz benefícios a todos. Redução na conta de luz interessa diretamente aos baianos”, avalia o deputado.


Dilma convida Lula para jantar com cúpulas do PT e PMDB


A presidente Dilma Rousseff convidou o ex-presidente Lula para um jantar com as cúpulas do PT e PMDB no Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (6). Serão discutidas durante o encontro a alianças entre os partidos, a rearrumação do espaço político no governo após as eleições municipais e estratégias para 2014. “Vamos conversar sobre eleições e sobre futuro. Falaremos da aliança do PMDB e do PT com o governo, sobre a nossa contribuição e como vamos nos conduzir até o término do mandato da presidente, além de, sem dúvida, apoiá-la na reeleição”, afirmou o presidente do Senado, José Sarney, um dos políticos que estará presente no jantar. Apesar de debater a aliança com o PMDB, o governo também demonstra cautela em relação a outro aliado, o PSB. A legenda entrou em confronto com o PT em diversas cidades durante o pleito deste ano e o governo quer evitar um voo solo do comandante do PSB, Eduardo Campos, na disputa pela Presidência. Informações do Estadão.


Nomes de peso estão na lista para disputar o governo


Passadas as eleições municipais, a disputa pelo Palácio de Ondina parece ter começado. Depois de perder a disputa sucessória na capital, o Partido dos Trabalhadores já inicia as suas articulações para fortalecer nomes de possíveis sucessores do governador Jaques Wagner (PT). Segundo nota publicada pelo Jornal Tribuna da Bahia, vários nomes estariam no páreo, como: o Chefe da Casa Civil, Rui Costa; o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli; o senador Walter Pinheiro e o presidente da UPB, o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano. Wagner terá uma tarefa difícil, que é a de acalmar os ânimos da sua base aliada. Isso porque o PSB deverá lançar a candidatura da senadora Lídice da Mata, o PSD, segundo maior partido da Bahia, poderá lançar a candidatura do atual vice-governador, Otto Alencar, e o PDT chegará ao páreo com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo. O PP chegará em 2014 com um possível racha entre o deputado Mário Negromonte e o prefeito João Henrique – caso permaneça no partido, pois ambos têm a pretensão de lançar candidatura, deixando para trás o deputado João Leão. No campo da oposição, circula forte o nome do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Aliás, o apoio do PMDB ao DEM na disputa em Salvador estaria condicionado ao pleito em 2014. As partes negam. Outros dois nomes que circulam forte no cenário das oposições são o do ex-prefeito Antonio Imbassahy (PSDB) e do ex-governador Paulo Souto (DEM).


Eduardo Campos e Aécio se unem por ‘pacto federativo’


O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), dois nomes cotados para a eleição presidencial de 2014, já estão afinados no discurso da necessidade de um novo pacto federativo no País. A desconcentração das receitas que estão com a União e o fortalecimento dos Estados e municípios são uma bandeira antiga do senador tucano – herdada de Itamar Franco -, que foi adotada mais recentemente por Campos, na esteira das eleições municipais. Embora no plano federal participem de bases distintas, PSDB e PSB são aliados no âmbito estadual e caminharam juntos, nas eleições de outubro, na disputa por cidades importantes como Belo Horizonte e Campinas – onde a aliança derrotou candidatos apoiados pelo ex-presidente Lula e a presidente Dilma. Campos inseriu as expressões “novo federalismo” e “pacto federativo” no seu repertório logo após o resultado do primeiro turno. Provocado a falar sobre eventuais planos de disputar a Presidência, ele lançou o mote: a rediscussão de um novo pacto federativo é mais importante do que ficar discutindo 2014. Informações do Estadão.


Paulo Souto será coordenador da transição para governo de ACM Neto


O prefeito eleito de Salvador, ACM Neto, anunciou nesta quinta-feira (1º) que o seu coordenador no grupo de transição será o ex-governador Paulo Souto. Presidente de honra do Democratas, Souto comandou a equipe que elaborou o plano de governo de Neto durante a campanha. O anúncio foi feito em coletiva à imprensa antes do primeiro encontro entre Neto e o atual prefeito João Henrique após as eleições, que aconteceu no final da tarde, no Palácio Thomé de Souza. O objetivo foi discutir a transição. “Estou aqui hoje para criar as condições para que a transição comece de fato na segunda. Essa equipe, que ainda vou anunciar o restante dos integrantes, vai trabalhar em parceria com uma empresa de consultoria para dar suporte externo e ajudar a definir o desenho da reforma administrativa que quero implantar em Salvador”, afirmou ACM Neto. Ele disse que o início da gestão será marcado pela austeridade e economia de recursos, para que sobre dinheiro para as ações urgentes e emergenciais. Nesta quinta, antes de desembarcar em Salvador, Neto esteve no Rio de Janeiro, onde conversou com o prefeito reeleito Eduardo Paes (PMDB) e conheceu algumas ações adotadas pelo peemedebista no início da atual gestão para ampliar o caixa da prefeitura.  Em entrevista, o prefeito João Henrique afirmou que vai criar todas as condições para que a transição seja rápida e transparente. “Até porque a gente já tem o Carnaval se aproximando e vamos ter a Copa das Confederações já ano que vem”, ressaltou. O prefeito disse que vai deixar a prefeitura sem restos a pagar e disse que ainda vai definir os nomes da sua equipe de transição, como determina o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).