Moro adia depoimento de Lula no caso do sítio para depois da eleição

O juiz Sérgio Moro remarcou para depois das eleições as audiências para ouvir o ex-presidente Lula em ação na qual o petista é acusado de se beneficiar com obras feitas no sítio de Atibaia por empresas fornecedoras da Petrobras. Em despacho publicado nesta quarta-feira (15), o magistrado adiou os depoimentos para depois do dia 5 … Leia Mais


MPF pede esclarecimentos sobre visitas de Haddad e Gleisi a Lula

O Ministério Público Federal levantou junto à Justiça uma série de dúvidas acerca de visitas religiosas e de advogados que o ex-presidente Lula vem recebendo na prisão na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está desde abril. Para o MPF, o fato de vários políticos receberem procuração do petista para defendê-lo, tendo livre acesso a … Leia Mais


Erros em hospitais matam 148 pessoas por dia no Brasil, mostra estudo

Erros em hospitais brasileiros públicos ou privados matam cerca de 148 pessoas por dia, segundo pesquisa divulgada pelo 2º Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.   O número se compara aos … Leia Mais


STF retira de Moro depoimentos da Odebrecht sobre Lula

Por maioria de 3 a 1, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu encaminhar trechos da delação da Odebrecht que citam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro petista Guido Mantega para a Justiça Federal em Brasília, tirando-os da alçada do juiz Sergio Moro, de Curitiba. Os ministros atenderam a … Leia Mais



Açaí conquistou o Mundo. Como investir na área?


O Açaí, fruto típico de uma palmeira amazônica, ganhou o mundo. É vedete nas lanchonetes de cidades brasileiras, em quiosques de Los Angeles e Nova Iorque (EUA) e até em Paris (França).

Típico da região Amazônica, o fruto do açaizeiro é muito utilizado pelos habitantes locais no preparo de sucos, vinhos, doces, licores e sorvetes. O açaizeiro é uma palmeira tipicamente tropical, encontrada no estado silvestre e faz parte da vegetação das matas de terra firme, várzea e igapó.

Um dos ícones da rica e diversificada gastronomia brasileira, o açaí é uma fruta ideal quando pensamos num alimento delicioso e altamente nutritivo. Muito relacionada a atletas e praticantes de atividades físicas, essa fruta é uma boa aliada da saúde, pois repõe grande quantidade da energia que nosso organismo necessita diariamente, além de diversas outras funções importantes para o funcionamento geral e regular do corpo. Consumido em quantidades equilibradas e horários adequados, o açaí é uma explosão de propriedades benéficas para a saúde. Sua principal vantagem é a reposição de energia.

Seu consumo traz muitos benefícios à saúde, como: O combate ao envelhecimento das células, ajuda no combate de hipertensão, energético natural, é rico em ômega 3, previne o câncer, evita cãibras, auxilia na perda de peso e tem bastante concentração de cálcio.

    O açaí tem se tornado direta e indiretamente o ganha-pão de muitas famílias brasileiras, não apenas no norte e nordeste como era anteriormente. Assim é o caso da marca Crocoberry, do interior de São Paulo, que encontrou no açaí o grande carro-chefe da empresa para expandir seus negócios e, hoje já conta com franquias.

“Foi preciso criar diferenciais, como o self-service, já tão disseminado no ramo de sorvetes. Graças a Deus, temos tido grande sucesso onde instalamos nossas franquias”, conta Wagner Pereira, proprietário da Crocoberry.

Assim como esta franquia, muitos tem sido os benefícios mercadológicos do açaí. Segundo dados da Embrapa, a movimentação da indústria de extrativismo e comercialização da “superfruta” — como também é chamado o açaí — tem como resultado anual mais de R$ 40 milhões em receitas. O consumo de açaí aumenta a cada ano em 15%, e estima-se que apenas na capital do Pará, Belém, que é um dos maiores produtores da fruta, se consuma cerca de 300 mil toneladas anualmente.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor de franquias do ramo de alimentação cresceu consideravelmente no segundo semestre de 2017, especialmente as franquias de açaí, cujos números são espantosos — crescimento de 200% nos últimos quatro anos — para o período de crise que o país está passando.

