Tentativa de assalto termina em tiroteio dentro do Salvador Shopping

Uma tentativa de assalto a um carro-forte terminou em tiroteio dentro do Salvador Shopping na tarde desta terça-feira (13). De acordo com informações preliminares da polícia, quatro homens armados renderam os seguranças e, na fuga, fizeram disparos de arma de fogo, antes de deixarem o local em um veículo Sandero Branco. Em entrevista ao CORREIO, … Leia Mais


Isidório receberá Daciolo em evento na Bahia: “Futuro presidente”

O deputado federal eleito Pastor Sargento Isidório (Avante) convidou o ex-candidato à Presidência da República, Cabo Daciolo (Patriota), para um evento na Fundação Doutor Jesus, no próximo sábado (17), a partir das 9h. Os dois divulgaram um vídeo juntos nas redes sociais, em Brasília. “Esse é o nosso futuro presidente da República que está agradecendo … Leia Mais


Prefeitura de São Miguel das Matas tem contas aprovadas pelo TCM

As contas da Prefeitura de São Miguel das Matas, da responsabilidade de José Renato de Araújo, relativas ao exercício de 2017, foram aprovadas com ressalvas pelo Tribunal de Contas dos Municípios. A decisão foi proferida na sessão realizada nesta terça-feira (13/11). O relator do parecer, conselheiro substituto Antônio Emanuel de Souza, multou o gestor em … Leia Mais


Pela 1ª vez, Lula deixará a prisão nesta quarta – feira (14)

Lideranças do PT e movimentos sociais irão acompanhar o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para esta quarta-feira (14), em Curitiba (PR). Será a primeira vez que ele deixará a sede da Superintendência da Polícia Federal desde que foi preso, em 7 de abril último. O petista irá depor à juíza substituta … Leia Mais



Bahia é o 3º estado que menos investe em saúde; gasto é de R$ 2,13 por habitante


O estado da Bahia é o terceiro pior do Brasil em investimento na saúde. Segundo o cálculo inédito divulgado nesta terça-feira (13) feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir de dados oficiais, naquele ano, o gasto por habitante com saúde no Estado foi de R$ 777,80, o que coloca essa unidade da federação em 24º lugar no ranking nacional. R$ 2,13 ao dia: esse é valor per capita destinado pelos três níveis de gestão (federal, estadual e municipal) para cobrir as despesas com saúde dos mais de 15 milhões de brasileiros que vivem na Bahia. Esse é o resultado de uma análise detalhada das informações mais recentes disponíveis, relativas às contas públicas do segmento em 2017. Em todo o país, o gasto médio per capita com saúde no ano passado foi de R$ 1.271,65. Entre os 26 estados, no entanto, esse valor varia de R$ 703,67, no Pará, a R$ 1.771,13, em Roraima. As informações levantadas pelo CFM consideraram as despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde. Pela lei, cada ente federativo deve investir percentuais mínimos dos recursos arrecadados com impostos e transferências constitucionais e legais na área. Essas despesas são voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde que atendam, simultaneamente, a princípios da Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990) e da Lei Complementar 141/2012. No caso dos Estados e do Distrito Federal, esse percentual deve ser de pelo menos 12% do total de suas receitas. No caso dos municípios, o valor de base corresponde a 15%. Para a União, a regra prevê aplicação mínima, pelos próximos 20 anos, de 15% da receita corrente líquida, mais a correção da inflação. Na base do ranking dos gastos totais per capita em saúde, além da Bahia, surgem: Pará, com despesa total por ano de R$ 703,67; Maranhão (R$ 750,45); Alagoas (R$ 863,18); Ceará (R$ 888,71); e Amazonas (R$ 907,82). Também realizaram uma média inferior a R$ 1.000,00 ao ano por habitante: Pernambuco (R$ 908,68), Goiás (R$ 910,60), Paraíba (R$ 912,11), Sergipe (R$ 936,96) e Rio Grande do Norte (R$ 948,99). Na outra ponta, tiveram valores per capita acima da média nacional apenas quatro estados: Roraima (R$ 1.771,13), Mato Grosso do Sul (R$ 1.496,13) e Tocantins (R$ 1.489,18) e Acre (R$ 1.306,91). Estados com alta densidade populacional e índices elevados de desenvolvimento econômico apresentaram índices menores. São os casos de Mato Grosso (R$ 1.243,84), São Paulo (R$ 1.235,15), Rio Grande do Sul (R$ 1.207,13), Rio de Janeiro (R$ 1.194,19), Paraná (R$ 1.129.36) e Minas Gerais (R$ 1.011,21). Entre as capitais, Salvador ocupa a 24ª posição no ranking do gasto per capita em saúde. Considerando apenas a despesa com recursos próprios da cidade, o valor anual é de R$ 243,40 por pessoa. No ranking, o destaque positivo é Campo Grande (MS), com um valor correspondente a R$ 686,56 per capita ano. Na sequência, aparecem São Paulo (SP), com R$ 656,91; Teresina (PI), que dispensa R$ 590,71; Vitória (ES), com R$ 547; e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 533,92. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) foi procurada e informou, através de nota, que no quesito “despesas totais em saúde” do estudo, a Bahia posicionou-se como o quarto colocado em total de recursos aplicados na saúde em todo o país, com mais de R$ 5,360 bilhões. Já em investimentos na saúde, a Bahia se posicionou como terceiro estado que mais investiu em 2017 (R$277 mi), atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

