Jotinha é pré-candidato a deputado estadual em 2018

Em áudio no whatsApp Jotinha declarou a pré-candidatura. O radialista José Luiz, conhecido por “Jotinha” é pré-candidato a deputado estadual em 2018, após ser questionado da possibilidade, o próprio, confirmou que pretende disputar a um das cadeiras da Assembleia Legislativa do estado da Bahia no ano que vem. Jotinha é morador de Elísio Medrado no … Leia Mais


Delator diz que Humberto Costa recebeu propina no Ministério da Saúde

O ex-subsecretário de Saúde do Rio César Romero afirmou nesta quarta-feira (8) que o senador Humberto Costa (PT) recebia propina do empresário Miguel Iskin, que atua no setor de próteses e equipamentos médicos. As vantagens indevidas foram pagas, segundo o relato, durante o período em que o petista ocupou o cargo de ministro da Saúde, entre … Leia Mais


Deputada Shéridan é denunciada pela PGR

Denúncia foi apresentada por suposta compra de votos. A deputada federal Shéridan Oliveira (PSDB-RR) foi denunciada pela procuradoria-geral da república por compra de votos na eleição de 2010. A denúncia foi apresentada nesta terça-feira (7), ao Supremo Tribunal Federal, pela procuradora Raquel Dodge. A deputada é relatora da proposta de reforma política. A acusação é por … Leia Mais


Governador afirma que o 13º salário dos servidores está garantido


O governador Rui Costa afirmou nesta terça-feira (7), em entrevista ao programa “Balanço Geral”, da Radio Sociedade, que o 13º salário dos servidores está garantido.

 

Diferentemente da maioria dos estados, a Bahia mantém as contas equilibradas e cumpre a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Crise se supera com muito trabalho e cuidado com o dinheiro público.

Ainda existe muita coisa a ser feita, mas o trabalho não para e aos poucos vamos cumprindo com os compromissos assumidos”, disse Rui.

O dia de pagamento do benefício ainda não foi anunciado.


Jean Wyllys diz que “usaria drogas e ‘treparia’ muito” antes do fim do mundo


O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) causou polêmica após uma entrevista para a jornalista Leda Nagle. A conversa foi publicada no perfil do Youtube de Leda no início de outubro deste ano, mas ganhou repercussão na última semana.

Ao ser questionado o que faria caso o fim do mundo tivesse data para acontecer, o baiano disse que pediria perdão a todos que magoou, usaria todas as drogas ilícitas e faria sexo com aqueles que o desejassem.

“Eu pediria perdão a todas as pessoas que eu feri. Sairia pedindo perdão a todo mundo. Eu acho que eu usaria todas as drogas ilícitas que eu não usei por ilicitude e eu ‘treparia’ muito, com todo mundo que quisesse transar comigo. Eu ia transar muito antes do mundo acabar. Muito amor, muito beijo e muita coisa”, disse aos risos.

A resposta do deputado não foi bem aceita por conservadores da internet e na bancada, colegas também se indignaram com a fala do ex-BBB. O deputado Marco Feliciano foi um dos políticos que não gostou nada das declarações de Jean e o acusou de fazer apologia às drogas e à ‘perversão sexual’.

Após as acusações, Jean se pronunciou sobre a polêmica e frisou que usou o humor para responder a pergunta. Segundo o deputado, ele não tem nada do que se envergonhar e dorme “com a consciência tranquila”.

“O que chocou alguns falsos moralistas é que eu dei uma resposta humana, espontânea, com humor, em vez de dizer à jornalista o que um assessor de imagem recomendaria a um político. Eu sou quem eu sou, não finjo ser outro. Estou deputado, isso não me define como ser humano e não preciso ser falso para agradar. A diferença entre mim e eles, esses parlamentares que se indignaram falsamente com minha resposta, não tem nada a ver com sexo e drogas, que muitos deles usam “no sigilo” — embora eu tenho dúvidas de que transem muito, pela infelicidade que vejo neles quando os encontro”, afirmou.

Veja o vídeo e leia o desabafo completo:


PCdoB lança Manuela D’Ávila como candidata a Presidência da República 2018


O PCdoB lançou a deputada estadual Manuela D’Ávila (RS) como candidata a Presidência da República em 2018. Através de nota, o partido declarou que tem como objetivo com a candidatura a retomada do crescimento, defesa e ampliação dos direitos do povo, além de reforma do Estado.

Esta é a primeira vez que o PCdoB lança um candidato à presidência desde a redemocratização do país. Manuela D’Ávila é jornalista e deputada estadual pelo Rio Grande do Sul. Também já cumpriu dois mandatos como deputada federal, além de atuar como Procuradora Especial da Mulher da Assembleia Legislativa.

Confira a nota na íntegra:

  1. O Partido Comunista do Brasil decidiu na data de hoje lançar a pré-candidatura de Manuela d’Ávila à presidência da República.
  2. Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torna-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.
  3. Manuela d’Ávila é jornalista, tem 36 anos e é deputada estadual desde 2014, a mais votada naquele pleito. Cumpriu dois mandatos como deputada federal, tendo sido, nas duas ocasiões, a mais votada do Rio do Grande do Sul. Em 2010, teve mais de 400 mil votos, o que representou 8,06% dos sufrágios. Foi líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, indicada três vezes pelo DIAP como uma das 100 “Cabeças” do Congresso e cinco vezes ao Prêmio Congresso em Foco, que premia os melhores parlamentares do Brasil. Na Câmara Federal, Manuela foi autora da Lei do Estágio e relatora do Vale-Cultura e do Estatuto da Juventude, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi coordenadora da bancada gaúcha.
  4. Será convocada uma entrevista coletiva com a deputada Manuela d’Ávila e a presidenta do PCdoB, Luciana Santos, na qual mais detalhes serão oferecidos à imprensa.

