Emílio tem mais de 80 milhões a receber da Odebrecht

Emílio Odebrecht, Marcelo e vários ex-diretores que firmaram acordos de delação também figuram na lista de credores do grupo Odebrecht. A informação é do Antagonista. Ainda segundo o site, o patriarca tem a receber mais de R$ 80 milhões, enquanto seu filho tem um crédito de R$ 16 milhões junto à companhia. Bnews


Acidente com vítima fatal entre Sapeaçu e Castro Alves na BA-120

Segundo informações, um Fiat Palio de placa LRP-4705 colidiu com uma motocicleta de placa DUX-1833 que apesar de ter restrição de roubo, continuava circulando. O condutor da moto Márcio Rosa Santos, de 33 anos, morador de Castro Alves, foi socorrido por equipes do SAMU e encaminhado para o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus … Leia Mais



Geddel quer ser transferido para presídio de Salvador

O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (MDB-BA) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser transferido para algum presídio de Salvador, de acordo com informações do jornal Correio*. Atualmente, Geddel está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, analisará o … Leia Mais



Morador encontra filhote de onça-pintada e o leva para casa em MT


Um filhote de onça-pintada foi encontrado por um morador da cidade de Paranaíta, distante cerca de 840 km da capital de Mato Grosso, Cuiabá, que ficou com ele em casa por uma semana.

Na última quinta (13), a Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) resgatou o animal, que passa por tratamento médico no Hospital Veterinário da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), no município de Sinop.

O animal é uma onça-pintada com uma alteração genética rara e, por isso, os pelos pretos. De acordo com o pesquisador Christiano Justino, as chances de recuperação da onça são altas.

Segundo a Sema, assim que estiver totalmente recuperado, os pesquisadores decidirão se ele terá soltura monitorada ou se será destinado a um cativeiro.

Bahia.ba


Com frete grátis, Zé Delivery chega a Salvador entregando bebidas a preço de mercado


BAHIAPublicado em 17/06/2019 às 21h20.

Com frete grátis, Zé Delivery chega a Salvador entregando bebidas a preço de mercado

Aplicativo atuará em 100% dos bairros da capital e de Feira de Santana; proposta é de produtos com mesmo preço ou mais baratos que o supermercado

Redação

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Foto: Divulgação/Assessoria
Foto: Divulgação/Assessoria

Imagine a frustração de estar com os amigos reunidos para um churrasco e a cerveja ou o gelo acabarem? Ou perceber que não há nenhuma bebida ou snack para acompanhar aquela partida especial de futebol minutos antes do jogo?

Para resolver situações como essas nesta semana, a Salvador e Feira de Santana, o Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas do Brasil.

Tendo rapidez, variedade nos produtos e preço baixo como suas principais características, o aplicativo quer democratizar o serviço de entrega e atuará em todas as regiões das cidades em que irá atuar sem a cobrança de frete, oferecendo aos clientes um portfólio completo de produtos alcoólicos, além de gelo e carvão.

O serviço já opera em cidades como São Paulo, Santos, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e, com poucos toques no celular, o pedido é entregue onde o cliente estiver.

Basta baixar gratuitamente o aplicativo no dispositivo móvel (Android ou iOS) fazer o cadastro e pedir os produtos disponíveis para recebê-los em casa ou em qualquer outro lugar e com frente grátis.

Bahia.ba


Existe privacidade na internet?


Há um princípio na área da segurança militar que diz: o ataque está sempre à frente da defesa. Em termos práticos, o avião de guerra com a melhor blindagem pode resistir à artilharia antiaérea, mas não permanecerá no ar se o inimigo tiver a melhor arma. Em outras palavras, enquanto se prepara uma proteção contra a arma mais poderosa atualmente, o desenvolvimento bélico já terá dado um passo à frente e, contra o mais novo ataque, a defesa estará despreparada. Assim, o ataque será sempre mais forte do que a defesa.

Esse princípio vale também para a segurança digital, a segurança na internet. Na verdade, o princípio da segurança na internet é: ‘se querem uma informação sobre você, e você está conectado à internet, vão conseguir essa informação’.

A questão é: quantas pessoas estão preocupadas em saber alguma coisa sobre você, sobre a sua vida?

Um usuário comum da internet — eu e possivelmente você, por exemplo —, mesmo com cuidados de navegação e precauções básicas esperadas, não está livre de ter invadida aquilo que considera sua privacidade on-line. Um hacker conseguiria burlar a segurança desse usuário e ter acesso a contas de serviços on-line se tivesse interesse. Basta lembrar de autoridades que tiveram contas ou dispositivos invadidos, ou de personalidades cujas fotografias íntimas foram acessadas e publicadas sem autorização.

Não importa o grau de confidencialidade de uma informação, o ataque está sempre um passo — pelo menos um passo — à frente da defesa.