“A Crocoberry nasceu sem muita pretensão e hoje ficamos muito felizes e agradecemos a Deus pelo crescimento tão rápido”, conclui Wagner.

Como a procura de empreendedores interessados na marca cresceu, o casal resolveu fazer a ideia inicial tornar-se bem maior, e o resultado foi a franquia CrocoBerry. O Grupo ATNZO foi o responsável pela formatação e a inserção da marca no ramo de franquias. “A CrocoBerry foi uma surpresa para nós. Já estávamos buscando empreendimentos nessa área de mercado, afinal com a popularização dos alimentos funcionais, o açaí foi conquistando novos mercados principalmente o sudeste que fica com 75% do é produzido na Amazônia.”, afirma o CEO e estrategista Lucas Atanázio Vetorasso.

Agora que você já sabe mais um pouco sobre o açaí, faça suas pesquisas e invista na área. Bons negócios!


Crianças de um a quatro anos são as maiores vítimas de envenenamento doméstico

Crianças de um a quatro anos são as maiores vítimas de envenenamento doméstico


Produtos de limpeza, principalmente os saponáceos e as águas sanitárias, além das tintas e remédios, são os principais causadores de intoxicação e envenenamento em crianças de até nove anos de idade, em ambientes domésticos. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), no ano de 2017, um total de 28 crianças foram atendidas em unidades de saúde da Bahia, vítimas de intoxicação e envenenamento, apenas no primeiro semestre deste ano, a Sesab contabilizou oito atendimentos.
O maior índice de contaminação é de crianças de um a quatro anos de idade, que são atraídas tanto pelo colorido, como pelo aroma dos materiais de limpeza e remédios. De acordo com o major BM, Ramon Dieggo, deixar os materiais em locais altos, de difícil acesso às crianças, é um dos cuidados preventivos para evitar acidentes.
“Outro cuidado importante é não reutilizar os vasilhames desses produtos, pois mesmo depois de lavados eles podem manter ainda uma carga do material, que pode causar intoxicação”, explica o major. Segundo o oficial, o ideal e descartar os vasilhames em locais adequados.
“Uso de produtos fora do prazo se validade ou que não tenham descrição os inscrição na Anvisa, também não deve acontecer”, alerta Ramon Doeggo, assim como latas amassadas, porque podem contaminar os produtos e consequentemente a saúde de quem os consome.

O que deve ser feito em caso de Intoxicação ou Envenenamento?

Ainda segundo ele, em caso de intoxicação ou envenenamento, é importante que verifiquem o comportamento da criança e que faça a análise do cenário para que seja possível identificar o agente causador. Além disso, sempre atentar para o rótulo do produto. É importante, ainda, que acalme a vitima e a leve a uma unidade de saúde. Não se deve oferecer leite nem água, pois pode piorar o estado de saúde da pessoa.
Com uma estrutura corporal muito menor que a de um adulto, as crianças sofrem consequências mais sérias quando expostas a venenos ou outros produtos como remédios e matérias de limpeza. O metabolismo das crianças é mais rápido e seus órgãos internos são mais vulneráveis.

Gualberto desiste de reeleição e se aposenta da vida pública


No fim do primeiro mandato de deputado federal (e depois de lançar seu nome para disputar o governo da Bahia pelo PSDB), o João Gualberto decidiu não tentar se reeleger. Vai se dedicar integralmente às suas atividades empresariais.

“Foi bom ser deputado, mas não era muito o que eu esperava. Não quero mais. Vou cuidar de minha vida”, disse Gualberto ao blog.

Antes de se eleger deputado em 2014, Gualberto foi prefeito de Mata de São João por dois mandatos consecutivos (eleito em 2006 e 2010).