São Paulo, 5 de novembro de 2017

Luciana Santos Presidenta Nacional do PCdoB


Fux diz não fazer sentido denunciado concorrer as eleições


Ministro foi questionado sobre a possibilidade de candidatura de Lula em 2018.

Foto: Folhadebrasília

O próximo presidente do TSE – Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Fux, foi entrevistado pelo Folha de S.Paulo  e falou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal em deixa que o congresso decida se medidas cautelares devem ser aplicadas contra parlamentares ou não.

A decisão foi tomada pelo plenário após o caso do senador Aécio Neves, onde o senado ameaçava revisar a decisão, porém temia abrir uma crise sem precedentes com o STF. Segundo o ministro entrevistado, a decisão já produz um efeito de ‘deletério’ no país e acredita que o tema diante da complexidade voltará a ser discutido pelo plenário da corte suprema.

Fux foi questionado sobre a possibilidade de candidatura do ex-presidente Lula do PT ao Planalto em 2018, e mostrou contrário, “Ora, se o presidente é afastado, não tem muito sentido que um candidato que já tem uma denúncia recebida concorra ao cargo. Ele se elege, assume e depois é afastado?”, questionou ele.

Em seguida o futuro presidente do TSE a partir de fevereiro de 2018 disse: “E pode um candidato denunciado concorrer, ser eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo. Mas são perguntas que vão se colocar”, finalizou ele sobre o assunto.


TSE vai julgar Bolsonaro e Lula por antecipar 2018


O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) entraram na mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por propaganda eleitoral antecipada. A Corte Eleitoral deve julgar ainda neste ano dois processos que envolvem a divulgação na internet de vídeos que fazem referência às candidaturas de Lula e Bolsonaro ao Planalto. Os dois, que lideram as pesquisas, já anunciaram publicamente a intenção de concorrer em 2018.

Na Corte Eleitoral, a avaliação é a de que esses julgamentos devem estabelecer as balizas que nortearão o entendimento do tribunal sobre o tema nas eleições de 2018. A legislação permite a propaganda eleitoral somente a partir de 15 de agosto do ano da eleição e prevê multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil para quem violar a restrição. O primeiro caso que está na pauta é o de Bolsonaro. Em 21 de setembro, o TSE iniciou o julgamento sobre a retirada da internet de vídeos de apoio ao deputado fluminense. O ministro Admar Gonzaga, que havia solicitado mais tempo para analisar o caso, deve devolver o pedido de vista nos próximos dias. O Ministério Público Eleitoral (MPE) questiona a publicação no YouTube de vídeos que mostram o parlamentar sendo recepcionado em aeroportos por simpatizantes.

Para o MPE, as gravações fazem “clara menção à pretensa candidatura” do deputado. Além de acusar Bolsonaro de ter conhecimento prévio das gravações e pedir a retirada do material, o MPE quer que o deputado se abstenha de veicular peças de conteúdo similar até o início do período eleitoral do ano que vêm. Em um dos vídeos, intitulado “Bolsonaro 2018 Vamos juntos”, o narrador fala em “apoiar o futuro presidente”. O deputado então diz que “2018 está muito longe, vamos para a rua a partir de agora.

A presença de todos ajudará para mostrar que nós não estamos a favor dessa ‘canalhada’ que está no poder”. Único a votar até aqui, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes, não viu propaganda eleitoral antecipada nos vídeos. O ex-presidente Lula também é alvo de processo no TSE por causa da veiculação de vídeos na internet. Em um deles, intitulado “Ele está voltando”, o petista aparece numa academia de ginástica ao som da trilha sonora do filme Rocky – Um Lutador, o que revela a pretensão do ex-presidente em se candidatar, de acordo com o MPE. “A sociedade muitas vezes aceita de um e reprova o de outro. Mas o juiz não pode julgar assim. Temos de ver a questão do ponto de vista técnico, da afronta ou não à norma legal.

O que interessa para a Justiça Eleitoral é a informação sobre o que é permitido ou não porque temos aí um princípio de estatura constitucional, que é a liberdade de manifestação política”, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro Admar Gonzaga, relator do caso no TSE. O Ministério Público questionou também ao TSE a participação de Lula na “inauguração popular da Transposição de Águas do São Francisco”, em evento ocorrido na cidade de Monteiro, na Paraíba, em março deste ano. “É evidente que tais declarações revelam a inequívoca intenção do ex-presidente em anunciar e promover a sua futura candidatura”. Para o ex-ministro do TSE Henrique Neves, com a redução no prazo de propaganda eleitoral e todas as restrições, não se deve proibir a divulgação de atos políticos na internet. “O que deve ser fiscalizado não é a divulgação, mas se o ato caracterizar abuso”. De acordo com o TSE, não há questionamentos sobre os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB), João Doria (PSDB) e Ciro Gomes (PDT).

por Rafael Moraes Moura | Estadão Conteúdo