Na divulgação das conversas entre o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, por exemplo, foi mencionado o aplicativo de mensagens utilizado. Esse aplicativo utiliza comunicação criptografada, o que o torna relativamente seguro. Ainda que não tenha havido nenhuma falha de segurança no aplicativo que permitisse acesso ao conteúdo por terceiros (hackers), as informações podem ter sido divulgadas por algum dos envolvidos nas conversas. Mesmo que mensagens transmitidas on-line fossem literalmente impossíveis de serem interceptadas e decifradas (o que não são), se o inimigo estiver na linha, ele não precisa burlar nenhuma medida de segurança para ter acesso.

Ademais, ainda que os interlocutores sejam confiáveis, de nada adianta ter os melhores recursos tecnológicos de segurança digital de comunicação se os aparelhos que trazem o conteúdo não são também protegidos por senha e criptografia, ou se são emprestados para alguém, furtados ou roubados. Melhor ainda, que as mensagens sejam lidas e apagadas, sem backup nenhum, diminuindo a chance de outras pessoas terem acesso a elas — com o contraponto de o usuário também perder a sua própria mensagem, ficando apenas em sua própria memória.

Pode ser que hoje ninguém queira saber algo sobre nós, e assim nos sentimos seguros. Mas um hacker experiente pode devassar o conteúdo da vida que demonstramos on-line, na internet, mesmo que pensemos que estamos compartilhando apenas com amigos ou que só estejamos guardando para nós mesmos. 

Assim, a privacidade na internet não é um mito, mas é praticamente impossível.

O teclado inteligente que temos no celular, que nos corrige e sugere palavras, consegue esse feito porque captura e guarda tudo o que digitamos. O servidor gratuito em que guardamos nossas fotos, vídeos e documentos de toda espécie (Dropbox, Google Drive, OneDrive), tem por trás uma grande empresa, e sabemos o que move as empresas. Se nossos dados estão seguros ali, é porque hoje, para elas, a imagem positiva no mercado e a informação que guardam para si rendem mais dividendos (dão mais lucro) do que vazar na internet o conteúdo de seus usuários.

A atitude correta frente à incerteza da segurança digital é uma só: não tenhamos algo a esconder.

Pois se divulgarem tudo que temos e tudo que fazemos na internet, nossas fotos, nosso histórico de navegação, nossas mensagens familiares, no máximo conheçam os quatro cantos de nossa casa, saibam onde passamos as férias, vejam fotos de nossos filhos brincando, deem risada de nossas discussões em grupos de trabalho e estranhem como nos divertimos com coisas simples. E, no fim, apenas passemos receio e vergonha pela abertura de nossa vida, mas que nada nela e, especialmente, nada do que registramos eletronicamente, possa ser uma arma contra nós.

Mário Quintana já disse: “Sorri com tranquilidade/ Quando alguém te calunia/ Quem sabe o que não seria Se ele dissesse a verdade…” (poema Da Calúnia)

Autor: Antoine Youssef Kamel é coordenador adjunto do curso superior tecnológico em Investigação Profissional do Centro Universitário Internacional Uninter.

MAIS INFORMAÇÕES 

Assessora de imprensa do Grupo Uninter 


Fazendeiros são presos no Pará suspeitos de matar sindicalista bolsonarista


Dois fazendeiros foram presos neste domingo (16) no Pará, suspeitos da morte do sindicalista Carlos Cabral, assassinado a tiros na última terça-feira (11), em Rio Maria, a 820 km de Belém.

De acordo com a Folha, Cabral é ex-petista e apoiou a eleição de Jair Bolsonaro. Ele agia como grileiro na região da Terra Indígena Apyterewa, onde esperava ter suas áreas legalizadas.

Cabral foi o terceiro presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio Maria morto desde 1985. Naquele ano, seu genro na época, João Canuto, ocupava o cargo quando foi assassinado por pistoleiros.

O segundo sindicalista foi morto em 1991. Cinco anos depois, três cunhados de Cabral foram sequestrados por policiais militares e somente um sobreviveu.

Todos esses crimes tiveram como pano de fundo a disputa fundiária, alimentada pela ocupação desordenada da região a partir dos anos 1970, durante a ditadura militar.


Nova York proíbe uso de religião como justificativa para não se vacinar


A isenção religiosa que permitia que nova-iorquinos não se vacinarem foi proibida na quinta-feira (13), em Nova York. Conforme o G1, a medida foi em resposta ao atual surto de sarampo estado, que afeta uma parte significativa da comunidade de judeus ortodoxos.

Depois que a lei entrar em vigor, os estudantes não vacinados terão 30 dias para provar que receberam cada vacina requerida.

Ainda de acordo com a publicação, apesar da medida tomada em Nova York, a isenção da vacina por razões religiosas continua valendo em outros 45 estados norte-americanos.