Alan Sanches quer ser candidato a vice de Bruno Reis em 2020

O deputado estadual Alan Sanches (DEM) quer ser vice de Bruno Reis (DEM) na disputa pela prefeitura de Salvador no ano que vem. Em entrevista ao jornal “Tribuna da Bahia”, ele afirmou que aceita até mudar de partido se for preciso. “Isso daí, a gente vai ver a conjuntura. Porque tão importante quanto os partidos, … Leia Mais



Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 105 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.145 da Mega-Sena. O sorteio aconteceu na noite de quarta-feira (24), em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 06 – 08 – 28 – 51 – 53 – 59. O próximo concurso será realizado no sábado (27), com estimativa de prêmio em torno de R$ 105 milhões. … Leia Mais




Rui Costa entrega 127 novas viaturas para reforçar segurança no interior e capital


A segurança no interior do estado foi reforçada com 127 novos veículos, na manhã desta quarta-feira (24). O governador Rui Costa entregou as chaves de 91 viaturas para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que serão distribuídas entre as bases comunitárias de segurança e unidades operacionais, na capital e interior. Já a Secretária de Administração Penitenciária (Seap) recebeu 24 veículos de transporte e 12 ambulâncias para atender unidades prisionais. O evento de entrega ocorreu na sede da SSP, em Salvador.

“Eu me orgulho de estar fazendo um dos maiores investimentos do Brasil na área de segurança pública. O Governo continua empenhado para reforçar a infraestrutura da segurança na Bahia, oferecendo melhores condições de trabalho aos policiais e outros servidores envolvidos na área. Essas ações estão refletindo positivamente nos indicadores e resultados do estado”, disse o governador Rui Costa.

A entrega faz parte do 1° lote de renovação de contrato de locação de novas viaturas que engloba a renovação de 301 veículos, num valor de mais de R$ 31 milhões para 30 meses. “O governo tem investido na renovação, tanto da frota quanto de equipamentos, e na promoção de nossos policiais e servidores, o que tem refletido na melhora de nossos indicadores”, afirmou o comandante geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão.

Os municípios beneficiados com as viaturas são Camaçari, Capim Grosso, Conceição do Coité, Cruz das Almas, Feira de Santana, Itabuna, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Salvador, Serrinha e Vitória da Conquista.


Moradora de Vitória da Conquista vai participar do The Wall no Caldeirão do Huck


A conquistense Larissa Ribeiro será destaque no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo, no próximo sábado (27), a partir das 16h, na Rede Globo.

Segundo a mesma, que gravou um vídeo na sua rede social, ela vai participar através da ONG que é gestora, intitulada ‘Conecta Mundo’.

Larissa vai representar a entidade no quadro ‘The Wall’

The Wallfoi um sucesso na sua primeira temporada no programa e chegou com tudo para a segunda temporada!

Os participantes jogam em dupla, tendo como desafiante justamente a parede, de onde aparecem as perguntas e de onde caem bolas coloridas.

A bola verde acrescenta um valor em dinheiro ao saldo do participante. A bola vermelha desconta e, sim, é capaz de acabar com toda a quantia acumulada.

The Wall é uma coprodução Endemol Shine Brasil. Formato NBC.

Nas redes sociais a conquistense já tem ganho o carinho e a torcida da população.


Empresa é flagrada extraindo ilegalmente minerais no sul da Bahia


Destak Jornal

Auditores-fiscais do Trabalho que participaram da ação encontraram 13 trabalhadores sem registro em carteira e que operavam com explosivos sem ter recebido qualquer tipo de treinamento

Auditores do Trabalho participaram de ação fiscal na manhã desta quarta-feira (24) que resultou na interdição das atividades e apreensão de explosivos de uma mineradora no extremo sul da Bahia. A atividade de mineração era exercida na zona rural do município de Itapebi, a 600 km de Salvador, por uma empresa cujo sócio possui endereço no município de Taiobeiras em Minas Gerais. A ação foi realizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM), Auditoria Fiscal do Trabalho, Exército, Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

No local foram encontrados 13 trabalhadores laborando sem registro em carteira. Eles não haviam sido submetidos a exames de saúde admissionais. Apesar de operarem com explosivos, não receberam qualquer treinamento, manuseando-os de forma insegura e em desacordo com as normas técnicas vigentes, gerando risco de explosões acidentais. As atividades com explosivo eram realizadas de forma precária, sem observância das normas técnicas. O acionamento do explosivo era feito antes mesmo de o trabalhador sair da zona de perigo, o que poderia ocasionar acidentes fatais. Além do risco de acidentes, havia também a exposição dos trabalhadores à sílica.

A auditora-fiscal do Trabalho Liane Durão alerta: “As operações com explosivos configuravam risco grave e iminente de acidentes em virtude da inexistência de procedimentos operacionais que garantissem a segurança dos trabalhadores quando da detonação. Vale lembrar que neste ano já ocorreram na Bahia acidentes com explosivos na mineração com morte de trabalhadores”. Ainda segundo a auditora, as atividades de extração foram interditadas pela equipe de fiscalização do trabalho, e serão lavrados autos de infração por todas as irregularidades trabalhistas constatadas.