Bahia.ba


Cadáver em estado avançado de decomposição é encontrado em matagal no CAB


Um corpo em estado avançado de decomposição foi encontrado, na manhã desta terça-feira (14), em um matagal nas imediações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

A informação é da 82ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/CAB), que enviou equipes ao local para isolar a área.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para remover o corpo. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). BNews.


A eficiência do mercado político no Brasil


Em razão da verdadeira guerra política que vivemos neste período de eleições, é necessário nos debruçarmos no que é tangível do ponto de vista histórico e político no Brasil.

A grande dúvida seria: até que ponto o regime militar não favoreceu a guinada socialista em nosso país? Lembro-me de que, nos anos 70, época em que a influência e o pensamento estatista permeavam o governo militar, centralizador e afeito a construir grandes obras, como a Ferrovia do Aço, a Eletrobrás, a Telebrás e muitas outras, havia uma euforia com o crescimento econômico que contagiava a população e os empresários, pois 23% do PIB, em média, eram destinados aos gastos públicos, e a imprensa mais conservadora alegava que o Brasil era tão estatizante quanto os países comunistas.

É claro que a argumentação de que só uma empresa estatal seria capaz de construir uma usina como a Itaipu é verdadeira, mas, ao analisarmos o desfecho do regime militar, podemos aferir que sem dúvida o legado estatista satisfez não só as ideias socialistas, pois, se por um lado os gastos com as estatais engordavam, o mesmo ocorria com os lucros das empresas multinacionais que se instalaram aqui para fornecer bens de capital.

Toda a dinâmica política do regime militar na época era tachada de “autoritária, de direita”, e essa percepção com a saída dos militares permaneceu e foi ardilosamente utilizada pela esquerda, que se dizia “social-democrata”, para angariar os órfãos da direita liberal, que teve como um de seus gurus o ministro Roberto Campos, ministro do Planejamento no governo Castelo Branco, que, sem dúvida, juntamente com o colega Octávio Gouveia de Bulhões, do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas, além de controlar a inflação.

Portanto, ao fim do regime militar e com a abertura política, com a anistia e a vinda de vários expoentes da esquerda, a tática era dizer que quem era de direita era autoritário e antidemocrático, pois os esquerdistas alimentavam no povo a ideia de que democracia era sinônimo de justiça social, de tal sorte que a direita acabou sucumbindo no Brasil.

As pessoas tinham vergonha de se dizer de direita, pois a imprensa, também já orientada pela esquerda, impingia no inconsciente coletivo – como dizia Jung – do povo brasileiro que a social-democracia era o caminho, e então todos os partidos políticos passaram a ser de esquerda, não mais havendo ideias liberais democratas e enterrando-se de vez os ideais do Conservadorismo Liberal neste país. Foi aí que a dívida social entrou em pane com ideias social-democratas, de um lado, e políticos oportunistas populistas embriagados de poder e de mãos dadas com economistas ingênuos, de outro, o que culminou no Plano Collor, por exemplo.

Agora vejo com entusiasmo certo amadurecimento político, que faz com que o Conservadorismo Liberal não seja mais tido como um crime, até porque, enquanto perdíamos tempo com todos os partidos de esquerda neste Brasil, outros, como a China comunista, faziam o caminho do liberalismo econômico e do crescimento. Vejo também uma esquerda social-democrata desmoralizada, envolvida em corrupção, assim como todos os partidos, que disputam 40% do PIB numa festa em que os convidados são sempre os mesmos.

Partidos políticos no Brasil se assemelham a sindicatos, possuem donos e toda sua corriola. Isto posto, diria até que ocorre hoje uma crise existencial da esquerda não só no Brasil, mas em vários países. Seremos capazes de nos reinventar? Eu pelo menos hoje digo: “sou um Conservador Liberal”, e isso – como se dizia nos anos 70 – “é muito legal”. Perdemos a vergonha de ser felizes e queremos esquecer o negro passado da bandeira vermelha.

Fernando Rizzolo é Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais, Professor de Direito