Confira abaixo, na íntegra, a nota divulgada pela Sesab

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contesta a análise realizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em recente publicação. No quesito “despesas totais em saúde”, o Governo da Bahia posicionou-se como o quarto colocado em total de recursos aplicados na saúde em todo o país, com mais de R$ 5,360 bilhões. Já em investimentos na saúde, a Bahia se posicionou como terceiro estado que mais investiu em 2017 (R$277 mi), atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais (fonte SIOPS Datasus-

Pela lei, cada ente federativo deve investir percentuais mínimos dos recursos arrecadados com impostos e transferências constitucionais e legais. O estudo lembra que os municípios e os Estados ampliaram o gasto, especialmente a partir dos anos 2000, com o estabelecimento da Emenda Constitucional nº 29, que vinculou os recursos da saúde às suas receitas (12% para Estados e 15% para municípios). Em 2008, as prefeituras assumiam 29,3% do gasto total público, percentual que, em 2017, alcançou 31,4%. No mesmo intervalo, no caso dos estados, eles respondiam por 26% das despesas, percentual que em 2017 se manteve em 25%. O Governo da Bahia, em 2017, atingiu o índice de aplicação de recursos em saúde de 13% do total da arrecadação do estado, o que será ultrapassado em 2018.

Analisando-se a distribuição dos gastos entre os estados, constata-se grande desequilíbrio em favor daqueles que, sabidamente, possuem maior PIB per capita e maiores concentrações populacionais. Essa forma de distribuição, traduz uma política de financiamento fortemente baseada na arrecadação tributária e no critério populacional, mas que não consegue ser suficiente na redução das desigualdades regionais.

A respeito dos mecanismos de alocação dos recursos empregados pelas esferas de governo, cabe salientar que as transferências de recursos precisam seguir não apenas critérios de igualdade, como os repasses per capita, mas também devem ser reajustados com base nas condições demográficas, epidemiológicas e socioeconômicas de cada município ou região. Esse mecanismo ainda é incipiente na gestão dos recursos do SUS e necessita revisão por parte do Governo Federal.

O relatório reflete o histórico subfinanciamento do SUS por parte do Governo Federal, que precisa entender a importância de ampliar o financiamento da saúde no Brasil, e ajustar os repasses para corrigir as assimetrias regionais e estaduais. Correio da Bahia


Mãe se emociona com bom desempenho de filha na escola e imagem viraliza


A foto de uma mãe emocionada com o reconhecimento da filha como melhor aluna da escola causou comoção e viralizou nas redes sociais. A postagem compartilhada em várias páginas – tem mais de 60 mil compartilhamentos na web – e mostra a aluna Eloá de Oliveira Rosa, 13 anos, ao lado da mãe, Maria das Graças, emocionada. “Eu quero para ela um futuro melhor”, diz.

A premiação aconteceu no sábado (10) na escola estadual Dr. Fernando Amos Siriani, no bairro Fraternidade. A escola abriu as portas no fim de semana para receber os pais, apresentar projetos de alunos e uma premiação para os melhores alunos da escola. Eloá, que está no 7° ano, foi reconhecida como aluna nota 10.