A empresa extraía rochas de quartzo com finalidade de comercialização para o mercado externo. Segundo a ANM, a empresa não detinha autorização para a extração mineral para fins comerciais, apenas para pesquisa. Essa situação configura crime de usurpação mineral.

O responsável legal da empresa não estava presente no local. As autoridades policiais farão os encaminhamentos necessários para a responsabilização dos infratores pelos delitos constatados.

 


As quatro mortes e o suicídio

Prof. Everson Araujo Nauroski é filósofo clínico, doutor em sociologia pela UFPR e coordenador do Curso de Sociologia do Centro Universitário Internacional Uninter.


Contemporaneamente, o fenômeno do suicídio tem registrado um aumento sem precedentes. Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicaram que em 2018 ocorreu um suicídio a cada 40 segundos, totalizando mais de um milhão de registros em todo mundo. A faixa etária mais atingida é a de jovens entre 15 e 29 anos de idade. Mesmo entre crianças e adolescentes dos 10 aos 14 anos, o suicídio é a sétima causa de morte.

O relatório da OMS indicou que entre os anos de 2007 e 2016 quase 110 mil pessoas tiraram a própria vida no Brasil. Se as tentativas de suicídio (nem sempre registradas) fossem somadas a esses dados, os números seriam ainda mais assustadores. A maioria dos estudos tem apontado transtornos de ordem psicológica entre as principais causas dessa tragédia mundial.

No entanto, penso que seja oportuno resgatar a contribuição de Émile Durkheim, fundador da sociologia, que na virada do século 19 para o 20 analisou esse fenômeno e concluiu que as causas de fundo do suicídio são de ordem social.  Ou seja, o indivíduo que decide tirar a própria vida o faz principalmente a partir de uma conjuntura que o afeta profundamente em sua psique.

Para explicar sua teoria, Durkheim classificava o suicídio em três modalidades. A primeira seria o suicídio egoísta, no qual o indivíduo não vê mais sentido em sua vida em face de uma realidade social com a qual não se identifica e nem se sente integrado. A segunda modalidade é o suicídio altruísta, no qual o ato de tirar a própria vida tem um sentido simbólico, quando o gesto se conecta com alguma ideia ou crença “superior”, a exemplo dos pilotos kamikazes japoneses ou dos homens-bomba. Existe ainda, segundo Durkhein, o suicídio anômico, ou seja, que ocorre em uma situação de desagregação social que pode ser provocada por tragédias naturais (tsunamis, terremotos), guerras, ou ainda por uma crise econômica aguda com altos índices de desemprego.

É sobre esse último tipo de suicídio que quero chamar a atenção. Considerando que vivemos numa sociedade mercantilizada, em que temos que pagar por praticamente tudo, a condição de estar desempregado pode provocar um processo em quatro tipos de morte. A primeira, eu chamo de morte econômica. Sem emprego e renda, depois de um tempo a caridade da família e amigos (quando se tem) pode acabar, ou ser humilhante demais.

Já a morte econômica significa a restrição ao consumo. Ir ao cinema, passear, fazer um lanche fora de casa, comprar um presente para alguém e outras situações simples da vida são negadas a quem não tem dinheiro. As restrições da ordem econômica afetam também o convívio, a vida social e o ir e vir. Eis a morte social à espreita.

O resultado dessa dinâmica perversa de limitações e restrições no plano da sociabilidade humana é a morte psicológica, muitas vezes a se manifestar como depressão, angústia e sofrimento. A vida vai ficando embotada, perdendo o sentido. Para algumas pessoas, a sensação de fracasso e culpa pode se tornar insuportável. Na fase final desse processo podemos ter o desfecho definitivo, a quarta morte. Aquela possibilidade funesta que encerra todas as outras possibilidades, o projeto que encerra todos os outros projetos.

Esse processo pode ser variável e pode não acontecer dependendo das capacidades de cada pessoa, de sua força interior ou resiliência. No entanto, o que nos causa profunda revolta é que a vida de muitas pessoas, principalmente as mais vulneráveis, não precisaria ser um expediente brutal de sobrevivência ou de sofrimento e frustração se tivéssemos uma sociedade (governos e sociedade civil) preocupada com o bem-estar de todas as pessoas.


Presidente do TSE nega novo recurso e Caetano continua inelegível


Um novo recurso do ex-deputado federal Luiz Caetano (PT) foi negado pela ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ela manteve o indeferimento do registro de candidatura do ex-prefeito de Camaçari, que tentou a reeleição no pleito de 2018. Weber confirmou a decisão da Corte que, por unanimidade, ratificou a inelegibilidade do petista.

Luiz Caetano alegou suposta ofensa ao artigo 5º da Constituição. Porém, Rosa Weber afirma que “o recorrente não aponta em que se fundamentou a ofensa” ao texto constitucional e, ao negar o pedido, diz que a argumentação de Caetano é deficiente. “A sua pretensão esbarra, portanto, no óbice da Súmula nº 284/STF: ‘É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia”, escreveu a presidente do TSE.

Agora, o petista só poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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