Após a entrega, a mãe, Maria das Graças Rosa, foi até a filha para uma foto e não conseguiu conter a emoção. A imagem da mãe em prantos foi postada na página da escola e tomou uma proporção inesperada: 62 mil compartilhamentos. A imagem circulou a internet e foi repostada em perfis famosos.

A mãe explica que ficou emocionada com o resultado da filha. Ela deixou a escola aos 15 anos e o único membro da família que havia terminado os estudos era o pai, Gessy Roberto da Rosa, 54 anos, morto vítima de um infarto em agosto.

Maria conta que apesar de simples, em uma casa onde não há acesso à internet ou celular, o esposo fazia de tudo para que a menina estudasse além da sala de aula e fosse bem na escola.

“Eu achei que sem ajuda ela não conseguiria e eu não sabia como ajudar. Achei que a falta do pai que ela sente todos os dias fizesse ela desanimar, mas não. Eu queria que ele estivesse lá para ver”, diz Maria.

Eloá é a mais nova dos três filhos – os outros não terminaram os estudos. Depois da morte do pai, a família teve de se esforçar para manter o ritmo da menina focado nos estudos. A renda hoje vem dos dois irmãos que trabalham como feirante e auxiliar em um clube da cidade. Os três querem ajudar a menina a conquistar o sonho de ser a primeira da família a ter faculdade. “Ela quer fazer direito e eu quero para ela um futuro melhor”, conta.

A menina conta que não esperava a repercussão, mas a imagem marca o começo de uma nova história para a família. “Nós passamos por muita coisa depois que perdi meu pai. Fui a melhor aluna e eu consegui e vou conseguir meus sonhos, sou dedicada”, diz.

G1


Botijão de gás chega a custar R$ 97 em São Paulo


O aumento de 8,5% no botijão de gás de 13 quilos nas refinarias, anunciado pela Petrobras na semana passada, já chegou em parte para o consumidor da capital paulista.

O preço médio do botijão ficou em R$ 69,75, de acordo com levantamento da ANP (agência de petróleo), feito entre os dias 4 e 10 de novembro. Na semana anterior, o valor era de R$ 67,37.

A reportagem pesquisou nesta segunda-feira (12) o preço do gás em 11 revendas e verificou alta em quase todas. Na Boutique do Gás, no Tatuapé (zona leste), o botijão passou a custar R$ 97.

A Nishimaru Copagaz, localizada na Vila Cunha (zona sul), entrega e instala o mesmo produto por R$ 70.

“Nós aumentamos um pouquinho o valor. Os clientes reclamam que está muito alto, mas, se não repassamos, fica ruim para gente”, disse uma atendente da revenda, que preferiu não se identificar.

Segurar o aumento para não perder a clientela tem se tornado hábito no mercado, segundo Robson Carneiro dos Santos, presidente da Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo). “Desde setembro, a Petrobras aumentou o gás em 30% e nós não conseguimos repassar mais do que 15%. É um mercado muito competitivo”, afirma o sindicalista.

Folhapress.


Chuva provoca alagamentos e arrasta lama e entulho em Jaguaquara


                          Blog do Marcos Frahm

As chuvas que caíram em Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá, deixaram ruas alagadas nesta segunda-feira (12). As precipitações ocorrem desde domingo (11).

Segundo o Blog do Marcos Frahm, a área central da cidade sofreu com a força da água que arrastou terra, pedras e entulhos. Veículo circulavam com dificuldade na Praça JJ Seabra até as 17h.

A prefeitura não informou sobre possíveis estragos no município.

BN


Mourão diz que Temer ‘terá de vetar’ aumento para ministros do STF


Para o vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão (PRTB), o presidente Michel Temer (MDB) não terá outra alternativa senão vetar o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

“Não vejo que é uma questão de pressionar [o atual governo]”, explicou Mourão. “O artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal não permite que se assine aumento nos últimos 180 dias de governo. Então, eu acho que, por lei, o presidente Temer terá de vetar”, defendeu em entrevista ao G1.

Se o presidente sancionar o aumento, os salários passarão de R$ 33,7 mil mensais para R$ 39,2 mil, elevando o teto do funcionalismo público e provocando um efeito cascata. A previsão é de que isso cause um impacto de R$ 4 bilhões nas contas públicas.

BN